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Economia

Empreendedoras transformam vidas e impulsionam comunidades no Brasil

Empreender transforma vidas de mulheres no Brasil, impactando comunidades e economias.

13/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h21
Empreendedoras transformam vidas e impulsionam comunidades no Brasil

Com o Dia Nacional da Mulher Empresária (17/08) perto, histórias de Josenice, Lúcia e Viviane mostram que empreender é criar oportunidades e fortalecer bairros. Elas transformam adversidades em impacto social e emprego.

O empreendedorismo feminino tem se mostrado uma força crescente no Brasil, refletindo a diversidade de trajetórias e desafios enfrentados por mulheres em diferentes regiões do país. Com a aproximação do Dia Nacional da Mulher Empresária, celebrado em 17 de agosto, histórias de empreendedoras como Josenice Rosa Lima Carvalho, Lucia Burille e Viviane Queiroz da Silva Gonçalves se destacam, evidenciando que empreender vai além de abrir um negócio; trata-se de transformar adversidades em oportunidades e impactar positivamente suas comunidades.

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Essas três mulheres compartilharam suas experiências de superação e crescimento, encontrando no Sebrae um parceiro estratégico para fortalecer a gestão de seus negócios. De acordo com dados do Sebrae, o empreendedorismo feminino cresceu quase 30% na última década, atingindo o maior patamar da série histórica. Para apoiar essa representatividade, o Sebrae oferece soluções direcionadas, como o programa Sebrae Delas, que visa fortalecer o empreendedorismo feminino, além de consultorias, mentorias e acesso facilitado ao crédito por meio do programa Fampe Mulher.

Em Salvador (BA), Josenice, conhecida como Jô Lima, começou sua jornada empreendedora buscando uma renda extra para realizar seu sonho de casamento. Ao aceitar o convite de uma prima para um curso de cabeleireira, ela descobriu um talento que transformou sua vida. “Percebi que não era só uma forma de ganhar dinheiro. Era sobre transformar vidas e fazer outras mulheres se enxergarem de uma forma diferente”, conta. Com o suporte do Sebrae, Jô estruturou seu negócio e atualmente, além de seu estúdio de beleza, lidera a Jô Lima Academy, onde compartilha conhecimento e ajuda outras mulheres a empreender.

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No Rio Grande do Sul, Lucia Burille traz sua experiência desde a infância, quando brincava de fabricar doces de barro enquanto sua mãe e avó preparavam geleias. Formada em Engenharia de Alimentos, Lucia deixou um cargo em uma grande empresa para fundar a Fornello di Luccia, uma indústria de geleias e antepastos artesanais. Após as enchentes que atingiram sua região, ela encontrou no Sebrae um aliado para reposicionar sua empresa. “Quando eu acredito, vou longe. Mas, quando alguém acredita comigo, eu me torno imparável”, resume.

Viviane Queiroz, de Duque de Caxias (RJ), reencontrou sua trajetória na confeitaria após o incêndio que destruiu a loja de seu pai. Ajudando na cozinha da sogra de um amigo, ela passou três anos aprendendo a fazer bolos, até que ganhou a oportunidade de abrir seu próprio negócio, Os Bolos da Vivi. Com o apoio do Sebrae Delas, Viviane reorganizou sua empresa, expandiu suas operações e atualmente emprega 12 colaboradores. “Aquilo que parecia ser o fim acabou sendo o início de um novo recomeço”, afirma.

As histórias de Josenice, Lucia e Viviane ilustram como conhecimento, planejamento e acesso às ferramentas certas podem fazer a diferença na trajetória de empreendedores, transformando pequenos negócios em empresas estruturadas e bem-sucedidas.

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Com o Dia Nacional da Mulher Empresária (17/08) perto, histórias de Josenice, Lúcia e Viviane mostram que empreender é criar oportunidades e fortalecer bairros. Elas transformam adversidades em impacto social e emprego.

O empreendedorismo feminino tem se mostrado uma força crescente no Brasil, refletindo a diversidade de trajetórias e desafios enfrentados por mulheres em diferentes regiões do país. Com a aproximação do Dia Nacional da Mulher Empresária, celebrado em 17 de agosto, histórias de empreendedoras como Josenice Rosa Lima Carvalho, Lucia Burille e Viviane Queiroz da Silva Gonçalves se destacam, evidenciando que empreender vai além de abrir um negócio; trata-se de transformar adversidades em oportunidades e impactar positivamente suas comunidades.

Essas três mulheres compartilharam suas experiências de superação e crescimento, encontrando no Sebrae um parceiro estratégico para fortalecer a gestão de seus negócios. De acordo com dados do Sebrae, o empreendedorismo feminino cresceu quase 30% na última década, atingindo o maior patamar da série histórica. Para apoiar essa representatividade, o Sebrae oferece soluções direcionadas, como o programa Sebrae Delas, que visa fortalecer o empreendedorismo feminino, além de consultorias, mentorias e acesso facilitado ao crédito por meio do programa Fampe Mulher.

Em Salvador (BA), Josenice, conhecida como Jô Lima, começou sua jornada empreendedora buscando uma renda extra para realizar seu sonho de casamento. Ao aceitar o convite de uma prima para um curso de cabeleireira, ela descobriu um talento que transformou sua vida. “Percebi que não era só uma forma de ganhar dinheiro. Era sobre transformar vidas e fazer outras mulheres se enxergarem de uma forma diferente”, conta. Com o suporte do Sebrae, Jô estruturou seu negócio e atualmente, além de seu estúdio de beleza, lidera a Jô Lima Academy, onde compartilha conhecimento e ajuda outras mulheres a empreender.

No Rio Grande do Sul, Lucia Burille traz sua experiência desde a infância, quando brincava de fabricar doces de barro enquanto sua mãe e avó preparavam geleias. Formada em Engenharia de Alimentos, Lucia deixou um cargo em uma grande empresa para fundar a Fornello di Luccia, uma indústria de geleias e antepastos artesanais. Após as enchentes que atingiram sua região, ela encontrou no Sebrae um aliado para reposicionar sua empresa. “Quando eu acredito, vou longe. Mas, quando alguém acredita comigo, eu me torno imparável”, resume.

Viviane Queiroz, de Duque de Caxias (RJ), reencontrou sua trajetória na confeitaria após o incêndio que destruiu a loja de seu pai. Ajudando na cozinha da sogra de um amigo, ela passou três anos aprendendo a fazer bolos, até que ganhou a oportunidade de abrir seu próprio negócio, Os Bolos da Vivi. Com o apoio do Sebrae Delas, Viviane reorganizou sua empresa, expandiu suas operações e atualmente emprega 12 colaboradores. “Aquilo que parecia ser o fim acabou sendo o início de um novo recomeço”, afirma.

As histórias de Josenice, Lucia e Viviane ilustram como conhecimento, planejamento e acesso às ferramentas certas podem fazer a diferença na trajetória de empreendedores, transformando pequenos negócios em empresas estruturadas e bem-sucedidas.

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