Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Domingo, 19 de julho de 2026
Pular para o conteúdo

Flávio Bolsonaro e Michelle: Reconciliação é considerada impossível antes da eleição

Política

Flávio Bolsonaro e Michelle: Reconciliação é considerada impossível antes da eleição

Flávio Bolsonaro e Michelle não devem se reconciliar antes da eleição de outubro.

17/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h14
Flávio Bolsonaro e Michelle: Reconciliação é considerada impossível antes da eleição

Publicidade

A cúpula da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência e dirigentes do PL avaliam que não há mais chances de reconciliação entre o senador e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro antes da eleição marcada para 4 de outubro. Internamente, a avaliação é de que não faz sentido investir esforços nessa direção, já que Michelle deixou claro seu desinteresse em manter proximidade.

Publicidade

Publicidade

A expectativa interna é de que não ocorram novas críticas públicas entre os dois. O presidente do partido, Valdemar Costa Neto, chegou a tentar promover uma aproximação entre a ex-primeira-dama e o senador, mas hoje considera a chance disso acontecer praticamente nula.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

O rompimento entre Flávio e Michelle representa uma perda significativa para a pré-campanha, pois ela era uma das principais pontes do senador com o eleitorado feminino e evangélico. Michelle, que presidiu o PL Mulher, teve papel importante na ampliação do número de filiadas da legenda e mantém diálogo ativo com lideranças religiosas.

O desgaste ficou público quando a ex-primeira-dama publicou vídeos em que afirmou ter sido “apunhalada” e “humilhada” pelo enteado. Seis dias depois, em 30 de junho, Valdemar Costa Neto tentou convencê-la a reconsiderar as declarações, sem sucesso.

Uma pesquisa da PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (16.jul.2026) indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 45% das intenções de voto em uma simulação de segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 43% — os dois estão tecnicamente empatados, dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. Em relação ao levantamento anterior, feito em maio, Lula recuou 1 ponto e Flávio subiu 1 ponto, ambos dentro da margem de erro; a distância entre os candidatos caiu de 4 para 2 pontos percentuais em dois meses.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

Publicidade

A cúpula da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência e dirigentes do PL avaliam que não há mais chances de reconciliação entre o senador e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro antes da eleição marcada para 4 de outubro. Internamente, a avaliação é de que não faz sentido investir esforços nessa direção, já que Michelle deixou claro seu desinteresse em manter proximidade.

A expectativa interna é de que não ocorram novas críticas públicas entre os dois. O presidente do partido, Valdemar Costa Neto, chegou a tentar promover uma aproximação entre a ex-primeira-dama e o senador, mas hoje considera a chance disso acontecer praticamente nula.

O rompimento entre Flávio e Michelle representa uma perda significativa para a pré-campanha, pois ela era uma das principais pontes do senador com o eleitorado feminino e evangélico. Michelle, que presidiu o PL Mulher, teve papel importante na ampliação do número de filiadas da legenda e mantém diálogo ativo com lideranças religiosas.

O desgaste ficou público quando a ex-primeira-dama publicou vídeos em que afirmou ter sido “apunhalada” e “humilhada” pelo enteado. Seis dias depois, em 30 de junho, Valdemar Costa Neto tentou convencê-la a reconsiderar as declarações, sem sucesso.

Uma pesquisa da PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (16.jul.2026) indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 45% das intenções de voto em uma simulação de segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 43% — os dois estão tecnicamente empatados, dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. Em relação ao levantamento anterior, feito em maio, Lula recuou 1 ponto e Flávio subiu 1 ponto, ambos dentro da margem de erro; a distância entre os candidatos caiu de 4 para 2 pontos percentuais em dois meses.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA