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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Economia

Ibovespa encerra sequência de 11 altas e recua 0,46%

Transmissão: Record Em sessão marcada pela cautela, a bolsa brasileira registrou nesta rodada a interrupção de sua série de 11 pregões de alta, com...

16/04/2026 · 09h02
Ibovespa encerra sequência de 11 altas e recua 0,46%

Em sessão marcada pela cautela, a bolsa brasileira registrou nesta rodada a interrupção de sua série de 11 pregões de alta, com o principal índice recuando 0,46% e fechando em 197.738 pontos. Apesar da perda, o Ibovespa permaneceu acima dos 197 mil pontos, mantendo parte dos ganhos acumulados recentemente.

Investidores aproveitaram a falta de novos sinais no cenário externo para realizar lucros obtidos nos últimos dias, o que pressionou as cotações. Ainda assim, ações de maior peso no índice limitaram as perdas. No balanço semanal, o Ibovespa registrou leve alta de 0,21%. No mês, o avanço é de 5,48% e, no ano, a valorização chega a 22,72% em 2026.

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Entre os fatores internos que influenciaram o mercado, números de inflação mais elevados reforçaram a expectativa de manutenção de juros em patamar elevado por mais tempo, reduzindo o apetite por ações. Por outro lado, a diferença entre as taxas domésticas e as de economias avançadas continua a atrair recursos estrangeiros para ativos brasileiros.

Dólar estável

O dólar à vista encerrou praticamente estável, com leve queda de 0,03%, cotado a R$ 4,992, mantendo-se abaixo da faixa de R$ 5. A moeda havia superado os R$ 5 no início do pregão, mas perdeu força ao longo do dia, em meio à postura mais cautelosa dos investidores diante da ausência de avanços concretos no cenário geopolítico e econômico internacional.

Dados divulgados pelo Banco Central sobre fluxo cambial negativo no início de abril também pesaram no mercado, apesar da entrada recente de recursos estrangeiros em ativos locais. No acumulado do mês, o dólar registra queda de 3,6%, reflexo de maior disposição a risco por parte de investidores globais comparado às semanas anteriores.

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Petróleo volátil

Os preços do petróleo oscilaram durante o pregão e fecharam próximos da estabilidade, pressionados por incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio e por movimentos nos estoques dos Estados Unidos. O barril do tipo WTI subiu 0,01%, para US$ 91,29, enquanto o Brent avançou 0,15%, a US$ 94,93.

A redução inesperada dos estoques americanos ajudou a conter perdas após forte queda no dia anterior, e o mercado segue atento às negociações envolvendo países da região e ao impacto potencial sobre a oferta global.

O pregão reflete, em síntese, uma combinação de realização de lucros, dados locais que influenciam a curva de juros e fatores externos que mantêm os investidores em posição de prudência.

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Com informações de Agência Brasil

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Investidores aproveitaram a falta de novos sinais no cenário externo para realizar lucros obtidos nos últimos dias, o que pressionou as cotações. Ainda assim, ações de maior peso no índice limitaram as perdas. No balanço semanal, o Ibovespa registrou leve alta de 0,21%. No mês, o avanço é de 5,48% e, no ano, a valorização chega a 22,72% em 2026.

Entre os fatores internos que influenciaram o mercado, números de inflação mais elevados reforçaram a expectativa de manutenção de juros em patamar elevado por mais tempo, reduzindo o apetite por ações. Por outro lado, a diferença entre as taxas domésticas e as de economias avançadas continua a atrair recursos estrangeiros para ativos brasileiros.

Dólar estável

O dólar à vista encerrou praticamente estável, com leve queda de 0,03%, cotado a R$ 4,992, mantendo-se abaixo da faixa de R$ 5. A moeda havia superado os R$ 5 no início do pregão, mas perdeu força ao longo do dia, em meio à postura mais cautelosa dos investidores diante da ausência de avanços concretos no cenário geopolítico e econômico internacional.

Dados divulgados pelo Banco Central sobre fluxo cambial negativo no início de abril também pesaram no mercado, apesar da entrada recente de recursos estrangeiros em ativos locais. No acumulado do mês, o dólar registra queda de 3,6%, reflexo de maior disposição a risco por parte de investidores globais comparado às semanas anteriores.

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Petróleo volátil

Os preços do petróleo oscilaram durante o pregão e fecharam próximos da estabilidade, pressionados por incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio e por movimentos nos estoques dos Estados Unidos. O barril do tipo WTI subiu 0,01%, para US$ 91,29, enquanto o Brent avançou 0,15%, a US$ 94,93.

A redução inesperada dos estoques americanos ajudou a conter perdas após forte queda no dia anterior, e o mercado segue atento às negociações envolvendo países da região e ao impacto potencial sobre a oferta global.

O pregão reflete, em síntese, uma combinação de realização de lucros, dados locais que influenciam a curva de juros e fatores externos que mantêm os investidores em posição de prudência.

Com informações de Agência Brasil

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