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Equipe de MC Poze reage à prisão e denuncia “criminalização da arte periférica”

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Equipe de MC Poze reage à prisão e denuncia “criminalização da arte periférica”

Publicidade Nota nas redes sociais do funkeiro contesta acusação e aponta racismo institucional como motivador da ação policial A equipe do cantor MC Poze do Rodo, nome artístico de Marlon Brandon Coelho Couto Silva, se manifestou por meio de nota oficial publicada nas redes sociais do artista, após sua prisão na manhã desta quinta-feira (29), no Recreio dos […]

31/05/2025 · 14h58 · Atualizado às 19h19
Equipe de MC Poze reage à prisão e denuncia “criminalização da arte periférica”

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Nota nas redes sociais do funkeiro contesta acusação e aponta racismo institucional como motivador da ação policial

A equipe do cantor MC Poze do Rodo, nome artístico de Marlon Brandon Coelho Couto Silva, se manifestou por meio de nota oficial publicada nas redes sociais do artista, após sua prisão na manhã desta quinta-feira (29), no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro. A declaração classificou a operação como uma tentativa de “criminalizar a arte periférica” e acusou o sistema de “racismo e preconceito institucional”.

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O funkeiro foi detido em cumprimento a um mandado de prisão temporária e de busca e apreensão. Ele é investigado por associação ao tráfico de drogas e apologia ao crime. A prisão foi efetuada em sua residência, uma mansão em área nobre da capital fluminense.

Na nota, a defesa do artista alegou que as acusações “não fazem o menor sentido” e destacou que Poze construiu sua trajetória por meio da música, superando as dificuldades enfrentadas nas comunidades do Rio. O texto também comparou a situação com produções artísticas de outros gêneros que abordam temas criminais sem sofrer a mesma reação judicial.


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Nota nas redes sociais do funkeiro contesta acusação e aponta racismo institucional como motivador da ação policial

A equipe do cantor MC Poze do Rodo, nome artístico de Marlon Brandon Coelho Couto Silva, se manifestou por meio de nota oficial publicada nas redes sociais do artista, após sua prisão na manhã desta quinta-feira (29), no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro. A declaração classificou a operação como uma tentativa de “criminalizar a arte periférica” e acusou o sistema de “racismo e preconceito institucional”.

O funkeiro foi detido em cumprimento a um mandado de prisão temporária e de busca e apreensão. Ele é investigado por associação ao tráfico de drogas e apologia ao crime. A prisão foi efetuada em sua residência, uma mansão em área nobre da capital fluminense.

Na nota, a defesa do artista alegou que as acusações “não fazem o menor sentido” e destacou que Poze construiu sua trajetória por meio da música, superando as dificuldades enfrentadas nas comunidades do Rio. O texto também comparou a situação com produções artísticas de outros gêneros que abordam temas criminais sem sofrer a mesma reação judicial.


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