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Aracaju, Sexta-feira, 5 de junho de 2026
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Justiça determina suspensão de greve dos professores em Sergipe sob pena de multa de R$ 60 mil.

Educação

Justiça determina suspensão de greve dos professores em Sergipe sob pena de multa de R$ 60 mil.

A magistrada Adelaide Maria Martins Moura assinou a liminar que interrompe a paralisação da rede estadual. A decisão atende aos argumentos da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que questionou a legalidade do movimento logo em seu início.

09/03/2026 · 17h36 · Atualizado às 12h49
Justiça determina suspensão de greve dos professores em Sergipe sob pena de multa de R$ 60 mil.

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Juíza aponta irregularidades na deflagração do movimento e ordena retomada imediata das aulas; Sintese afirma que manterá mobilização e ato público nesta terça (10).

A magistrada Adelaide Maria Martins Moura assinou a liminar que interrompe a paralisação da rede estadual. A decisão atende aos argumentos da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que questionou a legalidade do movimento logo em seu início.

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Os Argumentos da Decisão Judicial

Para determinar o retorno dos professores às salas de aula, a juíza destacou falhas processuais no movimento grevista:

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  • Falta de Plano de Essencialidade: A ausência de um plano para manter os serviços educacionais mínimos durante a greve.
  • Irregularidade na Assembleia: A decisão aponta que não houve uma convocação específica para deliberar sobre a paralisação.
  • Negociações em Aberto: O entendimento judicial foi de que não ficou comprovado o esgotamento total das tentativas de diálogo com o Governo antes da interrupção das aulas.
  • Sanção: O descumprimento da ordem de suspensão acarreta uma multa diária de R$ 60.000,00 para o sindicato.

A Resposta do Sintese

O sindicato dos professores manifestou-se prontamente, mantendo uma postura de enfrentamento:

  • Notificação: O Sintese informou que ainda não foi oficialmente notificado da decisão.
  • Continuidade: A orientação para a categoria é de manter a greve. Um ato público já está confirmado para esta terça-feira (10), em frente ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), em Aracaju.
  • Histórico: O sindicato alega que o governo fechou as negociações de forma unilateral em 2025 e que a greve é a única alternativa para garantir a valorização profissional e o descongelamento de gratificações.

Cenário nas Escolas (09/03/2026)

Enquanto a batalha jurídica prossegue nos tribunais, a situação nas escolas permanece incerta. O Governo do Estado havia tentado uma ação de ilegalidade antes mesmo do início da greve, que foi negada na época, mas esta nova liminar muda o jogo e coloca o sindicato sob pressão financeira extrema.

Reivindicações da Categoria:

  1. Retomada da carreira do magistério (progressões por tempo e título).
  2. Descongelamento imediato de gratificações.
  3. Valorização salarial conforme o Piso Nacional 2026.

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Juíza aponta irregularidades na deflagração do movimento e ordena retomada imediata das aulas; Sintese afirma que manterá mobilização e ato público nesta terça (10).

A magistrada Adelaide Maria Martins Moura assinou a liminar que interrompe a paralisação da rede estadual. A decisão atende aos argumentos da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que questionou a legalidade do movimento logo em seu início.

Os Argumentos da Decisão Judicial

Para determinar o retorno dos professores às salas de aula, a juíza destacou falhas processuais no movimento grevista:

  • Falta de Plano de Essencialidade: A ausência de um plano para manter os serviços educacionais mínimos durante a greve.
  • Irregularidade na Assembleia: A decisão aponta que não houve uma convocação específica para deliberar sobre a paralisação.
  • Negociações em Aberto: O entendimento judicial foi de que não ficou comprovado o esgotamento total das tentativas de diálogo com o Governo antes da interrupção das aulas.
  • Sanção: O descumprimento da ordem de suspensão acarreta uma multa diária de R$ 60.000,00 para o sindicato.

A Resposta do Sintese

O sindicato dos professores manifestou-se prontamente, mantendo uma postura de enfrentamento:

  • Notificação: O Sintese informou que ainda não foi oficialmente notificado da decisão.
  • Continuidade: A orientação para a categoria é de manter a greve. Um ato público já está confirmado para esta terça-feira (10), em frente ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), em Aracaju.
  • Histórico: O sindicato alega que o governo fechou as negociações de forma unilateral em 2025 e que a greve é a única alternativa para garantir a valorização profissional e o descongelamento de gratificações.

Cenário nas Escolas (09/03/2026)

Enquanto a batalha jurídica prossegue nos tribunais, a situação nas escolas permanece incerta. O Governo do Estado havia tentado uma ação de ilegalidade antes mesmo do início da greve, que foi negada na época, mas esta nova liminar muda o jogo e coloca o sindicato sob pressão financeira extrema.

Reivindicações da Categoria:

  1. Retomada da carreira do magistério (progressões por tempo e título).
  2. Descongelamento imediato de gratificações.
  3. Valorização salarial conforme o Piso Nacional 2026.

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