Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Economia

Fazenda corta projeção de crescimento do PIB para 2,3% em 2026

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda reduziu de 2,4% para 2,3% a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2026. O novo número foi divulgado nesta sexta-feira (6) no Boletim Macrofiscal. De acordo com o documento, a revisão reflete uma “desaceleração acentuada” na atividade agropecuária após a […]

06/02/2026 · 20h42
Fazenda corta projeção de crescimento do PIB para 2,3% em 2026

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda reduziu de 2,4% para 2,3% a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2026. O novo número foi divulgado nesta sexta-feira (6) no Boletim Macrofiscal.

De acordo com o documento, a revisão reflete uma “desaceleração acentuada” na atividade agropecuária após a safra recorde de 2025, parcialmente compensada por maior crescimento nos setores de indústria e serviços. A SPE também projeta aceleração da absorção doméstica, embora com contribuição menor das exportações diante de um cenário global mais restritivo.

Publicidade

Inflação e juros

Para 2026, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida em 3,6%. Segundo a SPE, os preços continuam influenciados pelo excedente de oferta global de bens e combustíveis, além dos efeitos defasados da valorização do real e da política monetária. Em 2025, o IPCA fechou em alta de 4,26%.

A taxa básica de juros (Selic) está em 15% ao ano, patamar mais elevado desde julho de 2006, quando marcava 15,25%. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sinalizou que poderá iniciar o ciclo de cortes na reunião de março, caso o processo de desinflação prossiga sem surpresas.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Riscos apontados

Entre os riscos para o cenário de 2026, o boletim destaca possíveis agravamentos de tensões geopolíticas e comerciais, além de uma desaceleração mais forte da economia chinesa. O texto cita ainda a instabilidade política na Venezuela e o aumento de atritos entre Estados Unidos e Europa em torno da Groenlândia, fatores que podem ampliar a volatilidade financeira internacional e pressionar o dólar.

Com informações de Agência Brasil

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda reduziu de 2,4% para 2,3% a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2026. O novo número foi divulgado nesta sexta-feira (6) no Boletim Macrofiscal.

De acordo com o documento, a revisão reflete uma “desaceleração acentuada” na atividade agropecuária após a safra recorde de 2025, parcialmente compensada por maior crescimento nos setores de indústria e serviços. A SPE também projeta aceleração da absorção doméstica, embora com contribuição menor das exportações diante de um cenário global mais restritivo.

Inflação e juros

Para 2026, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida em 3,6%. Segundo a SPE, os preços continuam influenciados pelo excedente de oferta global de bens e combustíveis, além dos efeitos defasados da valorização do real e da política monetária. Em 2025, o IPCA fechou em alta de 4,26%.

A taxa básica de juros (Selic) está em 15% ao ano, patamar mais elevado desde julho de 2006, quando marcava 15,25%. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sinalizou que poderá iniciar o ciclo de cortes na reunião de março, caso o processo de desinflação prossiga sem surpresas.

Riscos apontados

Entre os riscos para o cenário de 2026, o boletim destaca possíveis agravamentos de tensões geopolíticas e comerciais, além de uma desaceleração mais forte da economia chinesa. O texto cita ainda a instabilidade política na Venezuela e o aumento de atritos entre Estados Unidos e Europa em torno da Groenlândia, fatores que podem ampliar a volatilidade financeira internacional e pressionar o dólar.

Com informações de Agência Brasil

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA