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Política

Durigan garante: crédito para caminhões e motos não prejudica contas públicas

Dario Durigan afirma que crédito a caminhões e motos não afeta contas públicas.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h43
Durigan garante: crédito para caminhões e motos não prejudica contas públicas

Em entrevista à Rádio Jornal, Durigan disse que o crédito para caminhões e motos tem limite legal e verba no Orçamento. Ele afirmou que a medida visa acalmar mercados e proteger as contas públicas a partir de 2027.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (27.jul.2026) que os programas de crédito voltados para a compra de caminhões e motocicletas não afetarão negativamente as contas públicas do Brasil. Durante uma entrevista à Rádio Jornal, ele destacou que os valores liberados para o setor de transportes possuem um limite legal e um montante financeiro já estipulado no Orçamento da União.

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A declaração é relevante para o mercado financeiro, pois visa dissipar as incertezas sobre a trajetória da dívida pública e assegurar a saúde das finanças do país a partir de 2027. O ministro enfatizou que o dinheiro emprestado para a aquisição de ônibus e outros veículos pesados será integralmente devolvido aos cofres do governo federal.

Além disso, Durigan ressaltou que o principal objetivo da política econômica atual é estimular o mercado interno, modernizar a frota rodoviária e preservar os postos de trabalho em todo o território nacional. Ele observou que o ano de 2026 deve ser estruturalmente diferente de 2022, último ano da administração de Jair Bolsonaro (PL), que, segundo Durigan, adotou medidas financeiras sem indicar as fontes reais de recursos.

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O ministro também assegurou que a gestão atual não irá boicotar o processo eleitoral e que suas ações estão fundamentadas na responsabilidade fiscal. Ele mencionou que iniciativas recentes, como o programa Desenrola, visam reorganizar dívidas antigas da população sem estimular novos endividamentos.

Em relação ao arcabouço fiscal, Durigan declarou que a principal pressão sobre o orçamento do país decorre do crescimento contínuo das despesas obrigatórias. Ele refutou análises que indicam que a União gasta acima do limite estabelecido pelas leis vigentes, afirmando que a administração federal cumpre rigorosamente o teto de gastos em todas as áreas.

O ministro alertou que o elevado volume de despesas obrigatórias reduz a capacidade do governo de investir em infraestrutura. Durigan defendeu que o Congresso Nacional deve aprovar mudanças significativas nas leis, caso contrário, os próximos presidentes da República terão como prioridade apenas o pagamento da dívida pública, aposentadorias e precatórios, sem margem financeira para novas políticas públicas.

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Em entrevista à Rádio Jornal, Durigan disse que o crédito para caminhões e motos tem limite legal e verba no Orçamento. Ele afirmou que a medida visa acalmar mercados e proteger as contas públicas a partir de 2027.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (27.jul.2026) que os programas de crédito voltados para a compra de caminhões e motocicletas não afetarão negativamente as contas públicas do Brasil. Durante uma entrevista à Rádio Jornal, ele destacou que os valores liberados para o setor de transportes possuem um limite legal e um montante financeiro já estipulado no Orçamento da União.

A declaração é relevante para o mercado financeiro, pois visa dissipar as incertezas sobre a trajetória da dívida pública e assegurar a saúde das finanças do país a partir de 2027. O ministro enfatizou que o dinheiro emprestado para a aquisição de ônibus e outros veículos pesados será integralmente devolvido aos cofres do governo federal.

Além disso, Durigan ressaltou que o principal objetivo da política econômica atual é estimular o mercado interno, modernizar a frota rodoviária e preservar os postos de trabalho em todo o território nacional. Ele observou que o ano de 2026 deve ser estruturalmente diferente de 2022, último ano da administração de Jair Bolsonaro (PL), que, segundo Durigan, adotou medidas financeiras sem indicar as fontes reais de recursos.

O ministro também assegurou que a gestão atual não irá boicotar o processo eleitoral e que suas ações estão fundamentadas na responsabilidade fiscal. Ele mencionou que iniciativas recentes, como o programa Desenrola, visam reorganizar dívidas antigas da população sem estimular novos endividamentos.

Em relação ao arcabouço fiscal, Durigan declarou que a principal pressão sobre o orçamento do país decorre do crescimento contínuo das despesas obrigatórias. Ele refutou análises que indicam que a União gasta acima do limite estabelecido pelas leis vigentes, afirmando que a administração federal cumpre rigorosamente o teto de gastos em todas as áreas.

O ministro alertou que o elevado volume de despesas obrigatórias reduz a capacidade do governo de investir em infraestrutura. Durigan defendeu que o Congresso Nacional deve aprovar mudanças significativas nas leis, caso contrário, os próximos presidentes da República terão como prioridade apenas o pagamento da dívida pública, aposentadorias e precatórios, sem margem financeira para novas políticas públicas.

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