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Irã exige indenização por poluição que atingiu praias de Qeshm

Irã exige indenização por poluição no Golfo Pérsico e Mar de Omã, alegando danos ambientais.

13/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h39
Irã exige indenização por poluição que atingiu praias de Qeshm

O governo iraniano afirma que países que se beneficiam do tráfego pelo Estreito de Ormuz devem reparar danos ambientais causados por vazamentos. Vídeos mostram manchas de petróleo em praias de uma ilha próxima.

O Irã está exigindo indenização pela poluição das águas do Golfo Pérsico e áreas adjacentes, conforme declarado pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baqaei, em 12 de agosto de 2026. O porta-voz afirmou que todas as partes que se beneficiam do transporte comercial pelo Estreito de Ormuz têm a obrigação legal e moral de reparar os danos ambientais causados à região.

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Recentemente, vídeos começaram a circular mostrando a poluição por petróleo nas praias da ilha de Qeshm, próxima ao Estreito de Ormuz. Segundo Baqaei, esse incidente é um exemplo visível da poluição que tem afetado as águas do Golfo Pérsico e do Mar de Omã nas últimas décadas, causando danos estimados em trilhões de dólares às áreas costeiras do Irã.

“Quem é responsável por indenizar por esses danos? São as nações que consomem a energia barata exportada de nossa região, as seguradoras de transporte marítimo ou os agressores e seus parceiros que transformaram o Golfo Pérsico e o Mar de Omã em um palco para operações militares e testes de armamentos altamente destrutivos?”

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Além disso, a Autoridade Ambiental de Omã alertou sobre um derramamento de petróleo proveniente de um navio-tanque sancionado, que transportava petróleo bruto da Rússia e já atingiu algumas praias de Ras Madrakah, no sudeste de Omã.

A situação no Estreito de Ormuz se torna ainda mais complexa com as exigências do Irã para a reabertura total da passagem. Em 8 de agosto, um oficial de alto escalão da Guarda Revolucionária apresentou uma lista de seis condições, que incluem o fim da guerra contra o Irã e seus aliados, o levantamento do bloqueio naval dos EUA aos portos iranianos, e indenizações pelos danos causados durante conflitos anteriores.

Enquanto isso, autoridades iranianas enfatizam que qualquer acordo provisório sobre a navegação no estreito não está relacionado aos Estados Unidos, mas sim a um arranjo bilateral com Omã. A situação continua a evoluir, mas a poluição e as tensões na região permanecem como questões centrais nas discussões.

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O governo iraniano afirma que países que se beneficiam do tráfego pelo Estreito de Ormuz devem reparar danos ambientais causados por vazamentos. Vídeos mostram manchas de petróleo em praias de uma ilha próxima.

O Irã está exigindo indenização pela poluição das águas do Golfo Pérsico e áreas adjacentes, conforme declarado pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baqaei, em 12 de agosto de 2026. O porta-voz afirmou que todas as partes que se beneficiam do transporte comercial pelo Estreito de Ormuz têm a obrigação legal e moral de reparar os danos ambientais causados à região.

Recentemente, vídeos começaram a circular mostrando a poluição por petróleo nas praias da ilha de Qeshm, próxima ao Estreito de Ormuz. Segundo Baqaei, esse incidente é um exemplo visível da poluição que tem afetado as águas do Golfo Pérsico e do Mar de Omã nas últimas décadas, causando danos estimados em trilhões de dólares às áreas costeiras do Irã.

“Quem é responsável por indenizar por esses danos? São as nações que consomem a energia barata exportada de nossa região, as seguradoras de transporte marítimo ou os agressores e seus parceiros que transformaram o Golfo Pérsico e o Mar de Omã em um palco para operações militares e testes de armamentos altamente destrutivos?”

Além disso, a Autoridade Ambiental de Omã alertou sobre um derramamento de petróleo proveniente de um navio-tanque sancionado, que transportava petróleo bruto da Rússia e já atingiu algumas praias de Ras Madrakah, no sudeste de Omã.

A situação no Estreito de Ormuz se torna ainda mais complexa com as exigências do Irã para a reabertura total da passagem. Em 8 de agosto, um oficial de alto escalão da Guarda Revolucionária apresentou uma lista de seis condições, que incluem o fim da guerra contra o Irã e seus aliados, o levantamento do bloqueio naval dos EUA aos portos iranianos, e indenizações pelos danos causados durante conflitos anteriores.

Enquanto isso, autoridades iranianas enfatizam que qualquer acordo provisório sobre a navegação no estreito não está relacionado aos Estados Unidos, mas sim a um arranjo bilateral com Omã. A situação continua a evoluir, mas a poluição e as tensões na região permanecem como questões centrais nas discussões.

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