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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Economia

Emplacamentos de veículos novos avançam 4,13% em fevereiro, diz Fenabrave

Os emplacamentos de veículos novos no Brasil subiram 4,13% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (4) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que representa as concessionárias.

05/03/2026 · 16h57
Emplacamentos de veículos novos avançam 4,13% em fevereiro, diz Fenabrave

Os emplacamentos de veículos novos no Brasil subiram 4,13% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (4) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que representa as concessionárias.

O total de unidades emplacadas em fevereiro foi de 374.931, o que também representa alta de 2,25% em relação a janeiro de 2026. A soma considera automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários, como reboques e carrocerias.

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A Fenabrave atribui a alta principalmente ao desempenho dos automóveis e comerciais leves, cujo emplacamento subiu 8,82% em fevereiro, e aos implementos rodoviários, que registraram avanço de 15,3% na comparação com janeiro.

Programa Carro Sustentável

Um dos fatores que impulsionaram as vendas de automóveis e comerciais leves foi o programa Carro Sustentável, do governo federal, lançado em meados de 2025. A iniciativa reduziu alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos mais leves, econômicos e movidos a fontes de energia limpa.

Arcelio Junior, presidente da Fenabrave, informou que os emplacamentos dos modelos incluídos no programa cresceram quase 25% em função da medida. Entre julho de 2025 e fevereiro de 2026, esses modelos somaram 301.977 emplacamentos, ante 241.906 unidades no período equivalente anterior, sem o programa.

Caminhões

Considerando apenas automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, foram comercializadas 185.150 unidades em fevereiro, aumento de 0,12% sobre fevereiro do ano passado e alta de 8,57% frente a janeiro.

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O segmento de caminhões começou a mostrar sinais de recuperação, influenciado principalmente pelo programa Move Brasil, lançado em janeiro de 2026 para oferecer crédito à compra de caminhões. Na base mensal, o segmento cresceu 3,73%, embora mantenha retração de 24,15% na comparação anual.

93noticias 1764255427

Segundo Arcelio Junior, o transporte de cargas é sensível às condições macroeconômicas, como o custo e a disponibilidade de crédito, e depende também de iniciativas de estímulo às vendas, como o Move Brasil. O programa prevê R$ 10 bilhões em crédito, dos quais R$ 4,2 bilhões foram contratados até o momento.

Motos

O segmento de motocicletas segue sendo o principal motor do mercado em 2026, com crescimento de 9,97% em relação a fevereiro de 2025. A Fenabrave destaca a motocicleta como solução de mobilidade individual e para serviços de transporte, além de ser frequentemente o segundo veículo nas famílias.

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Projeções

Para 2026, a Fenabrave projeta crescimento do setor como um todo de cerca de 6,10%, puxado principalmente pelas motocicletas, cuja venda deve crescer 10% no ano. Para automóveis e comerciais leves, a expectativa é de expansão da ordem de 3%, totalizando cerca de 2,62 milhões de unidades comercializadas.

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Os emplacamentos de veículos novos no Brasil subiram 4,13% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (4) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que representa as concessionárias.

O total de unidades emplacadas em fevereiro foi de 374.931, o que também representa alta de 2,25% em relação a janeiro de 2026. A soma considera automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários, como reboques e carrocerias.

A Fenabrave atribui a alta principalmente ao desempenho dos automóveis e comerciais leves, cujo emplacamento subiu 8,82% em fevereiro, e aos implementos rodoviários, que registraram avanço de 15,3% na comparação com janeiro.

Programa Carro Sustentável

Um dos fatores que impulsionaram as vendas de automóveis e comerciais leves foi o programa Carro Sustentável, do governo federal, lançado em meados de 2025. A iniciativa reduziu alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos mais leves, econômicos e movidos a fontes de energia limpa.

Arcelio Junior, presidente da Fenabrave, informou que os emplacamentos dos modelos incluídos no programa cresceram quase 25% em função da medida. Entre julho de 2025 e fevereiro de 2026, esses modelos somaram 301.977 emplacamentos, ante 241.906 unidades no período equivalente anterior, sem o programa.

Caminhões

Considerando apenas automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, foram comercializadas 185.150 unidades em fevereiro, aumento de 0,12% sobre fevereiro do ano passado e alta de 8,57% frente a janeiro.

O segmento de caminhões começou a mostrar sinais de recuperação, influenciado principalmente pelo programa Move Brasil, lançado em janeiro de 2026 para oferecer crédito à compra de caminhões. Na base mensal, o segmento cresceu 3,73%, embora mantenha retração de 24,15% na comparação anual.

93noticias 1764255427

Segundo Arcelio Junior, o transporte de cargas é sensível às condições macroeconômicas, como o custo e a disponibilidade de crédito, e depende também de iniciativas de estímulo às vendas, como o Move Brasil. O programa prevê R$ 10 bilhões em crédito, dos quais R$ 4,2 bilhões foram contratados até o momento.

Motos

O segmento de motocicletas segue sendo o principal motor do mercado em 2026, com crescimento de 9,97% em relação a fevereiro de 2025. A Fenabrave destaca a motocicleta como solução de mobilidade individual e para serviços de transporte, além de ser frequentemente o segundo veículo nas famílias.

Projeções

Para 2026, a Fenabrave projeta crescimento do setor como um todo de cerca de 6,10%, puxado principalmente pelas motocicletas, cuja venda deve crescer 10% no ano. Para automóveis e comerciais leves, a expectativa é de expansão da ordem de 3%, totalizando cerca de 2,62 milhões de unidades comercializadas.

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