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Golpes Bancários: Como se Proteger e Identificar os Mais Comuns

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Golpes Bancários: Como se Proteger e Identificar os Mais Comuns

Entenda os golpes bancários mais comuns e como se proteger contra fraudes.

04/07/2026 · 17h48
Golpes Bancários: Como se Proteger e Identificar os Mais Comuns

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Um relatório recente da BioCatch revelou que, no primeiro semestre do ano passado, as fraudes bancárias aumentaram 220%. A digitalização do sistema financeiro trouxe diversas facilidades, mas também abriu portas para crimes cada vez mais sofisticados. A utilização da Inteligência Artificial está relacionada a ataques personalizados, que buscam simular vozes e contextos reais para convencer as vítimas a caírem em golpes.

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Diante desse cenário preocupante, a proteção deve ser um esforço conjunto, que envolve tanto boas práticas dos usuários quanto ferramentas de segurança eficazes das instituições financeiras.

Entre os golpes mais comuns, destaca-se o golpe da falsa central de segurança. Neste tipo de fraude, o criminoso liga para o cliente, fingindo ser um funcionário do banco. Para enganar a vítima, utiliza softwares que mascaram o número de telefone, fazendo o identificador de chamadas mostrar o número oficial da instituição. A abordagem é sempre urgente, alegando transações suspeitas ou invasões na conta, o que leva a vítima a fornecer senhas ou instalar aplicativos de “suporte remoto”, concedendo assim controle total do celular ao golpista.

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Outra modalidade recorrente são as fraudes no ecossistema Pix. O “golpe do Pix errado” ocorre quando o criminoso simula uma transferência errada para a conta da vítima e solicita o estorno. Ao devolver o valor, o usuário acaba enviando dinheiro próprio, enquanto o golpista cancela a transação original. Além disso, existe o “golpe do cartão para negativado”, em que promessas de limites altos via WhatsApp levam ao pagamento de taxas inexistentes.

Os boletos falsos são também uma preocupação. Criminosos conseguem interceptar comunicações ou criar sites falsos para gerar boletos que aparentam ser legítimos. Quando o usuário realiza o pagamento, o dinheiro é direcionado à conta do fraudador em vez do beneficiário correto.

O Banco Inter adota uma abordagem proativa em relação à segurança, considerando-a uma responsabilidade compartilhada. A instituição investe em tecnologias avançadas e na educação digital dos clientes como principais barreiras contra fraudes. Entre os recursos de defesa, destacam-se a biometria facial e o mecanismo especial de devolução (MED), que permite bloquear e estornar valores em casos de fraudes comprovadas no Pix.

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Para garantir a segurança da conta, é fundamental seguir algumas regras básicas: o banco nunca solicitará senhas, não é seguro instalar aplicativos de terceiros e é essencial verificar os dados do beneficiário antes de confirmar pagamentos. Além disso, é importante desconfiar de solicitações urgentes e sempre entrar em contato por meio dos canais oficiais em caso de dúvida.

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Um relatório recente da BioCatch revelou que, no primeiro semestre do ano passado, as fraudes bancárias aumentaram 220%. A digitalização do sistema financeiro trouxe diversas facilidades, mas também abriu portas para crimes cada vez mais sofisticados. A utilização da Inteligência Artificial está relacionada a ataques personalizados, que buscam simular vozes e contextos reais para convencer as vítimas a caírem em golpes.

Diante desse cenário preocupante, a proteção deve ser um esforço conjunto, que envolve tanto boas práticas dos usuários quanto ferramentas de segurança eficazes das instituições financeiras.

Entre os golpes mais comuns, destaca-se o golpe da falsa central de segurança. Neste tipo de fraude, o criminoso liga para o cliente, fingindo ser um funcionário do banco. Para enganar a vítima, utiliza softwares que mascaram o número de telefone, fazendo o identificador de chamadas mostrar o número oficial da instituição. A abordagem é sempre urgente, alegando transações suspeitas ou invasões na conta, o que leva a vítima a fornecer senhas ou instalar aplicativos de “suporte remoto”, concedendo assim controle total do celular ao golpista.

Outra modalidade recorrente são as fraudes no ecossistema Pix. O “golpe do Pix errado” ocorre quando o criminoso simula uma transferência errada para a conta da vítima e solicita o estorno. Ao devolver o valor, o usuário acaba enviando dinheiro próprio, enquanto o golpista cancela a transação original. Além disso, existe o “golpe do cartão para negativado”, em que promessas de limites altos via WhatsApp levam ao pagamento de taxas inexistentes.

Os boletos falsos são também uma preocupação. Criminosos conseguem interceptar comunicações ou criar sites falsos para gerar boletos que aparentam ser legítimos. Quando o usuário realiza o pagamento, o dinheiro é direcionado à conta do fraudador em vez do beneficiário correto.

O Banco Inter adota uma abordagem proativa em relação à segurança, considerando-a uma responsabilidade compartilhada. A instituição investe em tecnologias avançadas e na educação digital dos clientes como principais barreiras contra fraudes. Entre os recursos de defesa, destacam-se a biometria facial e o mecanismo especial de devolução (MED), que permite bloquear e estornar valores em casos de fraudes comprovadas no Pix.

Para garantir a segurança da conta, é fundamental seguir algumas regras básicas: o banco nunca solicitará senhas, não é seguro instalar aplicativos de terceiros e é essencial verificar os dados do beneficiário antes de confirmar pagamentos. Além disso, é importante desconfiar de solicitações urgentes e sempre entrar em contato por meio dos canais oficiais em caso de dúvida.

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