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George Lucas defende inteligência artificial como futuro do cinema

Tecnologia

George Lucas defende inteligência artificial como futuro do cinema

George Lucas afirma que a inteligência artificial é o futuro do cinema e critica grupos de teste.

15/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h21
George Lucas defende inteligência artificial como futuro do cinema

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O diretor George Lucas, de 82 anos, surpreendeu a indústria cinematográfica ao defender o uso de inteligência artificial (IA) no cinema, posicionando-se de forma contrária a outros grandes nomes do setor. Para Lucas, a tecnologia representa o futuro da produção de filmes, pois facilita o trabalho dos cineastas.

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O criador das icônicas franquias “Star Wars” e “Indiana Jones”, que se afastou da indústria após vender sua produtora à Disney em 2012, expressou sua crença de que a evolução tecnológica é inevitável. Durante uma entrevista ao podcast A Rabbit’s Foot, Lucas fez uma analogia com os avanços do passado, sugerindo que resistir a eles é infrutífero.

“Inteligência artificial significa que se tornou muito mais fácil para nós fazer filmes. Imagina eu sentar aqui e dizer: ‘Bem, eu acredito que o cavalo e a carroça são realmente o que há de melhor. Esses carros… eles quebram, precisam de gasolina, trazem todo tipo de problema e, em breve, vão transformá-los em tanques, e aí vão matar pessoas. É terrível’”, afirmou.

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Ele ainda resumiu sua visão sobre a questão: “Não há nada que se possa fazer a respeito. Isso é progresso, é o futuro”. A fala de Lucas reflete uma perspectiva otimista sobre a integração da IA na criação cinematográfica.

Além disso, George Lucas expressou sua preocupação com a prática de utilizar grupos de teste pela indústria para tomar decisões sobre os filmes antes de seu lançamento. Para ele, essa abordagem entrega poder excessivo ao público e pode comprometer a qualidade final das obras.

“Eu não gosto de grupos de teste. O público não sabe o que quer assistir. Se não gostam de um personagem, isso é interessante, e, como cineasta, quero descobrir o porquê. Mas, quando os estúdios ouvem isso, eles interpretam a mensagem de forma equivocada. Eles deixam o público, na verdade, fazer o filme”, criticou.

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A visão de Lucas é de que a verdadeira criação cinematográfica deve vir de quem tem paixão pela arte e pelas histórias que deseja contar. “Você faz um filme encontrando alguém que saiba fazer filmes, que tenha uma história para contar e seja apaixonado por isso”, concluiu.

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O diretor George Lucas, de 82 anos, surpreendeu a indústria cinematográfica ao defender o uso de inteligência artificial (IA) no cinema, posicionando-se de forma contrária a outros grandes nomes do setor. Para Lucas, a tecnologia representa o futuro da produção de filmes, pois facilita o trabalho dos cineastas.

O criador das icônicas franquias “Star Wars” e “Indiana Jones”, que se afastou da indústria após vender sua produtora à Disney em 2012, expressou sua crença de que a evolução tecnológica é inevitável. Durante uma entrevista ao podcast A Rabbit’s Foot, Lucas fez uma analogia com os avanços do passado, sugerindo que resistir a eles é infrutífero.

“Inteligência artificial significa que se tornou muito mais fácil para nós fazer filmes. Imagina eu sentar aqui e dizer: ‘Bem, eu acredito que o cavalo e a carroça são realmente o que há de melhor. Esses carros… eles quebram, precisam de gasolina, trazem todo tipo de problema e, em breve, vão transformá-los em tanques, e aí vão matar pessoas. É terrível’”, afirmou.

Ele ainda resumiu sua visão sobre a questão: “Não há nada que se possa fazer a respeito. Isso é progresso, é o futuro”. A fala de Lucas reflete uma perspectiva otimista sobre a integração da IA na criação cinematográfica.

Além disso, George Lucas expressou sua preocupação com a prática de utilizar grupos de teste pela indústria para tomar decisões sobre os filmes antes de seu lançamento. Para ele, essa abordagem entrega poder excessivo ao público e pode comprometer a qualidade final das obras.

“Eu não gosto de grupos de teste. O público não sabe o que quer assistir. Se não gostam de um personagem, isso é interessante, e, como cineasta, quero descobrir o porquê. Mas, quando os estúdios ouvem isso, eles interpretam a mensagem de forma equivocada. Eles deixam o público, na verdade, fazer o filme”, criticou.

A visão de Lucas é de que a verdadeira criação cinematográfica deve vir de quem tem paixão pela arte e pelas histórias que deseja contar. “Você faz um filme encontrando alguém que saiba fazer filmes, que tenha uma história para contar e seja apaixonado por isso”, concluiu.

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