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Economia

Haddad e Tebet apontam ganhos para o Brasil após aval da UE ao acordo com o Mercosul

Os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) comemoraram nesta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, a aprovação do acordo de livre-comércio entre União Europeia e Mercosul, anunciada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Pelas redes sociais, Haddad qualificou o entendimento como “histórico”, destacando seu peso geopolítico. Para ele, […]

10/01/2026 · 10h53
Haddad e Tebet apontam ganhos para o Brasil após aval da UE ao acordo com o Mercosul

Os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) comemoraram nesta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, a aprovação do acordo de livre-comércio entre União Europeia e Mercosul, anunciada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

Pelas redes sociais, Haddad qualificou o entendimento como “histórico”, destacando seu peso geopolítico. Para ele, a iniciativa “abre uma nova avenida de cooperação” em um cenário internacional conturbado.

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Tebet, em nota oficial, afirmou que o tratado aumentará o acesso de produtos brasileiros a novos mercados, atrairá investimentos e pode contribuir para a queda da inflação. Segundo a ministra, o pacto combina crescimento econômico, geração de emprego e renda com sustentabilidade, tecnologia e inovação.

Principais pontos do acordo

O texto aprovado pelos países da União Europeia prevê corte imediato de tarifas sobre máquinas e equipamentos de transporte, como motores, geradores elétricos, autopeças e aeronaves — segmentos considerados estratégicos para a competitividade brasileira. Também há previsão de redução gradual, até a eliminação total, de tarifas aplicadas a couro, peles, pedras de cantaria, facas, lâminas e produtos químicos, além de diversas commodities sujeitas a cotas.

Tramitação na Europa

De acordo com a agência Reuters, embaixadores dos 27 Estados-membros declararam suas posições pela manhã e devem confirmar os votos por escrito até as 17h (13h em Brasília). Pelo menos 15 países, representando 65% da população do bloco, manifestaram apoio — patamar necessário para a continuidade do processo.

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Se o resultado se mantiver, Ursula von der Leyen pode viajar ao Paraguai na próxima semana para firmar o texto com Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Depois dessa etapa, o Parlamento Europeu ainda precisará ratificar o acordo para que ele entre em vigor.

Repercussão no Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a decisão como “vitória do diálogo” e recordou que o tema foi prioridade da presidência brasileira do Mercosul em 2025. Líderes europeus também celebraram o avanço das negociações.

Com informações de Agência Brasil

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Os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) comemoraram nesta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, a aprovação do acordo de livre-comércio entre União Europeia e Mercosul, anunciada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

Pelas redes sociais, Haddad qualificou o entendimento como “histórico”, destacando seu peso geopolítico. Para ele, a iniciativa “abre uma nova avenida de cooperação” em um cenário internacional conturbado.

Tebet, em nota oficial, afirmou que o tratado aumentará o acesso de produtos brasileiros a novos mercados, atrairá investimentos e pode contribuir para a queda da inflação. Segundo a ministra, o pacto combina crescimento econômico, geração de emprego e renda com sustentabilidade, tecnologia e inovação.

Principais pontos do acordo

O texto aprovado pelos países da União Europeia prevê corte imediato de tarifas sobre máquinas e equipamentos de transporte, como motores, geradores elétricos, autopeças e aeronaves — segmentos considerados estratégicos para a competitividade brasileira. Também há previsão de redução gradual, até a eliminação total, de tarifas aplicadas a couro, peles, pedras de cantaria, facas, lâminas e produtos químicos, além de diversas commodities sujeitas a cotas.

Tramitação na Europa

De acordo com a agência Reuters, embaixadores dos 27 Estados-membros declararam suas posições pela manhã e devem confirmar os votos por escrito até as 17h (13h em Brasília). Pelo menos 15 países, representando 65% da população do bloco, manifestaram apoio — patamar necessário para a continuidade do processo.

Se o resultado se mantiver, Ursula von der Leyen pode viajar ao Paraguai na próxima semana para firmar o texto com Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Depois dessa etapa, o Parlamento Europeu ainda precisará ratificar o acordo para que ele entre em vigor.

Repercussão no Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a decisão como “vitória do diálogo” e recordou que o tema foi prioridade da presidência brasileira do Mercosul em 2025. Líderes europeus também celebraram o avanço das negociações.

Com informações de Agência Brasil

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