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Jodie Foster critica uso de IA em filmes e destaca ‘F1’ com Brad Pitt

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Jodie Foster critica uso de IA em filmes e destaca ‘F1’ com Brad Pitt

Jodie Foster critica o uso de IA em filmes e destaca 'F1' como exemplo de tecnologia excessiva.

04/07/2026 · 17h49 · Atualizado às 19h06
Jodie Foster critica uso de IA em filmes e destaca ‘F1’ com Brad Pitt

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A atriz Jodie Foster, de 63 anos, expressou suas preocupações sobre as mudanças nas produções de Hollywood durante uma entrevista no evento Aspen Festival of Ideas. Em sua fala, ela abordou o uso excessivo de novas tecnologias, destacando o filme “F1: O filme”, estrelado por Brad Pitt, como um exemplo que parece ter sido feito por Inteligência Artificial (IA).

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As declarações foram feitas no painel que teve como moderador o ex-CEO da Sony Pictures, Michael Lynton, que questionou Foster sobre suas opiniões a respeito do futuro do cinema. Foster não hesitou em criticar a forma como as novas tecnologias estão moldando a indústria cinematográfica.

“Não digo isso de forma depreciativa — como poderia? Esse filme acabou arrecadando milhões de dólares. Mas olho para um filme como ‘F1’ e penso: ‘F1’ foi feito por IA”, apontou a atriz.

Ela explicou que a estrutura do filme seguiu um padrão que poderia ser facilmente replicado por um computador. “Os atores dizem as falas exatamente da maneira como seriam escritas se um computador estivesse redigindo o que fosse mais adequado para aquele momento”, completou.

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O filme “F1” apresenta um enredo fictício ambientado no universo da Fórmula 1, onde Sonny Hayes (Brad Pitt), um jovem promissor da década de 1990, enfrenta um grande fracasso e, trinta anos depois, vive como piloto nômade até ser contatado por seu ex-companheiro de equipe, Ruben Cervantes (Javier Bardem), que está à frente de uma equipe em dificuldades.

Além das críticas ao uso de IA, Foster também falou sobre o impacto da tecnologia na indústria cinematográfica. Ela mencionou que a IA representa um grande passo na transformação do setor e destacou as mudanças trazidas pela computação gráfica (CGI).

“Estamos eliminando muitos empregos e, com sorte, entidades como os sindicatos poderão intervir e dizer: ‘Você pode usar meu ator 20 vezes, mas vai pagá-lo 20 vezes’. E acho isso justo”, defendeu Foster.

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O filme “F1” arrecadou US$ 634 milhões em todo o mundo e foi indicado a quatro Oscars, conquistando o prêmio de Melhor Som. As discussões sobre o futuro da indústria cinematográfica e a influência da tecnologia continuam a ser temas relevantes e debatidos entre os profissionais do setor.

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A atriz Jodie Foster, de 63 anos, expressou suas preocupações sobre as mudanças nas produções de Hollywood durante uma entrevista no evento Aspen Festival of Ideas. Em sua fala, ela abordou o uso excessivo de novas tecnologias, destacando o filme “F1: O filme”, estrelado por Brad Pitt, como um exemplo que parece ter sido feito por Inteligência Artificial (IA).

As declarações foram feitas no painel que teve como moderador o ex-CEO da Sony Pictures, Michael Lynton, que questionou Foster sobre suas opiniões a respeito do futuro do cinema. Foster não hesitou em criticar a forma como as novas tecnologias estão moldando a indústria cinematográfica.

“Não digo isso de forma depreciativa — como poderia? Esse filme acabou arrecadando milhões de dólares. Mas olho para um filme como ‘F1’ e penso: ‘F1’ foi feito por IA”, apontou a atriz.

Ela explicou que a estrutura do filme seguiu um padrão que poderia ser facilmente replicado por um computador. “Os atores dizem as falas exatamente da maneira como seriam escritas se um computador estivesse redigindo o que fosse mais adequado para aquele momento”, completou.

O filme “F1” apresenta um enredo fictício ambientado no universo da Fórmula 1, onde Sonny Hayes (Brad Pitt), um jovem promissor da década de 1990, enfrenta um grande fracasso e, trinta anos depois, vive como piloto nômade até ser contatado por seu ex-companheiro de equipe, Ruben Cervantes (Javier Bardem), que está à frente de uma equipe em dificuldades.

Além das críticas ao uso de IA, Foster também falou sobre o impacto da tecnologia na indústria cinematográfica. Ela mencionou que a IA representa um grande passo na transformação do setor e destacou as mudanças trazidas pela computação gráfica (CGI).

“Estamos eliminando muitos empregos e, com sorte, entidades como os sindicatos poderão intervir e dizer: ‘Você pode usar meu ator 20 vezes, mas vai pagá-lo 20 vezes’. E acho isso justo”, defendeu Foster.

O filme “F1” arrecadou US$ 634 milhões em todo o mundo e foi indicado a quatro Oscars, conquistando o prêmio de Melhor Som. As discussões sobre o futuro da indústria cinematográfica e a influência da tecnologia continuam a ser temas relevantes e debatidos entre os profissionais do setor.

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