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Justiça

Flávio Bolsonaro rejeita versão de fuga do pai e questiona fundamentos da prisão preventiva

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou neste sábado que seu pai, ex-presidente Jair Bolsonaro, tenha tentado fugir ou remover a tornozeleira eletrônica — dois dos fundamentos citados na ordem de prisão preventiva emitida pelo ministro Alexandre de Moraes.

22/11/2025 · 22h46 · Atualizado às 18h56
Flávio Bolsonaro rejeita versão de fuga do pai e questiona fundamentos da prisão preventiva

Senador afirma que Jair Bolsonaro “mal poderia caminhar 1 km” e acusa Alexandre de Moraes de basear decisão em “achismos” enquanto defende vigília em sua defesa.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou neste sábado que seu pai, ex-presidente Jair Bolsonaro, tenha tentado fugir ou remover a tornozeleira eletrônica — dois dos fundamentos citados na ordem de prisão preventiva emitida pelo ministro Alexandre de Moraes.

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Durante transmissão ao vivo em suas redes sociais, Flávio afirmou que “não consigo imaginar qual seria a possibilidade do meu pai conseguir caminhar, talvez mais de 1 km…”, ressaltando que a movimentação necessária para uma fuga seria “humanamente impossível” diante das condições de vigilância.

Ele também questionou o uso da vigília religiosa convocada por ele em frente ao condomínio onde Bolsonaro cumpria prisão domiciliar, ressaltando que outras aglomerações já ocorreram no local sem consequências. Segundo Flávio, se fosse intenção do pai “sair voando”, teria buscado outro caminho — e criticou o ministro Moraes por “criminalizar o direito sagrado constitucional de reunião e de livre exercício da crença”.

Segundo a decisão do ministro Alexandre de Moraes, a prisão preventiva foi motivada por risco de fuga, citando violação da tornozeleira eletrônica às 0h08 da madrugada e a vigília que poderia facilitar eventual tentativa de fuga.

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Flávio alegou ainda que a prisão já estava decidida antes da suposta avaria na tornozeleira e que o aparato policial ao redor da casa de Bolsonaro inviabilizava qualquer fuga: câmeras, escolta permanente e inspeções constantes estariam sendo realizadas.

Além disso, o senador sugeriu que o episódio envolvendo a tornozeleira poderia ter sido desencadeado por uma visita de familiares que vieram de São Paulo, o que, segundo ele, poderia ter gerado situação de constrangimento para Bolsonaro — ainda que, explicitamente, tenha ressaltado que não está afirmando haver intenção de fuga. (A argumentação foi apresentada por Flávio em entrevistas aos portais de notícia.)

A família Bolsonaro agora se prepara para reagir juridicamente à decisão da prisão preventiva, enquanto o clima político se intensifica, com aliados e adversários mobilizados.

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Senador afirma que Jair Bolsonaro “mal poderia caminhar 1 km” e acusa Alexandre de Moraes de basear decisão em “achismos” enquanto defende vigília em sua defesa.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou neste sábado que seu pai, ex-presidente Jair Bolsonaro, tenha tentado fugir ou remover a tornozeleira eletrônica — dois dos fundamentos citados na ordem de prisão preventiva emitida pelo ministro Alexandre de Moraes.

Durante transmissão ao vivo em suas redes sociais, Flávio afirmou que “não consigo imaginar qual seria a possibilidade do meu pai conseguir caminhar, talvez mais de 1 km…”, ressaltando que a movimentação necessária para uma fuga seria “humanamente impossível” diante das condições de vigilância.

Ele também questionou o uso da vigília religiosa convocada por ele em frente ao condomínio onde Bolsonaro cumpria prisão domiciliar, ressaltando que outras aglomerações já ocorreram no local sem consequências. Segundo Flávio, se fosse intenção do pai “sair voando”, teria buscado outro caminho — e criticou o ministro Moraes por “criminalizar o direito sagrado constitucional de reunião e de livre exercício da crença”.

Segundo a decisão do ministro Alexandre de Moraes, a prisão preventiva foi motivada por risco de fuga, citando violação da tornozeleira eletrônica às 0h08 da madrugada e a vigília que poderia facilitar eventual tentativa de fuga.

Flávio alegou ainda que a prisão já estava decidida antes da suposta avaria na tornozeleira e que o aparato policial ao redor da casa de Bolsonaro inviabilizava qualquer fuga: câmeras, escolta permanente e inspeções constantes estariam sendo realizadas.

Além disso, o senador sugeriu que o episódio envolvendo a tornozeleira poderia ter sido desencadeado por uma visita de familiares que vieram de São Paulo, o que, segundo ele, poderia ter gerado situação de constrangimento para Bolsonaro — ainda que, explicitamente, tenha ressaltado que não está afirmando haver intenção de fuga. (A argumentação foi apresentada por Flávio em entrevistas aos portais de notícia.)

A família Bolsonaro agora se prepara para reagir juridicamente à decisão da prisão preventiva, enquanto o clima político se intensifica, com aliados e adversários mobilizados.

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