A seleção brasileira jogará pela primeira vez durante o horário comercial na Copa do Mundo de 2026. A equipe, sob o comando de Carlo Ancelotti, entrará em campo na segunda-feira, 29 de junho de 2026, às 14h, para enfrentar o Japão.
No decorrer da fase de grupos, a seleção brasileira disputou as seguintes partidas:
- 13 de junho de 2026 – Brasil 1 x 1 Marrocos;
- 19 de junho de 2026 – Brasil 3 x 0 Haiti;
- 24 de junho de 2026 – Escócia 0 x 3 Brasil.
Em decorrência do horário da partida, diversos serviços serão afetados. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que as agências abrirão normalmente às 9h e fecharão às 12h, sem retomar o expediente após a partida. Já os Correios anunciaram que suas agências encerrarão as atividades às 13h.
Quanto ao comércio, a Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (FecomércioDF) informou que os lojistas devem liberar seus funcionários às 13h, com a opção de retomar as atividades após o jogo. No entanto, os empregadores poderão optar por dispensar os funcionários pelo restante do dia.
No âmbito do funcionalismo público federal, o Ministério da Gestão e Inovação autorizou a saída do expediente três horas antes do início da partida. Assim, os funcionários públicos, estagiários e terceirizados poderão deixar o trabalho às 11h. Vale destacar que as horas não trabalhadas deverão ser compensadas posteriormente, sob pena de desconto proporcional no contracheque.
Além disso, o Congresso Nacional adotará ponto facultativo. Um levantamento revelou que ao menos 21 estados e o Distrito Federal terão ponto facultativo integral ou parcial em razão do duelo entre Brasil e Japão.
A Copa do Mundo é um evento esportivo privado com fins lucrativos, realizado a cada quatro anos pela FIFA. As seleções se classificam através de eliminatórias, e a comissão técnica, assim como o elenco de cada equipe, são escolhidos por entidades privadas. No Brasil, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) é responsável por definir o treinador e os jogadores convocados. É importante ressaltar que a CBF é uma organização privada, sem vínculo com o governo federal, e não há influência do governo na escolha do time que participa do torneio.
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