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Aracaju, Quinta-feira, 9 de julho de 2026
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EUA concluem ataques no Irã e atingem 90 alvos estratégicos

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EUA concluem ataques no Irã e atingem 90 alvos estratégicos

EUA anunciam conclusão de ataques no Irã, atingindo 90 alvos estratégicos.

09/07/2026 · 18h55
EUA concluem ataques no Irã e atingem 90 alvos estratégicos

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Na quarta-feira, dia 8 de julho de 2026, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) realizou uma nova série de ataques contra o Irã. Em comunicado divulgado na madrugada de quinta-feira, 9 de julho, o órgão anunciou a conclusão das ofensivas.

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De acordo com informações dos militares norte-americanos, aproximadamente 90 alvos foram bombardeados ao longo da costa iraniana, com o objetivo de reduzir a capacidade de Teerã de atacar embarcações comerciais no estreito de Ormuz. Os ataques atingiram diversos pontos estratégicos, incluindo sistemas de defesa aérea, depósitos de mísseis e drones, estruturas de vigilância costeira, ativos navais e instalações de logística militar.

Essa ofensiva ampliou a operação iniciada na noite de terça-feira, 7 de julho, quando o Centcom havia informado sobre ataques a cerca de 80 alvos, entre os quais mais de 60 embarcações do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica. A mídia estatal iraniana reportou a morte de 8 militares durante essa ação inicial.

Na quarta-feira, autoridades iranianas também relataram novas vítimas. O vice-governador da província de Khuzestan, Valiollah Hayati, informou que 3 pessoas morreram e várias outras ficaram feridas na periferia de Ahvaz. O governo dos Estados Unidos declarou que os ataques são uma resposta às ações iranianas contra embarcações comerciais na região do estreito de Ormuz.

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Segundo o Centcom, o objetivo das ofensivas é “impor pesados custos ao Irã por violar o cessar-fogo ao atacar 3 navios comerciais que navegavam no estreito de Ormuz”.

Durante a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte, em Ancara, na Turquia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que considera encerrado o acordo firmado com o Irã. “Não quero mais lidar com eles. São escória”, afirmou Trump, ressaltando que os iranianos violaram o entendimento ao atacar navios comerciais.

Trump ainda comentou que, se necessário, poderá atingir a infraestrutura de energia e abastecimento de água do Irã. Em conversa com jornalistas a bordo do Air Force One, ele mencionou que o Irã o procurou após o fim do cessar-fogo, buscando um novo acordo, mas que não estava certo se a proposta seria “vantajosa”.

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Em resposta às declarações de Trump, uma fonte de segurança iraniana afirmou à emissora Press TV que Teerã poderá fechar o estreito de Ormuz caso os ataques continuem. Além disso, a fonte indicou que o Irã responderá em uma proporção de “2 para 1” a novas ações militares dos Estados Unidos.

A Guarda Revolucionária Islâmica também informou ter atacado bases militares norte-americanas no Kuwait e no Bahrein, incluindo as instalações de Arifjan, Ali al-Salem, Jufayr e Sheikh Isa. O grupo ameaçou ampliar as ofensivas contra outras bases dos EUA na região caso Washington mantenha sua campanha militar. Durante a noite, sistemas de defesa aérea foram acionados em países aliados dos norte-americanos.

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Na quarta-feira, dia 8 de julho de 2026, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) realizou uma nova série de ataques contra o Irã. Em comunicado divulgado na madrugada de quinta-feira, 9 de julho, o órgão anunciou a conclusão das ofensivas.

De acordo com informações dos militares norte-americanos, aproximadamente 90 alvos foram bombardeados ao longo da costa iraniana, com o objetivo de reduzir a capacidade de Teerã de atacar embarcações comerciais no estreito de Ormuz. Os ataques atingiram diversos pontos estratégicos, incluindo sistemas de defesa aérea, depósitos de mísseis e drones, estruturas de vigilância costeira, ativos navais e instalações de logística militar.

Essa ofensiva ampliou a operação iniciada na noite de terça-feira, 7 de julho, quando o Centcom havia informado sobre ataques a cerca de 80 alvos, entre os quais mais de 60 embarcações do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica. A mídia estatal iraniana reportou a morte de 8 militares durante essa ação inicial.

Na quarta-feira, autoridades iranianas também relataram novas vítimas. O vice-governador da província de Khuzestan, Valiollah Hayati, informou que 3 pessoas morreram e várias outras ficaram feridas na periferia de Ahvaz. O governo dos Estados Unidos declarou que os ataques são uma resposta às ações iranianas contra embarcações comerciais na região do estreito de Ormuz.

Segundo o Centcom, o objetivo das ofensivas é “impor pesados custos ao Irã por violar o cessar-fogo ao atacar 3 navios comerciais que navegavam no estreito de Ormuz”.

Durante a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte, em Ancara, na Turquia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que considera encerrado o acordo firmado com o Irã. “Não quero mais lidar com eles. São escória”, afirmou Trump, ressaltando que os iranianos violaram o entendimento ao atacar navios comerciais.

Trump ainda comentou que, se necessário, poderá atingir a infraestrutura de energia e abastecimento de água do Irã. Em conversa com jornalistas a bordo do Air Force One, ele mencionou que o Irã o procurou após o fim do cessar-fogo, buscando um novo acordo, mas que não estava certo se a proposta seria “vantajosa”.

Em resposta às declarações de Trump, uma fonte de segurança iraniana afirmou à emissora Press TV que Teerã poderá fechar o estreito de Ormuz caso os ataques continuem. Além disso, a fonte indicou que o Irã responderá em uma proporção de “2 para 1” a novas ações militares dos Estados Unidos.

A Guarda Revolucionária Islâmica também informou ter atacado bases militares norte-americanas no Kuwait e no Bahrein, incluindo as instalações de Arifjan, Ali al-Salem, Jufayr e Sheikh Isa. O grupo ameaçou ampliar as ofensivas contra outras bases dos EUA na região caso Washington mantenha sua campanha militar. Durante a noite, sistemas de defesa aérea foram acionados em países aliados dos norte-americanos.

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