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Economia

Ibovespa renova recorde e fecha perto dos 186 mil pontos

O Ibovespa voltou a subir nesta terça-feira (3) e encerrou o pregão aos 185.674 pontos, alta de 1,58%, aproximando-se da marca histórica de 186 mil pontos. O desempenho foi impulsionado por papéis de mineradoras e pela ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que confirmou a intenção do Banco Central de iniciar cortes na taxa básica de juros.

04/02/2026 · 11h03
Ibovespa renova recorde e fecha perto dos 186 mil pontos

O Ibovespa voltou a subir nesta terça-feira (3) e encerrou o pregão aos 185.674 pontos, alta de 1,58%, aproximando-se da marca histórica de 186 mil pontos. O desempenho foi impulsionado por papéis de mineradoras e pela ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que confirmou a intenção do Banco Central de iniciar cortes na taxa básica de juros.

No mercado de câmbio, o dólar comercial teve dia volátil. Depois de tocar R$ 5,20 por volta das 11h30, a moeda norte-americana perdeu força e fechou praticamente estável, vendida a R$ 5,25, recuo de 0,15%. No acumulado de 2026, o dólar ainda cede 4,38%.

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A redução do otimismo externo e especulações sobre nomes para a diretoria do Banco Central ajudaram a limitar a queda da moeda no fim da sessão.

Pela manhã, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse em entrevista a uma rádio que encaminhou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a indicação do economista Guilherme Mello para a Diretoria de Política Econômica do BC e do professor Tiago Cavalcanti, da Fundação Getulio Vargas, para a Diretoria de Organização do Sistema Financeiro. Secretário de Política Econômica desde 2023, Mello enfrenta resistência de parte do mercado financeiro por defender posições consideradas heterodoxas. As indicações ainda aguardam decisão de Lula.

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O Ibovespa voltou a subir nesta terça-feira (3) e encerrou o pregão aos 185.674 pontos, alta de 1,58%, aproximando-se da marca histórica de 186 mil pontos. O desempenho foi impulsionado por papéis de mineradoras e pela ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que confirmou a intenção do Banco Central de iniciar cortes na taxa básica de juros.

No mercado de câmbio, o dólar comercial teve dia volátil. Depois de tocar R$ 5,20 por volta das 11h30, a moeda norte-americana perdeu força e fechou praticamente estável, vendida a R$ 5,25, recuo de 0,15%. No acumulado de 2026, o dólar ainda cede 4,38%.

A redução do otimismo externo e especulações sobre nomes para a diretoria do Banco Central ajudaram a limitar a queda da moeda no fim da sessão.

Pela manhã, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse em entrevista a uma rádio que encaminhou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a indicação do economista Guilherme Mello para a Diretoria de Política Econômica do BC e do professor Tiago Cavalcanti, da Fundação Getulio Vargas, para a Diretoria de Organização do Sistema Financeiro. Secretário de Política Econômica desde 2023, Mello enfrenta resistência de parte do mercado financeiro por defender posições consideradas heterodoxas. As indicações ainda aguardam decisão de Lula.

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