Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Política

Haddad defende pragmatismo de Lula após presidente rejeitar rótulo de esquerdista

Haddad defende postura pragmática de Lula após declaração sobre não ser esquerdista.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h01
Haddad defende pragmatismo de Lula após presidente rejeitar rótulo de esquerdista

Lula declarou nunca ter se definido como esquerdista, e Haddad saiu em defesa do presidente. Para o ex-ministro, Lula sempre priorizou resultados práticos em vez de ideologia.

O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad reagiu nesta quarta-feira (17) à declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou nunca ter se definido como “esquerdista”. Segundo Haddad, a postura de Lula é caracterizada pelo pragmatismo.

Publicidade

“Quando perguntaram para ele se ele era comunista uma vez, acho que foi até o Silvio Santos que fez a pergunta, ele falou: ‘Eu sou torneiro mecânico’. O Lula tem essas tiradas porque tem uma postura muito pragmática”, disse Haddad durante um evento na PUC.

O ex-ministro ressaltou que o presidente evita rótulos ideológicos e se concentra em resultados concretos. “Os rótulos não funcionam muito bem para ele, justamente porque o que ele busca é resultado. Ele quer melhorar a qualidade de vida das pessoas, ele quer que o salário aumente, ele quer que a negociação entre capital e trabalho leve em consideração a vulnerabilidade dos trabalhadores nessa relação, as assimetrias da sociedade moderna”, afirmou.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Mais cedo, durante a reunião do G7, Lula reiterou que nunca se definiu como “esquerdista”. Ele respondeu a uma pergunta sobre sua imagem política desde sua primeira eleição, em 2002. “Mas eu nunca fui esquerdista. Eu era um dirigente sindical que tinha uma belíssima relação com o sindicalismo alemão, tinha uma relação boa com o sindicalismo italiano. Tinha uma relação com a UGT (União Geral de Trabalhadores), da Espanha”, declarou.

Na sequência, Lula recordou um convite que recebeu para participar de um congresso na então União Soviética na década de 1980. Ele afirmou que, na época, foi visto como “anticomunista”. “Em 1980, eu tive um congresso na Rússia para o qual fui convidado. Eu não fui porque estava condenado pela Lei de Segurança Nacional. Fiz uma viagem pela Europa angariando solidariedade. E aí passei a ser tratado como anticomunista”, completou Lula.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

Lula declarou nunca ter se definido como esquerdista, e Haddad saiu em defesa do presidente. Para o ex-ministro, Lula sempre priorizou resultados práticos em vez de ideologia.

O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad reagiu nesta quarta-feira (17) à declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou nunca ter se definido como “esquerdista”. Segundo Haddad, a postura de Lula é caracterizada pelo pragmatismo.

“Quando perguntaram para ele se ele era comunista uma vez, acho que foi até o Silvio Santos que fez a pergunta, ele falou: ‘Eu sou torneiro mecânico’. O Lula tem essas tiradas porque tem uma postura muito pragmática”, disse Haddad durante um evento na PUC.

O ex-ministro ressaltou que o presidente evita rótulos ideológicos e se concentra em resultados concretos. “Os rótulos não funcionam muito bem para ele, justamente porque o que ele busca é resultado. Ele quer melhorar a qualidade de vida das pessoas, ele quer que o salário aumente, ele quer que a negociação entre capital e trabalho leve em consideração a vulnerabilidade dos trabalhadores nessa relação, as assimetrias da sociedade moderna”, afirmou.

Mais cedo, durante a reunião do G7, Lula reiterou que nunca se definiu como “esquerdista”. Ele respondeu a uma pergunta sobre sua imagem política desde sua primeira eleição, em 2002. “Mas eu nunca fui esquerdista. Eu era um dirigente sindical que tinha uma belíssima relação com o sindicalismo alemão, tinha uma relação boa com o sindicalismo italiano. Tinha uma relação com a UGT (União Geral de Trabalhadores), da Espanha”, declarou.

Na sequência, Lula recordou um convite que recebeu para participar de um congresso na então União Soviética na década de 1980. Ele afirmou que, na época, foi visto como “anticomunista”. “Em 1980, eu tive um congresso na Rússia para o qual fui convidado. Eu não fui porque estava condenado pela Lei de Segurança Nacional. Fiz uma viagem pela Europa angariando solidariedade. E aí passei a ser tratado como anticomunista”, completou Lula.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA