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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Veículos

Estudo confirma: baterias de carros elétricos mantêm 90% após 150 mil km

Estudo com 500 mil verificações em 20 modelos aponta média de ~90% de capacidade após 150 mil km; EQA e Ioniq 5 lideram com quase 94%.

04/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h58
Estudo confirma: baterias de carros elétricos mantêm 90% após 150 mil km

Pesquisa da Aviloo, com 500 mil checagens em 20 modelos nas Américas, Europa, Ásia e Austrália, indica que a maioria das baterias ainda tem cerca de 90% da capacidade após 150 mil km. Modelos mais novos se saem melhor.

Será que as baterias dos carros elétricos perdem capacidade tão rápido quanto as dos celulares? Um levantamento feito pela Aviloo, empresa especializada em diagnósticos, apontou que a maioria dos veículos elétricos preserva cerca de 90% da capacidade original das baterias mesmo após rodar 150 mil quilômetros.

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Para a análise, a Aviloo trabalhou com 500 mil verificações em 20 modelos comercializados nas Américas, Europa, Ásia e Austrália para identificar o índice de saúde das baterias em diferentes estágios de uso. Os resultados mostraram que os modelos mais modernos mantêm níveis elevados de autonomia com o passar do tempo, o que pode reduzir a preocupação de motoristas que evitam os elétricos por medo de degradação precoce.

No topo do ranking de durabilidade aos 150 mil km, o Mercedes-Benz EQA e o Hyundai Ioniq 5 lideraram o levantamento ao manterem quase 94% de suas capacidades originais. Eles foram seguidos de perto pelo BMW i4. Por outro lado, modelos pioneiros ou com baterias menores e sem sistemas avançados de refrigeração líquida, como o Nissan Leaf e o Renault Zoe, mantiveram cerca de 87% da energia útil nas mesmas condições.

O estudo ressalta, porém, que a quilometragem não é o único fator determinante na degradação das baterias. A análise identificou variações expressivas associadas a hábitos de recarga, à frequência de uso de carregadores rápidos e à exposição a climas quentes, além das características de cada projeto automotivo. Em linhas gerais, práticas de recarga e condições ambientais podem acelerar ou reduzir a perda de capacidade ao longo do tempo.

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O levantamento com meio milhão de verificações oferece dados práticos para quem avalia a troca por um carro elétrico, indicando que muitos modelos mantêm boa parte da capacidade original mesmo após uso intenso. Ainda assim, a diversidade de resultados entre marcas e modelos faz com que a escolha por um veículo deva considerar sistema de gestão térmica da bateria, infraestrutura de recarga e rotina de uso do proprietário.

Além do levantamento, outras iniciativas recentes também buscaram responder dúvidas comuns sobre o impacto de tipos de recarga na vida útil das baterias. Recentemente, a BYD realizou um teste prático para avaliar se a recarga ultrarrápida compromete a longevidade das baterias de carros elétricos, contribuindo para o debate técnico sobre melhores práticas de uso e manutenção.

Para consumidores e frotistas, os dados reforçam a importância de analisar especificações técnicas e padrões de uso antes da aquisição, sem perder de vista que progresso tecnológico e projetos mais modernos tendem a oferecer melhor desempenho de bateria ao longo dos anos.

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Pesquisa da Aviloo, com 500 mil checagens em 20 modelos nas Américas, Europa, Ásia e Austrália, indica que a maioria das baterias ainda tem cerca de 90% da capacidade após 150 mil km. Modelos mais novos se saem melhor.

Será que as baterias dos carros elétricos perdem capacidade tão rápido quanto as dos celulares? Um levantamento feito pela Aviloo, empresa especializada em diagnósticos, apontou que a maioria dos veículos elétricos preserva cerca de 90% da capacidade original das baterias mesmo após rodar 150 mil quilômetros.

Para a análise, a Aviloo trabalhou com 500 mil verificações em 20 modelos comercializados nas Américas, Europa, Ásia e Austrália para identificar o índice de saúde das baterias em diferentes estágios de uso. Os resultados mostraram que os modelos mais modernos mantêm níveis elevados de autonomia com o passar do tempo, o que pode reduzir a preocupação de motoristas que evitam os elétricos por medo de degradação precoce.

No topo do ranking de durabilidade aos 150 mil km, o Mercedes-Benz EQA e o Hyundai Ioniq 5 lideraram o levantamento ao manterem quase 94% de suas capacidades originais. Eles foram seguidos de perto pelo BMW i4. Por outro lado, modelos pioneiros ou com baterias menores e sem sistemas avançados de refrigeração líquida, como o Nissan Leaf e o Renault Zoe, mantiveram cerca de 87% da energia útil nas mesmas condições.

O estudo ressalta, porém, que a quilometragem não é o único fator determinante na degradação das baterias. A análise identificou variações expressivas associadas a hábitos de recarga, à frequência de uso de carregadores rápidos e à exposição a climas quentes, além das características de cada projeto automotivo. Em linhas gerais, práticas de recarga e condições ambientais podem acelerar ou reduzir a perda de capacidade ao longo do tempo.

O levantamento com meio milhão de verificações oferece dados práticos para quem avalia a troca por um carro elétrico, indicando que muitos modelos mantêm boa parte da capacidade original mesmo após uso intenso. Ainda assim, a diversidade de resultados entre marcas e modelos faz com que a escolha por um veículo deva considerar sistema de gestão térmica da bateria, infraestrutura de recarga e rotina de uso do proprietário.

Além do levantamento, outras iniciativas recentes também buscaram responder dúvidas comuns sobre o impacto de tipos de recarga na vida útil das baterias. Recentemente, a BYD realizou um teste prático para avaliar se a recarga ultrarrápida compromete a longevidade das baterias de carros elétricos, contribuindo para o debate técnico sobre melhores práticas de uso e manutenção.

Para consumidores e frotistas, os dados reforçam a importância de analisar especificações técnicas e padrões de uso antes da aquisição, sem perder de vista que progresso tecnológico e projetos mais modernos tendem a oferecer melhor desempenho de bateria ao longo dos anos.

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