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EUA aumentam ajuda humanitária à Venezuela após terremoto devastador

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EUA aumentam ajuda humanitária à Venezuela após terremoto devastador

EUA ampliam ajuda humanitária à Venezuela após terremotos que deixaram mais de 1.400 mortos.

28/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h21
EUA aumentam ajuda humanitária à Venezuela após terremoto devastador

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O Comando Sul das Forças Armadas dos EUA informou neste domingo (28 de junho de 2026) que ampliou a ajuda humanitária à Venezuela após a ocorrência de dois fortes terremotos no norte do país, que atingiram a região no dia 24 de junho. De acordo com o USGS (Serviço Geológico dos Estados Unidos), os tremores resultaram na morte de mais de 1.400 pessoas.

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No dia seguinte aos terremotos, o presidente Donald Trump, do Partido Republicano, declarou que os EUA estão prontos para prestar apoio ao país afetado. ‘Instruí todas as agências do nosso governo a se prepararem para agir rapidamente’, afirmou Trump.

Conforme o comunicado à imprensa, a operação inclui a movimentação de tropas, aeronaves, navios e sistemas de inteligência para assegurar o fluxo de suprimentos às regiões mais impactadas pelos desastres naturais.

Os detalhes da mobilização incluem a presença de um Elemento de Resposta a Contingências, com cerca de 100 militares da Força Aérea dos EUA, especializados em operações aeroportuárias, que atuarão no Aeroporto Internacional Simón Bolívar. Além disso, foram enviadas cinco aeronaves C-17 Globemaster, utilizadas para o transporte de tropas e equipamentos, e aeronaves C-130 Hércules, para carga e pessoal.

Os esforços também contam com aviões MV-22 Osprey, que pertencem ao Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, para o transporte aéreo de pessoal e suprimentos, e helicópteros UH-1Y Venom, que fornecerão apoio aéreo e transporte nas áreas afetadas. Helicópteros CH-47 Chinook, do Exército dos EUA, serão empregados para o transporte pesado de equipamentos e suprimentos.

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Uma aeronave MH-60R Seahawk, da Marinha dos EUA, está prevista para apoiar as operações aéreas e logísticas. Além disso, 130 fuzileiros navais dos EUA devem chegar ao Porto de La Guaira em até 24 horas, com o objetivo de reabrir a estrutura portuária, que se encontra fechada desde os terremotos.

O navio anfíbio USS Fort Lauderdale atuará como base de apoio logístico e transporte de suprimentos, e embarcações de desembarque naval estão sendo usadas para levar ajuda humanitária ao Porto de La Guaira. Os suprimentos de assistência humanitária serão transportados a partir do navio para as áreas devastadas.

O Comando Sul também informou que imagens de satélite da Força Espacial dos EUA estão sendo utilizadas para o mapeamento das áreas atingidas, bem como para o planejamento das operações de resgate. Os equipamentos de apoio aeroportuário e logística de contingência estão sendo empregados para expandir as operações no aeroporto Simón Bolívar.

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O Comando Sul ressaltou que o Elemento de Resposta de Contingência já se encontra em território venezuelano, colaborando com as autoridades locais de aviação para assegurar a entrada e saída seguras de aeronaves no principal aeroporto do país. No Porto de La Guaira, as forças norte-americanas devem trabalhar para reabrir a infraestrutura portuária, permitindo a chegada dos suprimentos necessários.

Os marinheiros e fuzileiros navais já iniciaram o transporte de suprimentos essenciais a partir do navio USS Fort Lauderdale, utilizando embarcações de desembarque. As operações estão sendo conduzidas de forma autossustentável, sem necessidade de recursos locais, enquanto as equipes continuam a coordenar a resposta humanitária.

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No dia seguinte aos terremotos, o presidente Donald Trump, do Partido Republicano, declarou que os EUA estão prontos para prestar apoio ao país afetado. ‘Instruí todas as agências do nosso governo a se prepararem para agir rapidamente’, afirmou Trump.

Conforme o comunicado à imprensa, a operação inclui a movimentação de tropas, aeronaves, navios e sistemas de inteligência para assegurar o fluxo de suprimentos às regiões mais impactadas pelos desastres naturais.

Os detalhes da mobilização incluem a presença de um Elemento de Resposta a Contingências, com cerca de 100 militares da Força Aérea dos EUA, especializados em operações aeroportuárias, que atuarão no Aeroporto Internacional Simón Bolívar. Além disso, foram enviadas cinco aeronaves C-17 Globemaster, utilizadas para o transporte de tropas e equipamentos, e aeronaves C-130 Hércules, para carga e pessoal.

Os esforços também contam com aviões MV-22 Osprey, que pertencem ao Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, para o transporte aéreo de pessoal e suprimentos, e helicópteros UH-1Y Venom, que fornecerão apoio aéreo e transporte nas áreas afetadas. Helicópteros CH-47 Chinook, do Exército dos EUA, serão empregados para o transporte pesado de equipamentos e suprimentos.

Uma aeronave MH-60R Seahawk, da Marinha dos EUA, está prevista para apoiar as operações aéreas e logísticas. Além disso, 130 fuzileiros navais dos EUA devem chegar ao Porto de La Guaira em até 24 horas, com o objetivo de reabrir a estrutura portuária, que se encontra fechada desde os terremotos.

O navio anfíbio USS Fort Lauderdale atuará como base de apoio logístico e transporte de suprimentos, e embarcações de desembarque naval estão sendo usadas para levar ajuda humanitária ao Porto de La Guaira. Os suprimentos de assistência humanitária serão transportados a partir do navio para as áreas devastadas.

O Comando Sul também informou que imagens de satélite da Força Espacial dos EUA estão sendo utilizadas para o mapeamento das áreas atingidas, bem como para o planejamento das operações de resgate. Os equipamentos de apoio aeroportuário e logística de contingência estão sendo empregados para expandir as operações no aeroporto Simón Bolívar.

O Comando Sul ressaltou que o Elemento de Resposta de Contingência já se encontra em território venezuelano, colaborando com as autoridades locais de aviação para assegurar a entrada e saída seguras de aeronaves no principal aeroporto do país. No Porto de La Guaira, as forças norte-americanas devem trabalhar para reabrir a infraestrutura portuária, permitindo a chegada dos suprimentos necessários.

Os marinheiros e fuzileiros navais já iniciaram o transporte de suprimentos essenciais a partir do navio USS Fort Lauderdale, utilizando embarcações de desembarque. As operações estão sendo conduzidas de forma autossustentável, sem necessidade de recursos locais, enquanto as equipes continuam a coordenar a resposta humanitária.

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