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Economia

Estudo do FMI aponta que Bolsa Família não afasta mulheres do mercado de trabalho

Um levantamento do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgado neste sábado (14), concluiu que o programa Bolsa Família não reduz a participação feminina na força de trabalho, salvo entre mulheres com filhos de até seis anos. De acordo com o estudo, a principal razão para a menor presença de mães com crianças pequenas no mercado é […]

14/02/2026 · 10h58
Estudo do FMI aponta que Bolsa Família não afasta mulheres do mercado de trabalho

Um levantamento do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgado neste sábado (14), concluiu que o programa Bolsa Família não reduz a participação feminina na força de trabalho, salvo entre mulheres com filhos de até seis anos.

De acordo com o estudo, a principal razão para a menor presença de mães com crianças pequenas no mercado é a sobrecarga com afazeres domésticos e cuidados familiares. As pesquisadoras destacam que, em média, elas dedicam dez horas semanais a mais que os homens a tarefas não remuneradas dentro de casa.

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O relatório ressalta que ampliar a participação feminina é estratégico para o desenvolvimento econômico. Se a diferença entre homens e mulheres na força de trabalho cair dos atuais 20 pontos percentuais para 10 pontos até 2033, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro poderia avançar meio ponto percentual adicional nesse período.

O FMI também indica que quase 85% dos lares beneficiados pelo Bolsa Família são chefiados por mulheres. No grupo com filhos pequenos, cerca de metade deixa o emprego fora de casa até dois anos após o nascimento do primeiro filho.

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Entre as soluções sugeridas estão a expansão da oferta de creches, incentivos à formalização do trabalho feminino e ações para reduzir a diferença salarial entre homens e mulheres.

Com informações de Agência Brasil

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Um levantamento do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgado neste sábado (14), concluiu que o programa Bolsa Família não reduz a participação feminina na força de trabalho, salvo entre mulheres com filhos de até seis anos.

De acordo com o estudo, a principal razão para a menor presença de mães com crianças pequenas no mercado é a sobrecarga com afazeres domésticos e cuidados familiares. As pesquisadoras destacam que, em média, elas dedicam dez horas semanais a mais que os homens a tarefas não remuneradas dentro de casa.

O relatório ressalta que ampliar a participação feminina é estratégico para o desenvolvimento econômico. Se a diferença entre homens e mulheres na força de trabalho cair dos atuais 20 pontos percentuais para 10 pontos até 2033, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro poderia avançar meio ponto percentual adicional nesse período.

O FMI também indica que quase 85% dos lares beneficiados pelo Bolsa Família são chefiados por mulheres. No grupo com filhos pequenos, cerca de metade deixa o emprego fora de casa até dois anos após o nascimento do primeiro filho.

Entre as soluções sugeridas estão a expansão da oferta de creches, incentivos à formalização do trabalho feminino e ações para reduzir a diferença salarial entre homens e mulheres.

Com informações de Agência Brasil

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