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Ex-ENHYPEN EVAN revela diagnóstico de linfoma maligno na infância

EVAN, ex-ENHYPEN, revelou ter sido diagnosticado com linfoma maligno na infância; relato aparece no mini-álbum DEATH OF ME, que será lançado em 7.

04/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h58
Ex-ENHYPEN EVAN revela diagnóstico de linfoma maligno na infância

Ele disse que, na quarta série, uma tosse que parecia resfriado evoluiu para falta de ar durante uma partida de futebol. Exames confirmaram câncer e ele contou as marcas físicas e emocionais do tratamento.

O cantor EVAN, anteriormente conhecido como Heeseung e ex-integrante do grupo ENHYPEN, revelou ter sido diagnosticado com um linfoma maligno quando estava na quarta série. Em entrevista publicada nesta sexta-feira (4), ele relatou os sintomas iniciais, o tratamento e as consequências físicas e emocionais daquele período.

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Segundo EVAN, os primeiros sinais surgiram como uma tosse que parecia um resfriado. A situação se agravou enquanto jogava futebol: após dar poucos passos, ele teve dificuldade para respirar. Exames realizados no hospital levaram ao diagnóstico de câncer.

Durante o tratamento, o cantor destacou o papel da mãe como uma das principais motivações para manter a resistência. A música manteve presença constante: em atividades promovidas pelo hospital para pacientes, EVAN tocava violão e chegou a atuar como apresentador dos eventos.

“Eu queria demonstrar força por ela”, disse o artista.

EVAN contou ainda que, embora sonhasse em ser cantor desde os seis anos, na época do tratamento seus pensamentos estavam voltados para a sobrevivência. Ele recordou o desejo de retornar para casa e seguir vivendo.

“Eu quero muito viver, quero voltar para casa”, recordou sobre o que pensava na época.

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Após a conclusão do tratamento, o cantor enfrentou dificuldades para retomar a rotina escolar: relatou perda de energia e cabelo ainda em crescimento por causa da quimioterapia, o que resultou em provocações por parte de colegas. A experiência, segundo ele, mudou sua personalidade. EVAN disse que acabou construindo novas amizades quando ficou mais velho, mas percebeu que já não tinha o mesmo comportamento extrovertido de antes.

“Faz muito tempo que não penso nisso. Dói trazer essas lembranças de volta”, afirmou.

O relato também aparece nas canções do primeiro mini-álbum solo de EVAN, DEATH OF ME, que será lançado na próxima segunda-feira (7). O projeto marca sua estreia após deixar o ENHYPEN e adotar o nome artístico EVAN para desenvolver a carreira solo.

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Em relação ao repertório, o artista vinculou sua experiência de infância às músicas “Noise” e “Death of Me”, e explicou que a mensagem central do trabalho é a ideia de que momentos difíceis não equivalem necessariamente ao fim da trajetória pessoal.

Ao explicar a faixa-título, EVAN afirmou que cantar que aquele momento “não é o meu fim” parte de uma experiência pessoal de ter estado próximo da morte.

O cantor também afirmou que o início desta nova etapa representa uma oportunidade de transmitir esperança, mostrando que períodos de dor podem, com o tempo, dar lugar a dias melhores. Acompanhe os lançamentos de EVAN e a divulgação do mini-álbum DEATH OF ME.

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Ele disse que, na quarta série, uma tosse que parecia resfriado evoluiu para falta de ar durante uma partida de futebol. Exames confirmaram câncer e ele contou as marcas físicas e emocionais do tratamento.

O cantor EVAN, anteriormente conhecido como Heeseung e ex-integrante do grupo ENHYPEN, revelou ter sido diagnosticado com um linfoma maligno quando estava na quarta série. Em entrevista publicada nesta sexta-feira (4), ele relatou os sintomas iniciais, o tratamento e as consequências físicas e emocionais daquele período.

Segundo EVAN, os primeiros sinais surgiram como uma tosse que parecia um resfriado. A situação se agravou enquanto jogava futebol: após dar poucos passos, ele teve dificuldade para respirar. Exames realizados no hospital levaram ao diagnóstico de câncer.

Durante o tratamento, o cantor destacou o papel da mãe como uma das principais motivações para manter a resistência. A música manteve presença constante: em atividades promovidas pelo hospital para pacientes, EVAN tocava violão e chegou a atuar como apresentador dos eventos.

“Eu queria demonstrar força por ela”, disse o artista.

EVAN contou ainda que, embora sonhasse em ser cantor desde os seis anos, na época do tratamento seus pensamentos estavam voltados para a sobrevivência. Ele recordou o desejo de retornar para casa e seguir vivendo.

“Eu quero muito viver, quero voltar para casa”, recordou sobre o que pensava na época.

Após a conclusão do tratamento, o cantor enfrentou dificuldades para retomar a rotina escolar: relatou perda de energia e cabelo ainda em crescimento por causa da quimioterapia, o que resultou em provocações por parte de colegas. A experiência, segundo ele, mudou sua personalidade. EVAN disse que acabou construindo novas amizades quando ficou mais velho, mas percebeu que já não tinha o mesmo comportamento extrovertido de antes.

“Faz muito tempo que não penso nisso. Dói trazer essas lembranças de volta”, afirmou.

O relato também aparece nas canções do primeiro mini-álbum solo de EVAN, DEATH OF ME, que será lançado na próxima segunda-feira (7). O projeto marca sua estreia após deixar o ENHYPEN e adotar o nome artístico EVAN para desenvolver a carreira solo.

Em relação ao repertório, o artista vinculou sua experiência de infância às músicas “Noise” e “Death of Me”, e explicou que a mensagem central do trabalho é a ideia de que momentos difíceis não equivalem necessariamente ao fim da trajetória pessoal.

Ao explicar a faixa-título, EVAN afirmou que cantar que aquele momento “não é o meu fim” parte de uma experiência pessoal de ter estado próximo da morte.

O cantor também afirmou que o início desta nova etapa representa uma oportunidade de transmitir esperança, mostrando que períodos de dor podem, com o tempo, dar lugar a dias melhores. Acompanhe os lançamentos de EVAN e a divulgação do mini-álbum DEATH OF ME.

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