Definir o que torna uma cidade a melhor para viver no Brasil vai além da localização ou do custo dos imóveis. A qualidade de vida é medida por diversos fatores, como segurança, mobilidade, acesso à saúde, educação, oportunidades de trabalho, sustentabilidade e bem-estar.
Levantamentos como o Índice de Progresso Social (IPS Brasil) avaliam os municípios a partir de indicadores sociais e ambientais, ajudando a identificar as cidades que oferecem as melhores condições para os moradores. Esses indicadores consideram aspectos das necessidades humanas básicas, do bem-estar e das oportunidades disponíveis para a população.
As cidades que se destacam em qualidade de vida são aquelas que conseguem equilibrar desenvolvimento econômico, infraestrutura urbana e bem-estar social. Rankings nacionais mostram que municípios de diferentes portes podem oferecer excelentes condições de vida, incluindo localidades do interior paulista, cidades do Sul do país e capitais que se destacam pelos investimentos em mobilidade, educação, saúde e planejamento urbano.
Alguns exemplos frequentemente citados nas listas das melhores cidades para viver incluem Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), Campinas (SP), São José dos Campos (SP), Jundiaí (SP) e Campo Grande (MS).
Embora cada levantamento utilize metodologias próprias, há um consenso de que cidades com boa infraestrutura, acesso a serviços e desenvolvimento urbano consistente tendem a apresentar melhores indicadores de qualidade de vida.
A sustentabilidade também desempenha um papel fundamental na escolha da cidade e do imóvel. De acordo com José Luiz Esteves da Fonseca, Gestor Executivo de Relações Institucionais e Sustentabilidade da MRV&CO, o mercado imobiliário está passando por uma mudança estrutural. Ele afirma que ‘o mercado imobiliário caminha para um novo paradigma: o do morar com propósito’.
Os compradores estão priorizando qualidade de vida, sustentabilidade, saúde e bem-estar, além de uma infraestrutura urbana que possibilite acessibilidade rápida e segura. Entre os fatores mais valorizados estão áreas verdes, mobilidade urbana eficiente, conforto térmico, iluminação natural, eficiência energética, uso racional de água, infraestrutura de lazer e a proximidade entre moradia, trabalho e serviços.
O perfil dos compradores mudou significativamente nos últimos anos. Mais do que avaliar o imóvel isoladamente, as pessoas consideram o impacto que a cidade e a vizinhança terão em sua rotina. Fatores como segurança, saneamento básico, iluminação pública, qualidade das vias de acesso, transporte e oferta de comércio e serviços tornaram-se critérios relevantes na escolha de onde morar.
Para a MRV, as melhores cidades são aquelas que equilibram crescimento econômico, desenvolvimento urbano e qualidade de vida. A moradia deve ser analisada dentro de um contexto mais amplo, que envolve a infraestrutura ao redor do empreendimento.
Os empreendimentos Cidade Sete Sóis da MRV exemplificam como o desenvolvimento urbano inteligente pode contribuir para a qualidade de vida, com base em sete pilares: Viva Verde, Comodidades, Segurança, Mobilidade e Acessibilidade, Boa Vizinhança, Tecnologia e Desenvolvimento Urbano. A proposta visa criar um ambiente integrado, onde moradia, trabalho, serviços, inovação e lazer estejam conectados, promovendo uma experiência urbana mais eficiente e qualificada.
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