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Esporte

Eagle libera novo capital e Textor autoriza reforços para o Botafogo em meio à crise

O Botafogo recebeu sinal verde para um novo aporte financeiro que promete aliviar a crise enfrentada pelo clube no início da temporada 2026. Em entrevista concedida ao canal Arena Alvinegra, o empresário John Textor, proprietário da SAF alvinegra, confirmou que o conselho da Eagle Football aprovou a entrada de capital suficiente para regularizar pendências financeiras, derrubar o transfer ban e reforçar o elenco.

24/01/2026 · 23h31 · Atualizado às 19h06
Eagle libera novo capital e Textor autoriza reforços para o Botafogo em meio à crise

Aporte aprovado deve chegar nos próximos dias, destravar transfer ban e abrir caminho para novos investidores no controle da SAF alvinegra

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O Botafogo recebeu sinal verde para um novo aporte financeiro que promete aliviar a crise enfrentada pelo clube no início da temporada 2026. Em entrevista concedida ao canal Arena Alvinegra, o empresário John Textor, proprietário da SAF alvinegra, confirmou que o conselho da Eagle Football aprovou a entrada de capital suficiente para regularizar pendências financeiras, derrubar o transfer ban e reforçar o elenco.

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Segundo Textor, o investimento será realizado por novos parceiros que já atuam com ele em outros projetos empresariais. A operação foi estruturada para que esses investidores tenham, futuramente, participação direta na propriedade do clube, garantindo maior independência em relação à antiga configuração da Eagle e da Ares Management.

O empresário afirmou que, apesar da falta de transparência nos últimos meses, a confidencialidade foi necessária durante as negociações. Ele destacou que o dinheiro foi autorizado para chegar ainda nesta semana e permitirá a assinatura imediata dos jogadores desejados pela diretoria.

Além do aporte, Textor revelou que autorizou formalmente a diretoria de futebol — representada por Alessandro Brito e pelo CEO Thairo Arruda — a avançar nas negociações por reforços para 2026. A liberação para assinatura de contratos foi concedida nas últimas 48 horas.

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Outro ponto sensível abordado foi a dívida do Lyon com o Botafogo. Textor afirmou que o clube francês deve cerca de 34 milhões de euros (aproximadamente R$ 210,9 milhões), resultado do rompimento da estrutura multiclubes após ele perder o controle da equipe francesa. O empresário acusou o Lyon de divulgar dados financeiros incorretos e garantiu que a situação já é conhecida por auditores e pelo conselho da Eagle.

Sobre os atrasos salariais, Textor explicou que o problema não foi falta de recursos, mas impedimentos contratuais para investir o próprio dinheiro no clube. Segundo ele, esses entraves foram superados, e uma quantia significativa será injetada no Botafogo nos próximos dias.

Mesmo alvo de protestos recentes da torcida, o empresário descartou qualquer possibilidade de deixar o comando do clube. Detentor de 90% da SAF, Textor afirmou que mudanças societárias podem ocorrer com a entrada dos novos investidores, mas reforçou seu compromisso com o projeto alvinegro.

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Ao final da entrevista, ele confirmou presença na estreia do Botafogo no Campeonato Brasileiro, contra o Cruzeiro, no Estádio Nilton Santos, convocou a torcida e afirmou que não se incomoda com possíveis vaias.

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Aporte aprovado deve chegar nos próximos dias, destravar transfer ban e abrir caminho para novos investidores no controle da SAF alvinegra

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O Botafogo recebeu sinal verde para um novo aporte financeiro que promete aliviar a crise enfrentada pelo clube no início da temporada 2026. Em entrevista concedida ao canal Arena Alvinegra, o empresário John Textor, proprietário da SAF alvinegra, confirmou que o conselho da Eagle Football aprovou a entrada de capital suficiente para regularizar pendências financeiras, derrubar o transfer ban e reforçar o elenco.

Segundo Textor, o investimento será realizado por novos parceiros que já atuam com ele em outros projetos empresariais. A operação foi estruturada para que esses investidores tenham, futuramente, participação direta na propriedade do clube, garantindo maior independência em relação à antiga configuração da Eagle e da Ares Management.

O empresário afirmou que, apesar da falta de transparência nos últimos meses, a confidencialidade foi necessária durante as negociações. Ele destacou que o dinheiro foi autorizado para chegar ainda nesta semana e permitirá a assinatura imediata dos jogadores desejados pela diretoria.

Além do aporte, Textor revelou que autorizou formalmente a diretoria de futebol — representada por Alessandro Brito e pelo CEO Thairo Arruda — a avançar nas negociações por reforços para 2026. A liberação para assinatura de contratos foi concedida nas últimas 48 horas.

Outro ponto sensível abordado foi a dívida do Lyon com o Botafogo. Textor afirmou que o clube francês deve cerca de 34 milhões de euros (aproximadamente R$ 210,9 milhões), resultado do rompimento da estrutura multiclubes após ele perder o controle da equipe francesa. O empresário acusou o Lyon de divulgar dados financeiros incorretos e garantiu que a situação já é conhecida por auditores e pelo conselho da Eagle.

Sobre os atrasos salariais, Textor explicou que o problema não foi falta de recursos, mas impedimentos contratuais para investir o próprio dinheiro no clube. Segundo ele, esses entraves foram superados, e uma quantia significativa será injetada no Botafogo nos próximos dias.

Mesmo alvo de protestos recentes da torcida, o empresário descartou qualquer possibilidade de deixar o comando do clube. Detentor de 90% da SAF, Textor afirmou que mudanças societárias podem ocorrer com a entrada dos novos investidores, mas reforçou seu compromisso com o projeto alvinegro.

Ao final da entrevista, ele confirmou presença na estreia do Botafogo no Campeonato Brasileiro, contra o Cruzeiro, no Estádio Nilton Santos, convocou a torcida e afirmou que não se incomoda com possíveis vaias.

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