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Aracaju, Sexta-feira, 19 de junho de 2026
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Jogo do Brasil na Copa derruba recorde: tráfego de dados sobe 4,3 vezes

Esporte

Jogo do Brasil na Copa derruba recorde: tráfego de dados sobe 4,3 vezes

Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026 e data center Elea registra aumento de 4,3 vezes no tráfego de dados.

19/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h47
Jogo do Brasil na Copa derruba recorde: tráfego de dados sobe 4,3 vezes

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A estreia da Seleção na Copa 2026 lotou não só as telas, mas também os servidores. O data center Elea registrou 865 Gbps durante a partida, quatro vezes acima do normal.

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No sábado (13), o Brasil estreou na Copa do Mundo de 2026 em um confronto contra o Marrocos. A partida atraiu um grande número de brasileiros, que acompanharam a Seleção em televisores, computadores e smartphones. Esse aumento repentino no número de espectadores também refletiu em um crescimento significativo no tráfego de dados no data center Elea, localizado no Rio de Janeiro.

A Elea registrou um volume 4,3 vezes maior do que o habitual, atingindo 865 Gbps durante o jogo, em comparação aos cerca de 200 Gbps observados em dias normais. “Para dar uma dimensão, é como se 30 mil fotos fossem transferidas em um único segundo”, explica Thiago Pongelupe, diretor de Vendas Técnicas da empresa.

Os data centers, que se tornaram ainda mais relevantes com o avanço das aplicações de inteligência artificial, desempenham um papel crucial ao processar e distribuir dados entre as câmeras nos estádios e os telespectadores. Pongelupe ressalta que, mais do que os números, o que realmente importa é o acesso massivo a conteúdos e serviços digitais durante eventos como a Copa do Mundo.

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Ele acrescenta que, no passado, o maior desafio era a distribuição do sinal de televisão, mas atualmente, é necessário garantir que o mesmo conteúdo chegue a múltiplos dispositivos e plataformas para um público consideravelmente maior. “O crescimento do streaming ampliou significativamente a importância dos data centers, que se tornaram fundamentais para o processamento, armazenamento e distribuição desses conteúdos”, diz Pongelupe.

Além das transmissões, os data centers também lidam com dados de redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas financeiras, e-commerce e outros serviços digitais, que igualmente enfrentam um aumento na demanda durante grandes eventos. Um dos desafios é a necessidade de oferecer uma transmissão rápida e sincronizada entre diferentes plataformas, considerando as particularidades de cada meio de streaming.

“O usuário espera uma experiência praticamente instantânea, independentemente de onde esteja ou do dispositivo que esteja utilizando. Isso exige uma infraestrutura cada vez mais distribuída, conectada e resiliente”, afirma o diretor.

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Pongelupe detalha que a preparação para a Copa do Mundo é realizada com antecedência. “Toda a cadeia realiza projeções de demanda, reforça equipes de monitoramento e revisa procedimentos operacionais”, afirma. Dentro de um data center, essa preparação inclui estratégias de redundância em energia, refrigeração, conectividade e carga de dados.

Apesar do aumento na demanda, o executivo assegura que as estruturas são projetadas para operar em condições de alta demanda, e o planejamento adequado minimiza os riscos de falha. “A necessidade é dimensionar corretamente a capacidade, a conectividade e os recursos computacionais para suportar esses picos”, conclui Pongelupe.

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A estreia da Seleção na Copa 2026 lotou não só as telas, mas também os servidores. O data center Elea registrou 865 Gbps durante a partida, quatro vezes acima do normal.

No sábado (13), o Brasil estreou na Copa do Mundo de 2026 em um confronto contra o Marrocos. A partida atraiu um grande número de brasileiros, que acompanharam a Seleção em televisores, computadores e smartphones. Esse aumento repentino no número de espectadores também refletiu em um crescimento significativo no tráfego de dados no data center Elea, localizado no Rio de Janeiro.

A Elea registrou um volume 4,3 vezes maior do que o habitual, atingindo 865 Gbps durante o jogo, em comparação aos cerca de 200 Gbps observados em dias normais. “Para dar uma dimensão, é como se 30 mil fotos fossem transferidas em um único segundo”, explica Thiago Pongelupe, diretor de Vendas Técnicas da empresa.

Os data centers, que se tornaram ainda mais relevantes com o avanço das aplicações de inteligência artificial, desempenham um papel crucial ao processar e distribuir dados entre as câmeras nos estádios e os telespectadores. Pongelupe ressalta que, mais do que os números, o que realmente importa é o acesso massivo a conteúdos e serviços digitais durante eventos como a Copa do Mundo.

Ele acrescenta que, no passado, o maior desafio era a distribuição do sinal de televisão, mas atualmente, é necessário garantir que o mesmo conteúdo chegue a múltiplos dispositivos e plataformas para um público consideravelmente maior. “O crescimento do streaming ampliou significativamente a importância dos data centers, que se tornaram fundamentais para o processamento, armazenamento e distribuição desses conteúdos”, diz Pongelupe.

Além das transmissões, os data centers também lidam com dados de redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas financeiras, e-commerce e outros serviços digitais, que igualmente enfrentam um aumento na demanda durante grandes eventos. Um dos desafios é a necessidade de oferecer uma transmissão rápida e sincronizada entre diferentes plataformas, considerando as particularidades de cada meio de streaming.

“O usuário espera uma experiência praticamente instantânea, independentemente de onde esteja ou do dispositivo que esteja utilizando. Isso exige uma infraestrutura cada vez mais distribuída, conectada e resiliente”, afirma o diretor.

Pongelupe detalha que a preparação para a Copa do Mundo é realizada com antecedência. “Toda a cadeia realiza projeções de demanda, reforça equipes de monitoramento e revisa procedimentos operacionais”, afirma. Dentro de um data center, essa preparação inclui estratégias de redundância em energia, refrigeração, conectividade e carga de dados.

Apesar do aumento na demanda, o executivo assegura que as estruturas são projetadas para operar em condições de alta demanda, e o planejamento adequado minimiza os riscos de falha. “A necessidade é dimensionar corretamente a capacidade, a conectividade e os recursos computacionais para suportar esses picos”, conclui Pongelupe.

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