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Aracaju, Segunda-feira, 13 de julho de 2026
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EUA realizam novos ataques ao Irã visando alvos estratégicos

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EUA realizam novos ataques ao Irã visando alvos estratégicos

EUA realizam nova rodada de ataques ao Irã com foco em alvos estratégicos.

13/07/2026 · 13h00
EUA realizam novos ataques ao Irã visando alvos estratégicos

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O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) concluiu, no domingo (12 de julho de 2026), uma nova série de ataques aéreos que atingiram dezenas de alvos no Irã. A ação, segundo informações dos militares norte-americanos, teve como principal objetivo reduzir a capacidade do país de realizar ataques contra embarcações que transitam pelo estreito de Ormuz.

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Os ataques focaram em sistemas de defesa aérea, radares costeiros, estruturas ligadas a mísseis e drones, além de pequenas embarcações. A operação contou com a mobilização de caças, navios, drones aéreos de ataque unidirecional e, pela primeira vez, drones marítimos com a mesma finalidade.

“O estreito de Ormuz é um corredor marítimo vital para o comércio global. O Irã não o controla”, declarou o Centcom.

As forças norte-americanas afirmaram estar posicionadas para garantir a liberdade de navegação comercial, mesmo diante das ameaças e das restrições anunciadas por Teerã.

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A ofensiva provocou uma intensificação da troca de ataques entre os dois países. O Irã respondeu com mísseis e drones contra instalações militares dos EUA localizadas no Kuwait, Bahrein, Jordânia, Omã e Qatar. Autoridades da região informaram que parte dos projéteis foi interceptada.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã denunciou que os bombardeios norte-americanos comprometeram os esforços diplomáticos realizados nos últimos meses para reduzir a tensão. Além disso, Teerã acusou Washington de promover insegurança na rota e de prejudicar a navegação comercial.

Recentemente, o governo iraniano havia declarado a suspensão da passagem pelo estreito devido às movimentações militares dos EUA, e está em processo de implantação de um sistema permanente de autorizações e cobrança de taxas das embarcações. Washington contesta essa medida, afirmando que o tráfego pode seguir por uma rota ao sul, próxima a Omã.

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A escalada da situação aumentou as incertezas em relação ao acordo provisório firmado em junho entre os dois países, que previa a retomada da navegação e um período de 60 dias para negociações. O presidente dos EUA, Donald Trump, do Partido Republicano, afirmou que o cessar-fogo havia chegado ao fim, mas deixou em aberto a possibilidade de novas conversas.

Antes do início do conflito, que começou no final de fevereiro, cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito transportados globalmente passavam pelo estreito de Ormuz. Com a nova ofensiva, os preços internacionais do petróleo superaram a marca de US$ 79.

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O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) concluiu, no domingo (12 de julho de 2026), uma nova série de ataques aéreos que atingiram dezenas de alvos no Irã. A ação, segundo informações dos militares norte-americanos, teve como principal objetivo reduzir a capacidade do país de realizar ataques contra embarcações que transitam pelo estreito de Ormuz.

Os ataques focaram em sistemas de defesa aérea, radares costeiros, estruturas ligadas a mísseis e drones, além de pequenas embarcações. A operação contou com a mobilização de caças, navios, drones aéreos de ataque unidirecional e, pela primeira vez, drones marítimos com a mesma finalidade.

“O estreito de Ormuz é um corredor marítimo vital para o comércio global. O Irã não o controla”, declarou o Centcom.

As forças norte-americanas afirmaram estar posicionadas para garantir a liberdade de navegação comercial, mesmo diante das ameaças e das restrições anunciadas por Teerã.

A ofensiva provocou uma intensificação da troca de ataques entre os dois países. O Irã respondeu com mísseis e drones contra instalações militares dos EUA localizadas no Kuwait, Bahrein, Jordânia, Omã e Qatar. Autoridades da região informaram que parte dos projéteis foi interceptada.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã denunciou que os bombardeios norte-americanos comprometeram os esforços diplomáticos realizados nos últimos meses para reduzir a tensão. Além disso, Teerã acusou Washington de promover insegurança na rota e de prejudicar a navegação comercial.

Recentemente, o governo iraniano havia declarado a suspensão da passagem pelo estreito devido às movimentações militares dos EUA, e está em processo de implantação de um sistema permanente de autorizações e cobrança de taxas das embarcações. Washington contesta essa medida, afirmando que o tráfego pode seguir por uma rota ao sul, próxima a Omã.

A escalada da situação aumentou as incertezas em relação ao acordo provisório firmado em junho entre os dois países, que previa a retomada da navegação e um período de 60 dias para negociações. O presidente dos EUA, Donald Trump, do Partido Republicano, afirmou que o cessar-fogo havia chegado ao fim, mas deixou em aberto a possibilidade de novas conversas.

Antes do início do conflito, que começou no final de fevereiro, cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito transportados globalmente passavam pelo estreito de Ormuz. Com a nova ofensiva, os preços internacionais do petróleo superaram a marca de US$ 79.

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