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Economia

FMC fecha 2º tri no vermelho; Ebitda recua 26%

FMC registra prejuízo de US$ 187 milhões no 2º trimestre de 2026, com queda na receita.

30/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h32
FMC fecha 2º tri no vermelho; Ebitda recua 26%

A americana FMC teve prejuízo líquido de US$ 187 milhões no 2º trimestre, ante US$ 253 milhões um ano antes. A receita caiu 17%, para US$ 867 milhões, e o Ebitda recuou para US$ 153 milhões.

A americana FMC, especializada em defensivos agrícolas, registrou um prejuízo líquido de US$ 187 milhões no segundo trimestre de 2026. No mesmo período do ano anterior, as perdas foram de US$ 253 milhões, demonstrando uma leve melhora na comparação anual.

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A receita da empresa alcançou US$ 867 milhões, apresentando uma queda de 17% em relação ao ano passado. O Ebitda, que representa o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, caiu 26%, totalizando US$ 153 milhões.

De acordo com a empresa, esse desempenho negativo foi principalmente resultado da redução dos preços e dos volumes comercializados. No entanto, a FMC destacou que parte desse impacto foi compensado pela diminuição dos custos e por um efeito cambial favorável.

O presidente-executivo da FMC, Pierre Brondeau, comentou que a empresa finalizou, ao longo do trimestre, uma série de iniciativas voltadas para o fortalecimento de sua estrutura financeira. Ele acrescentou que a revisão estratégica da companhia foi concluída e que a prioridade agora é elevar a competitividade e expandir o desenvolvimento de seu portfólio tecnológico, visando sustentar o crescimento no longo prazo.

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Como parte de sua estratégia para fortalecer a estrutura financeira, a FMC completou a venda de seus negócios na Índia por US$ 252 milhões. Além disso, a empresa firmou um acordo de licenciamento com a Corteva no valor de US$ 200 milhões, realizou uma operação de sale and leaseback de um imóvel em Delaware por US$ 114 milhões e recebeu um aporte de capital de US$ 400 milhões do Tessenderlo Group.

Apesar dessas iniciativas, a dívida total da FMC aumentou, passando de US$ 4,163 bilhões em junho de 2025 para US$ 4,280 bilhões em junho de 2026. O indicador que considera a dívida em relação ao patrimônio líquido dos acionistas também apresentou uma redução, caindo de US$ 8,56 bilhões para US$ 5,917 bilhões no mesmo período.

A FMC também revisou para baixo suas projeções para o ano. A expectativa de receita, excluindo as operações na Índia, passou a ser de US$ 3,5 bilhões a US$ 3,7 bilhões, o que representa uma queda de 7% no ponto médio em comparação a 2025. Sem a contribuição da Índia registrada no ano passado, a previsão indica uma retração de 5%.

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A estimativa de Ebitda ajustado foi reduzida para uma faixa entre US$ 620 milhões e US$ 680 milhões, enquanto a projeção de lucro ajustado por ação caiu para um intervalo entre US$ 1,19 e US$ 1,49 por ação. A previsão de fluxo de caixa livre, por sua vez, foi elevada para um intervalo entre US$ 75 milhões e US$ 225 milhões, incluindo o pagamento antecipado de US$ 200 milhões referente ao licenciamento de um herbicida para a Corteva.

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A americana FMC teve prejuízo líquido de US$ 187 milhões no 2º trimestre, ante US$ 253 milhões um ano antes. A receita caiu 17%, para US$ 867 milhões, e o Ebitda recuou para US$ 153 milhões.

A americana FMC, especializada em defensivos agrícolas, registrou um prejuízo líquido de US$ 187 milhões no segundo trimestre de 2026. No mesmo período do ano anterior, as perdas foram de US$ 253 milhões, demonstrando uma leve melhora na comparação anual.

A receita da empresa alcançou US$ 867 milhões, apresentando uma queda de 17% em relação ao ano passado. O Ebitda, que representa o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, caiu 26%, totalizando US$ 153 milhões.

De acordo com a empresa, esse desempenho negativo foi principalmente resultado da redução dos preços e dos volumes comercializados. No entanto, a FMC destacou que parte desse impacto foi compensado pela diminuição dos custos e por um efeito cambial favorável.

O presidente-executivo da FMC, Pierre Brondeau, comentou que a empresa finalizou, ao longo do trimestre, uma série de iniciativas voltadas para o fortalecimento de sua estrutura financeira. Ele acrescentou que a revisão estratégica da companhia foi concluída e que a prioridade agora é elevar a competitividade e expandir o desenvolvimento de seu portfólio tecnológico, visando sustentar o crescimento no longo prazo.

Como parte de sua estratégia para fortalecer a estrutura financeira, a FMC completou a venda de seus negócios na Índia por US$ 252 milhões. Além disso, a empresa firmou um acordo de licenciamento com a Corteva no valor de US$ 200 milhões, realizou uma operação de sale and leaseback de um imóvel em Delaware por US$ 114 milhões e recebeu um aporte de capital de US$ 400 milhões do Tessenderlo Group.

Apesar dessas iniciativas, a dívida total da FMC aumentou, passando de US$ 4,163 bilhões em junho de 2025 para US$ 4,280 bilhões em junho de 2026. O indicador que considera a dívida em relação ao patrimônio líquido dos acionistas também apresentou uma redução, caindo de US$ 8,56 bilhões para US$ 5,917 bilhões no mesmo período.

A FMC também revisou para baixo suas projeções para o ano. A expectativa de receita, excluindo as operações na Índia, passou a ser de US$ 3,5 bilhões a US$ 3,7 bilhões, o que representa uma queda de 7% no ponto médio em comparação a 2025. Sem a contribuição da Índia registrada no ano passado, a previsão indica uma retração de 5%.

A estimativa de Ebitda ajustado foi reduzida para uma faixa entre US$ 620 milhões e US$ 680 milhões, enquanto a projeção de lucro ajustado por ação caiu para um intervalo entre US$ 1,19 e US$ 1,49 por ação. A previsão de fluxo de caixa livre, por sua vez, foi elevada para um intervalo entre US$ 75 milhões e US$ 225 milhões, incluindo o pagamento antecipado de US$ 200 milhões referente ao licenciamento de um herbicida para a Corteva.

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