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Aracaju, Sexta-feira, 3 de julho de 2026
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Flávio Bolsonaro solicita pausa de 180 dias antes de novas tarifas dos EUA

Política

Flávio Bolsonaro solicita pausa de 180 dias antes de novas tarifas dos EUA

Flávio Bolsonaro solicita pausa de 180 dias em tarifas dos EUA para produtos brasileiros.

03/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 03h26
Flávio Bolsonaro solicita pausa de 180 dias antes de novas tarifas dos EUA

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, enviou uma proposta ao USTR (Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos) nesta quinta-feira (2 de julho de 2026), sugerindo uma pausa de 180 dias antes da implementação das tarifas de 25% que estão previstas sobre produtos brasileiros. A proposta, contida em um documento de 86 páginas, visa abrir um espaço para negociações entre Brasil e Estados Unidos antes de qualquer medida tarifária ser aplicada.

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No documento, Flávio não solicita o cancelamento das tarifas, mas propõe um mecanismo de “snapback” (retorno automático), que funciona como uma última tentativa de acordo. Durante o período de 180 dias, as tarifas ficariam suspensas enquanto as duas nações buscariam uma solução negociada. Caso haja progresso nas negociações, esse prazo poderá ser estendido por mais 90 dias.

“O governo atual teria esse período para participar de negociações conduzidas de boa-fé, sem a perspectiva de obter dividendos eleitorais ou enfrentar as consequências do restabelecimento dessas ações”, diz o documento.

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Flávio argumenta que a suspensão temporária das tarifas é importante, especialmente com a proximidade das eleições no Brasil, pois pode evitar que disputas comerciais sejam usadas como moeda de troca em campanhas eleitorais. Ele também destaca que, segundo pesquisas de opinião pública, as tarifas anteriores não conseguiram mudar o comportamento do governo brasileiro e, paradoxalmente, fortaleceram a posição política do atual governo.

Além disso, o senador menciona que a própria legislação americana permite o adiamento da implementação das tarifas por até 180 dias, desde que isso esteja alinhado com o interesse econômico nacional e negociações estejam em andamento ou prestes a começar. Ele afirma que a implementação de tarifas amplas pode ter um custo elevado para a economia dos Estados Unidos, afetando consumidores, empresas e cadeias produtivas ligadas ao comércio bilateral.

Com essa proposta, Flávio espera que o governo dos EUA leve em consideração os impactos que as tarifas podem ter e busque um caminho que beneficie ambas as nações.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, enviou uma proposta ao USTR (Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos) nesta quinta-feira (2 de julho de 2026), sugerindo uma pausa de 180 dias antes da implementação das tarifas de 25% que estão previstas sobre produtos brasileiros. A proposta, contida em um documento de 86 páginas, visa abrir um espaço para negociações entre Brasil e Estados Unidos antes de qualquer medida tarifária ser aplicada.

No documento, Flávio não solicita o cancelamento das tarifas, mas propõe um mecanismo de “snapback” (retorno automático), que funciona como uma última tentativa de acordo. Durante o período de 180 dias, as tarifas ficariam suspensas enquanto as duas nações buscariam uma solução negociada. Caso haja progresso nas negociações, esse prazo poderá ser estendido por mais 90 dias.

“O governo atual teria esse período para participar de negociações conduzidas de boa-fé, sem a perspectiva de obter dividendos eleitorais ou enfrentar as consequências do restabelecimento dessas ações”, diz o documento.

Flávio argumenta que a suspensão temporária das tarifas é importante, especialmente com a proximidade das eleições no Brasil, pois pode evitar que disputas comerciais sejam usadas como moeda de troca em campanhas eleitorais. Ele também destaca que, segundo pesquisas de opinião pública, as tarifas anteriores não conseguiram mudar o comportamento do governo brasileiro e, paradoxalmente, fortaleceram a posição política do atual governo.

Além disso, o senador menciona que a própria legislação americana permite o adiamento da implementação das tarifas por até 180 dias, desde que isso esteja alinhado com o interesse econômico nacional e negociações estejam em andamento ou prestes a começar. Ele afirma que a implementação de tarifas amplas pode ter um custo elevado para a economia dos Estados Unidos, afetando consumidores, empresas e cadeias produtivas ligadas ao comércio bilateral.

Com essa proposta, Flávio espera que o governo dos EUA leve em consideração os impactos que as tarifas podem ter e busque um caminho que beneficie ambas as nações.

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