Dia das Mães, celebrado neste domingo (10/5), motivou publicações e depoimentos emotivos de artistas que compartilharam lembranças e desafios ligados à maternidade. O portal LeoDias reuniu falas marcantes de celebridades sobre a relação com os filhos e com as próprias mães.
Declarações que comoveram
Matheus Nachtergaele falou sobre a mãe, a poetisa Cecília, que morreu quando ele tinha três meses, em participação no programa “Lady Night”, comandado por Tata Werneck. O ator contou que a mãe deixou um diário detalhando seus primeiros meses de vida; a última anotação registrava o momento em que ele, ainda bebê, mexeu no sininho do berço. Matheus afirmou que a ausência materna influenciou sua formação e disse sentir gratidão pela poesia que nasceu dessa experiência.
Deborah Secco relatou, em entrevista ao “Jornal dos Famosos”, da LeoDias TV, a intensidade da ligação com a mãe, Silvia Secco, e como esse afeto a motivou a querer ser mãe. A atriz afirmou que, quando algo bom acontece, é a mãe quem ela procura primeiro, e explicou que desejou ser amada da mesma forma. Mãe de Maria Flor, que tem 10 anos, Deborah descreveu a relação com a filha como simbiótica e afirmou buscar uma criação mais livre, evitando repetir padrões emocionais do passado.
Giovanna Ewbank emocionou ao relembrar no “Altas Horas”, da Globo, uma conversa com Titi, filha adotiva nascida no Malawi. A menina questionou de qual barriga havia nascido; Giovanna explicou que Titi nasceu “do coração”, convidou a filha a tocar sua barriga e depois o peito para mostrar que o amor vem de dentro. Giovanna e Bruno Gagliasso também são pais de Bless e Zyan.
Tata Werneck descreveu as dificuldades que enfrentou na gestação de Clara Maria, fruto do relacionamento com Rafael Vitti. A apresentadora relatou ter diagnóstico de endometriose e passado por complicações durante a gravidez, incluindo descolamento, diabetes gestacional, vômitos intensos — que, segundo ela, chegaram a ocorrer dezenas de vezes por dia — urticária e uso de hormônios. Tata disse ter ficado cerca de dois meses deitada e criticou a romantização do processo gestacional, afirmando que sofrimento na gravidez não diminui o amor pela filha.
Taís Araujo contou, também no “Lady Night”, a frustração após o nascimento da filha caçula, Maria Antônia, quando não conseguiu amamentá-la devido ao uso de antibióticos no fim da gestação. A atriz relatou angústia nos primeiros dias e afirmou que se tranquilizou ao ouvir da irmã que o vínculo maternal pode ser construído de outras maneiras, não apenas pela amamentação.
Os relatos reunidos pelo portal mostram diferentes faces da maternidade — entre ausências, dificuldades, escolhas e amor — e ressaltam que a experiência materna nem sempre corresponde às idealizações públicas.
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