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Irã ameaça fechar Estreito de Ormuz em resposta a ataques dos EUA

Retaliação inicial é econômica e pode impactar 20% do comércio mundial de petróleo; decisão ainda depende do Conselho Supremo de Segurança Nacional O Parlamento do Irã anunciou, neste domingo (22), a primeira retaliação aos ataques realizados pelos Estados Unidos contra as instalações nucleares de Fordow, Natanz e Isfahan. A resposta, no entanto, não foi militar, […]

22/06/2025 · 17h17
Irã ameaça fechar Estreito de Ormuz em resposta a ataques dos EUA

Retaliação inicial é econômica e pode impactar 20% do comércio mundial de petróleo; decisão ainda depende do Conselho Supremo de Segurança Nacional

O Parlamento do Irã anunciou, neste domingo (22), a primeira retaliação aos ataques realizados pelos Estados Unidos contra as instalações nucleares de Fordow, Natanz e Isfahan. A resposta, no entanto, não foi militar, mas sim econômica: os parlamentares propuseram o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do tráfego mundial de petróleo via marítima.

Apesar do anúncio, a medida ainda não entrou em vigor, pois depende da aprovação do Conselho Supremo de Segurança Nacional, que reúne o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, representantes das forças armadas, ministros e membros do alto escalão do governo, além de três representantes do líder supremo do país.

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Em entrevista à emissora estatal Press TV, o general Esmaeil Kousari, integrante do Comitê de Segurança do Parlamento, afirmou que já há um “consenso” entre os parlamentares para bloquear o Estreito de Ormuz, considerado uma das rotas mais estratégicas do comércio mundial.

Ainda não está claro, entretanto, se o consenso citado pelo general reflete toda a composição do Parlamento iraniano ou apenas membros do comitê de segurança.

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Retaliação inicial é econômica e pode impactar 20% do comércio mundial de petróleo; decisão ainda depende do Conselho Supremo de Segurança Nacional

O Parlamento do Irã anunciou, neste domingo (22), a primeira retaliação aos ataques realizados pelos Estados Unidos contra as instalações nucleares de Fordow, Natanz e Isfahan. A resposta, no entanto, não foi militar, mas sim econômica: os parlamentares propuseram o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do tráfego mundial de petróleo via marítima.

Apesar do anúncio, a medida ainda não entrou em vigor, pois depende da aprovação do Conselho Supremo de Segurança Nacional, que reúne o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, representantes das forças armadas, ministros e membros do alto escalão do governo, além de três representantes do líder supremo do país.

Em entrevista à emissora estatal Press TV, o general Esmaeil Kousari, integrante do Comitê de Segurança do Parlamento, afirmou que já há um “consenso” entre os parlamentares para bloquear o Estreito de Ormuz, considerado uma das rotas mais estratégicas do comércio mundial.

Ainda não está claro, entretanto, se o consenso citado pelo general reflete toda a composição do Parlamento iraniano ou apenas membros do comitê de segurança.

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