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Aracaju, Quinta-feira, 9 de julho de 2026
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Irã realiza ataques a instalações dos EUA no Bahrein e Kuwait após bombardeios

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Irã realiza ataques a instalações dos EUA no Bahrein e Kuwait após bombardeios

Irã ataca instalações dos EUA no Bahrein e Kuwait em resposta a bombardeios.

09/07/2026 · 19h04
Irã realiza ataques a instalações dos EUA no Bahrein e Kuwait após bombardeios

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A Guarda Revolucionária do Irã afirmou hoje ter realizado ataques a instalações militares dos Estados Unidos localizadas no Bahrein e no Kuwait. A ofensiva ocorreu em resposta a uma nova onda de bombardeios americanos contra o país, que aconteceu após ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz.

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De acordo com informações divulgadas, a operação da Guarda Revolucionária Islâmica utilizou mísseis e drones contra instalações militares estratégicas, incluindo a Base Aérea Ali Al Salem no Kuwait e a base militar em Bandar Salman, no Bahrein. Durante a operação, um drone americano MQ-9 que tentava interferir foi abatido.

Sirenes de ataque aéreo foram ativadas no Bahrein e no Kuwait, conforme relataram autoridades locais. O Exército do Kuwait confirmou que suas defesas aéreas estavam enfrentando ataques “hostis” com mísseis e drones.

As tensões aumentaram quando os Estados Unidos lançaram novos ataques e revogaram a licença que permitia ao Irã vender petróleo, após os ataques contra três petroleiros na região. O Comando Central dos EUA (CENTCOM) informou que mais de 60 embarcações da Guarda Revolucionária estavam entre os alvos atingidos, numa tentativa de impor um alto custo ao Irã devido às violações do cessar-fogo.

Em comunicado, o CENTCOM declarou: “A agressão injustificada das forças iranianas é uma violação clara e perigosa do cessar-fogo e compromete a liberdade de navegação”.

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Em resposta, o Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, comando militar do Irã, condenou os ataques dos Estados Unidos como um “ato flagrante de agressão” e ameaçou uma “resposta devastadora”. O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, também criticou os EUA, acusando-os de violar o cessar-fogo e afirmando que “a era da intimidação e da extorsão acabou”.

Explosões foram relatadas na ilha de Kharg, principal ponto de exportação de petróleo do Irã, e em outras áreas do sul do país. Embora não tenham sido registradas mortes de civis, várias pessoas ficaram feridas devido a estilhaços de um projétil que atingiu um píer comercial em Sirik.

A situação representa uma nova ameaça ao frágil acordo de cessar-fogo estabelecido entre os Estados Unidos e o Irã no mês anterior, que havia interrompido temporariamente um conflito que se intensificou após ataques americanos e israelenses ao território iraniano.

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A decisão dos EUA de retirar a concessão que permitia a venda de petróleo iraniano causou um aumento superior a 3% nos preços do petróleo. Apesar das tensões, um funcionário americano afirmou que as negociações continuam em andamento, visando um acordo definitivo com o Irã, embora a situação no Estreito de Hormuz continue a ser um ponto crítico nas relações entre os dois países.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã repudiou a decisão americana, afirmando que essa ação representa uma violação do acordo de cessar-fogo e que o país tomará “qualquer medida que considerar necessária” para garantir seus interesses e segurança nacional.

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A Guarda Revolucionária do Irã afirmou hoje ter realizado ataques a instalações militares dos Estados Unidos localizadas no Bahrein e no Kuwait. A ofensiva ocorreu em resposta a uma nova onda de bombardeios americanos contra o país, que aconteceu após ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz.

De acordo com informações divulgadas, a operação da Guarda Revolucionária Islâmica utilizou mísseis e drones contra instalações militares estratégicas, incluindo a Base Aérea Ali Al Salem no Kuwait e a base militar em Bandar Salman, no Bahrein. Durante a operação, um drone americano MQ-9 que tentava interferir foi abatido.

Sirenes de ataque aéreo foram ativadas no Bahrein e no Kuwait, conforme relataram autoridades locais. O Exército do Kuwait confirmou que suas defesas aéreas estavam enfrentando ataques “hostis” com mísseis e drones.

As tensões aumentaram quando os Estados Unidos lançaram novos ataques e revogaram a licença que permitia ao Irã vender petróleo, após os ataques contra três petroleiros na região. O Comando Central dos EUA (CENTCOM) informou que mais de 60 embarcações da Guarda Revolucionária estavam entre os alvos atingidos, numa tentativa de impor um alto custo ao Irã devido às violações do cessar-fogo.

Em comunicado, o CENTCOM declarou: “A agressão injustificada das forças iranianas é uma violação clara e perigosa do cessar-fogo e compromete a liberdade de navegação”.

Em resposta, o Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, comando militar do Irã, condenou os ataques dos Estados Unidos como um “ato flagrante de agressão” e ameaçou uma “resposta devastadora”. O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, também criticou os EUA, acusando-os de violar o cessar-fogo e afirmando que “a era da intimidação e da extorsão acabou”.

Explosões foram relatadas na ilha de Kharg, principal ponto de exportação de petróleo do Irã, e em outras áreas do sul do país. Embora não tenham sido registradas mortes de civis, várias pessoas ficaram feridas devido a estilhaços de um projétil que atingiu um píer comercial em Sirik.

A situação representa uma nova ameaça ao frágil acordo de cessar-fogo estabelecido entre os Estados Unidos e o Irã no mês anterior, que havia interrompido temporariamente um conflito que se intensificou após ataques americanos e israelenses ao território iraniano.

A decisão dos EUA de retirar a concessão que permitia a venda de petróleo iraniano causou um aumento superior a 3% nos preços do petróleo. Apesar das tensões, um funcionário americano afirmou que as negociações continuam em andamento, visando um acordo definitivo com o Irã, embora a situação no Estreito de Hormuz continue a ser um ponto crítico nas relações entre os dois países.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã repudiou a decisão americana, afirmando que essa ação representa uma violação do acordo de cessar-fogo e que o país tomará “qualquer medida que considerar necessária” para garantir seus interesses e segurança nacional.

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