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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Política

Setor de rochas pede prorrogação de tributos por 120 dias após sobretaxa dos EUA

Setor de Rochas Naturais pede ao governo prorrogação de impostos por 120 dias devido a sobretaxa.

22/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h07
Setor de rochas pede prorrogação de tributos por 120 dias após sobretaxa dos EUA

O presidente da Centro Rochas, Tales Machado, pediu ao governo prorrogação de 120 dias para pagamento de tributos federais. A medida visa mitigar impactos da sobretaxa de 25% dos EUA nas exportações de mármore e granito.

O presidente da Centro Rochas, Tales Machado, solicitou ao governo a prorrogação por 120 dias do pagamento de tributos federais para as empresas afetadas pela nova sobretaxa de 25% imposta pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros. Essa medida, segundo ele, é crucial, visto que o mercado americano representa um importante comprador de mármore e granito produzidos no Brasil.

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Após uma reunião com representantes do setor, Machado comentou:

“A gente volta satisfeito. A gente tem uma concentração das exportações para os Estados Unidos”

. O encontro teve como objetivo discutir as implicações da sobretaxa e a Centro Rochas manifestou sua posição contrária ao acionamento da chamada Lei da Reciprocidade pelo governo federal.

Na avaliação de Machado, a melhor forma de lidar com a sobretaxa é por meio da diplomacia, em vez de recorrer a medidas legais que poderiam agravar ainda mais a situação das exportações brasileiras. Empresários do setor têm se manifestado contra a adoção da Lei da Reciprocidade, aprovada pelo Congresso Nacional em 2025, que, segundo o governo, será acionada no momento considerado “adequado”.

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O ministro Márcio Elias, responsável pelo Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, realizou uma nova rodada de conversas com setores impactados pela tarifa durante a manhã. Desde a última terça-feira (21), o governo federal tem promovido reuniões com empresários para discutir estratégias de reação ao tarifaço.

Dentre as entidades e empresas que participaram do encontro, estavam a Abimci, Abirochas, IBA, Suzano e Abimóvel, todas buscando soluções para enfrentar os desafios impostos pela nova taxa. O governo Lula, por meio de sua equipe econômica, está dialogando com os setores afetados com o objetivo de elaborar uma estratégia de resposta ao tarifaço, que inclui a diversificação de mercados e um pacote de socorro às empresas impactadas.

Estima-se que 18% das exportações brasileiras destinadas aos EUA serão afetadas pela nova sobretaxa. Além disso, há uma investigação em andamento pelo Departamento de Comércio americano que pode resultar em uma nova taxa de 12,5% sobre produtos brasileiros, devido a supostas falhas no combate ao trabalho forçado.

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A sobretaxa de 25% entrou em vigor na madrugada desta quarta-feira (22), mas produtos já em trânsito que chegarem aos EUA até 29 de julho não serão afetados pela nova alíquota.

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O presidente da Centro Rochas, Tales Machado, pediu ao governo prorrogação de 120 dias para pagamento de tributos federais. A medida visa mitigar impactos da sobretaxa de 25% dos EUA nas exportações de mármore e granito.

O presidente da Centro Rochas, Tales Machado, solicitou ao governo a prorrogação por 120 dias do pagamento de tributos federais para as empresas afetadas pela nova sobretaxa de 25% imposta pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros. Essa medida, segundo ele, é crucial, visto que o mercado americano representa um importante comprador de mármore e granito produzidos no Brasil.

Após uma reunião com representantes do setor, Machado comentou:

“A gente volta satisfeito. A gente tem uma concentração das exportações para os Estados Unidos”

. O encontro teve como objetivo discutir as implicações da sobretaxa e a Centro Rochas manifestou sua posição contrária ao acionamento da chamada Lei da Reciprocidade pelo governo federal.

Na avaliação de Machado, a melhor forma de lidar com a sobretaxa é por meio da diplomacia, em vez de recorrer a medidas legais que poderiam agravar ainda mais a situação das exportações brasileiras. Empresários do setor têm se manifestado contra a adoção da Lei da Reciprocidade, aprovada pelo Congresso Nacional em 2025, que, segundo o governo, será acionada no momento considerado “adequado”.

O ministro Márcio Elias, responsável pelo Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, realizou uma nova rodada de conversas com setores impactados pela tarifa durante a manhã. Desde a última terça-feira (21), o governo federal tem promovido reuniões com empresários para discutir estratégias de reação ao tarifaço.

Dentre as entidades e empresas que participaram do encontro, estavam a Abimci, Abirochas, IBA, Suzano e Abimóvel, todas buscando soluções para enfrentar os desafios impostos pela nova taxa. O governo Lula, por meio de sua equipe econômica, está dialogando com os setores afetados com o objetivo de elaborar uma estratégia de resposta ao tarifaço, que inclui a diversificação de mercados e um pacote de socorro às empresas impactadas.

Estima-se que 18% das exportações brasileiras destinadas aos EUA serão afetadas pela nova sobretaxa. Além disso, há uma investigação em andamento pelo Departamento de Comércio americano que pode resultar em uma nova taxa de 12,5% sobre produtos brasileiros, devido a supostas falhas no combate ao trabalho forçado.

A sobretaxa de 25% entrou em vigor na madrugada desta quarta-feira (22), mas produtos já em trânsito que chegarem aos EUA até 29 de julho não serão afetados pela nova alíquota.

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