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Gana aciona tribunal canadense para garantir vaga de Partey na Copa

Esporte

Gana aciona tribunal canadense para garantir vaga de Partey na Copa

Gana recorre à Justiça para reverter veto do Canadá que impede Thomas Partey de jogar.

16/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 07h42
Gana aciona tribunal canadense para garantir vaga de Partey na Copa

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O governo ganês recorreu à Justiça federal do Canadá para reverter o veto de entrada do meio-campista Thomas Partey no país. O craque foi barrado e perdeu jogo decisivo contra o Panamá em Toronto.

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A seleção de Gana decidiu levar à Justiça a ausência de Thomas Partey na Copa do Mundo. O governo ganês ingressou com uma ação em um tribunal federal do Canadá na tentativa de reverter a decisão que impediu a entrada do meio-campista no país. Essa medida representa uma ofensiva diplomática que eleva o caso para além das questões esportivas.

Thomas Partey, considerado uma das principais referências da equipe africana, não participou da partida contra o Panamá, em Toronto, devido à negativa do visto pelas autoridades canadenses. Diante dessa situação, Gana optou por agir formalmente, apresentando um pedido de urgência à Justiça e enviando um protesto oficial ao governo do Canadá.

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O ministro das Relações Exteriores de Gana, Sam Okudzeto Ablakwa, criticou a decisão e afirmou que o tratamento dado ao jogador foi injusto.

Segundo o governo ganês, a negativa do visto não compromete apenas a preparação da equipe, mas também o princípio de igualdade esportiva em uma competição de grande importância mundial. A presença de jogadores-chave é fundamental para o desempenho da seleção, e a ausência de Partey pode ter um impacto significativo nas possibilidades do time no torneio.

Além das questões esportivas, Thomas Partey está enfrentando acusações de estupro e agressão sexual no Reino Unido, envolvendo quatro mulheres. O jogador nega todas as acusações e se declarou inocente durante o processo, que ainda está em tramitação.

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A situação de Partey gerou repercussão não apenas entre os torcedores, mas também nas esferas políticas, uma vez que o governo de Gana busca garantir que seus atletas tenham os direitos assegurados durante a competição internacional. O desfecho desse caso pode influenciar não apenas a trajetória de Gana na Copa do Mundo, mas também refletir sobre a postura dos países anfitriões em relação a questões de imigração e direitos dos jogadores.

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O governo ganês recorreu à Justiça federal do Canadá para reverter o veto de entrada do meio-campista Thomas Partey no país. O craque foi barrado e perdeu jogo decisivo contra o Panamá em Toronto.

A seleção de Gana decidiu levar à Justiça a ausência de Thomas Partey na Copa do Mundo. O governo ganês ingressou com uma ação em um tribunal federal do Canadá na tentativa de reverter a decisão que impediu a entrada do meio-campista no país. Essa medida representa uma ofensiva diplomática que eleva o caso para além das questões esportivas.

Thomas Partey, considerado uma das principais referências da equipe africana, não participou da partida contra o Panamá, em Toronto, devido à negativa do visto pelas autoridades canadenses. Diante dessa situação, Gana optou por agir formalmente, apresentando um pedido de urgência à Justiça e enviando um protesto oficial ao governo do Canadá.

O ministro das Relações Exteriores de Gana, Sam Okudzeto Ablakwa, criticou a decisão e afirmou que o tratamento dado ao jogador foi injusto.

Segundo o governo ganês, a negativa do visto não compromete apenas a preparação da equipe, mas também o princípio de igualdade esportiva em uma competição de grande importância mundial. A presença de jogadores-chave é fundamental para o desempenho da seleção, e a ausência de Partey pode ter um impacto significativo nas possibilidades do time no torneio.

Além das questões esportivas, Thomas Partey está enfrentando acusações de estupro e agressão sexual no Reino Unido, envolvendo quatro mulheres. O jogador nega todas as acusações e se declarou inocente durante o processo, que ainda está em tramitação.

A situação de Partey gerou repercussão não apenas entre os torcedores, mas também nas esferas políticas, uma vez que o governo de Gana busca garantir que seus atletas tenham os direitos assegurados durante a competição internacional. O desfecho desse caso pode influenciar não apenas a trajetória de Gana na Copa do Mundo, mas também refletir sobre a postura dos países anfitriões em relação a questões de imigração e direitos dos jogadores.

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