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Esporte

Fábio Mota acusa arbitragem por cotovelada não punida

Fábio Mota, presidente do Vitória, critica arbitragem após derrota para o Palmeiras.

30/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h32
Fábio Mota acusa arbitragem por cotovelada não punida

Na derrota por 4 a 0 para o Palmeiras no Barradão, Fábio Mota criticou a atuação do árbitro Alex Gomes Stefano. Ele afirmou que Maurício não foi expulso após cotovelada que deixou Cacá com cinco pontos no queixo.

O presidente do Vitória, Fábio Mota, criticou severamente a arbitragem do jogo contra o Palmeiras, ocorrido nesta quarta-feira (30), em que a equipe rubro-negra foi derrotada por 4 a 0 no Campeonato Brasileiro. O dirigente expressou sua insatisfação em relação às decisões do árbitro Alex Gomes Stefano durante a partida no Barradão, em Salvador (BA).

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Mota destacou um lance crucial da partida, quando o jogador Maurício, do Palmeiras, não foi expulso após dar uma cotovelada no zagueiro Cacá, do Vitória. O defensor precisou receber cinco pontos no queixo devido à gravidade do golpe.

Ainda bem que o Brasil viu o jogo. O Cacá levou cinco pontos no queixo, não foi por acaso. Não foi por ser intencional, o que foi relatado pelos jogadores foi que o árbitro disse que não foi intencional. Intencional, não, mas foram cinco pontos no queixo.

Fábio Mota afirmou que a permanência de Maurício em campo “desequilibrou a partida completamente”. Ele argumentou que o Vitória estava desempenhando um bom futebol e tinha 70% de posse de bola antes do incidente. O presidente também lembrou de uma polêmica envolvendo uma partida anterior entre Vitória e Flamengo em 2025, reforçando a dificuldade em se fazer futebol no Nordeste.

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Como forma de protesto, Mota anunciou que nem os jogadores, nem o treinador concederiam entrevistas após o jogo. Em seguida, o Vitória divulgou uma nota oficial, onde reiterou as críticas à arbitragem e anunciou que formalizará uma representação junto à Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

A nota expressa “absoluta indignação e revolta” com a atuação da equipe de arbitragem, incluindo o árbitro de vídeo, Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira. O clube classificou a cotovelada em Cacá, ocorrida aos 25 minutos do primeiro tempo, como “um lance claro de agressão”.

O Vitória argumenta que a não expulsão de Maurício impactou diretamente o andamento da partida e seus desdobramentos. Na conclusão da nota, a diretoria reafirma seu compromisso em defender os interesses do clube e de sua torcida, exigindo respeito dentro e fora das quatro linhas.

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Na derrota por 4 a 0 para o Palmeiras no Barradão, Fábio Mota criticou a atuação do árbitro Alex Gomes Stefano. Ele afirmou que Maurício não foi expulso após cotovelada que deixou Cacá com cinco pontos no queixo.

O presidente do Vitória, Fábio Mota, criticou severamente a arbitragem do jogo contra o Palmeiras, ocorrido nesta quarta-feira (30), em que a equipe rubro-negra foi derrotada por 4 a 0 no Campeonato Brasileiro. O dirigente expressou sua insatisfação em relação às decisões do árbitro Alex Gomes Stefano durante a partida no Barradão, em Salvador (BA).

Mota destacou um lance crucial da partida, quando o jogador Maurício, do Palmeiras, não foi expulso após dar uma cotovelada no zagueiro Cacá, do Vitória. O defensor precisou receber cinco pontos no queixo devido à gravidade do golpe.

Ainda bem que o Brasil viu o jogo. O Cacá levou cinco pontos no queixo, não foi por acaso. Não foi por ser intencional, o que foi relatado pelos jogadores foi que o árbitro disse que não foi intencional. Intencional, não, mas foram cinco pontos no queixo.

Fábio Mota afirmou que a permanência de Maurício em campo “desequilibrou a partida completamente”. Ele argumentou que o Vitória estava desempenhando um bom futebol e tinha 70% de posse de bola antes do incidente. O presidente também lembrou de uma polêmica envolvendo uma partida anterior entre Vitória e Flamengo em 2025, reforçando a dificuldade em se fazer futebol no Nordeste.

Como forma de protesto, Mota anunciou que nem os jogadores, nem o treinador concederiam entrevistas após o jogo. Em seguida, o Vitória divulgou uma nota oficial, onde reiterou as críticas à arbitragem e anunciou que formalizará uma representação junto à Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

A nota expressa “absoluta indignação e revolta” com a atuação da equipe de arbitragem, incluindo o árbitro de vídeo, Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira. O clube classificou a cotovelada em Cacá, ocorrida aos 25 minutos do primeiro tempo, como “um lance claro de agressão”.

O Vitória argumenta que a não expulsão de Maurício impactou diretamente o andamento da partida e seus desdobramentos. Na conclusão da nota, a diretoria reafirma seu compromisso em defender os interesses do clube e de sua torcida, exigindo respeito dentro e fora das quatro linhas.

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