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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Economia

Governo prepara projeto que permitirá participação popular no Orçamento da União

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, informou nesta quarta-feira (25) que o governo federal elabora o Orçamento do Povo, iniciativa que dará aos cidadãos a possibilidade de escolher prioridades para a aplicação de recursos públicos. De acordo com Boulos, o programa será lançado no próximo mês. Em 2026, a experiência terá caráter pedagógico, […]

21/01/2026 · 17h28
Governo prepara projeto que permitirá participação popular no Orçamento da União

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, informou nesta quarta-feira (25) que o governo federal elabora o Orçamento do Povo, iniciativa que dará aos cidadãos a possibilidade de escolher prioridades para a aplicação de recursos públicos.

De acordo com Boulos, o programa será lançado no próximo mês. Em 2026, a experiência terá caráter pedagógico, pois a Lei Orçamentária Anual já está sancionada. “Queremos criar a cultura de a população apontar o que é prioridade em seu município”, afirmou, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, do Canal Gov.

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Funcionamento

Cada eleitor poderá votar uma única vez na proposta que considerar mais relevante para sua cidade. No primeiro ano, a expectativa é alcançar cerca de 400 municípios, incluindo todas as capitais.

Haverá um valor fixo destinado a cada localidade. Os recursos sairão dos ministérios que aderirem ao projeto; até agora, sete pastas confirmaram participação.

Exemplos de ações

Entre as opções que poderão ser submetidas à escolha popular estão:

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  • compra de ambulâncias do Samu pelo Ministério da Saúde;
  • instalação de Wi-Fi em praças públicas, proposta do Ministério das Comunicações;
  • climatização de salas de aula, projeto do Ministério da Educação;
  • implementação do MovCEU, programa itinerante do Ministério da Cultura.

A proposta mais votada em cada município será executada, garantiu o ministro. “Quando o povo decide para onde vai o dinheiro, não há quem segure”, declarou.

Crítica ao modelo atual

Boulos também citou as chamadas emendas de relator, conhecidas como “orçamento secreto”, que em 2026 somaram R$ 61 bilhões. Segundo ele, o novo mecanismo pretende oferecer transparência e controle social sobre verbas públicas destinadas a obras e serviços.

O governo aposta que a participação popular aumentará a fiscalização e a efetividade dos gastos federais já a partir do próximo ciclo orçamentário.

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Com informações de Agência Brasil

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O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, informou nesta quarta-feira (25) que o governo federal elabora o Orçamento do Povo, iniciativa que dará aos cidadãos a possibilidade de escolher prioridades para a aplicação de recursos públicos.

De acordo com Boulos, o programa será lançado no próximo mês. Em 2026, a experiência terá caráter pedagógico, pois a Lei Orçamentária Anual já está sancionada. “Queremos criar a cultura de a população apontar o que é prioridade em seu município”, afirmou, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, do Canal Gov.

Funcionamento

Cada eleitor poderá votar uma única vez na proposta que considerar mais relevante para sua cidade. No primeiro ano, a expectativa é alcançar cerca de 400 municípios, incluindo todas as capitais.

Haverá um valor fixo destinado a cada localidade. Os recursos sairão dos ministérios que aderirem ao projeto; até agora, sete pastas confirmaram participação.

Exemplos de ações

Entre as opções que poderão ser submetidas à escolha popular estão:

  • compra de ambulâncias do Samu pelo Ministério da Saúde;
  • instalação de Wi-Fi em praças públicas, proposta do Ministério das Comunicações;
  • climatização de salas de aula, projeto do Ministério da Educação;
  • implementação do MovCEU, programa itinerante do Ministério da Cultura.

A proposta mais votada em cada município será executada, garantiu o ministro. “Quando o povo decide para onde vai o dinheiro, não há quem segure”, declarou.

Crítica ao modelo atual

Boulos também citou as chamadas emendas de relator, conhecidas como “orçamento secreto”, que em 2026 somaram R$ 61 bilhões. Segundo ele, o novo mecanismo pretende oferecer transparência e controle social sobre verbas públicas destinadas a obras e serviços.

O governo aposta que a participação popular aumentará a fiscalização e a efetividade dos gastos federais já a partir do próximo ciclo orçamentário.

Com informações de Agência Brasil

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