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Economia

Justiça do Rio bloqueia R$135 mi de Banco Master e outros

Justiça do Rio bloqueia contas do Banco Master e de outras entidades até R$ 135 milhões.

24/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h09
Justiça do Rio bloqueia R$135 mi de Banco Master e outros

A Justiça do Rio bloqueou até R$135 milhões em contas do Banco Master, outras entidades e pessoas físicas. A decisão (23) atendeu pedido do estado e Rioprevidência em investigação que aponta indícios de irregularidades.

A Justiça do Rio de Janeiro determinou o bloqueio das contas do Banco Master, da Trustee Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários LTDA., da Axor Asset LTDA., de Alexandre Marchesani Canata e de Felipe Mota Separovic Rodrigues. O bloqueio ocorrerá até o valor de R$ 135 milhões.

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A decisão foi proferida na quinta-feira (23) e decorre de um pedido apresentado pelo estado e pelo Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro, conhecido como Rioprevidência.

O bloqueio está relacionado a uma série de investigações que envolvem o Banco Master, onde foram identificados indícios de gestão temerária e ações fraudulentas. Entre os dias 4 de julho e 8 de agosto de 2025, o Rioprevidência realizou um aporte significativo de R$ 150 milhões no Fundo de Investimento “Texas i Fia”, que estava quase que totalmente exposto às ações da Ambipar Participações e Empreendimentos S.A.

Após cerca de um ano, as ações da Ambipar sofreram uma desvalorização acentuada, resultando em uma perda financeira para o Rioprevidência, com uma redução de quase R$ 15 milhões no saldo de seus investimentos. Essa situação levantou preocupações sobre a gestão dos recursos públicos e as decisões tomadas pelos gestores do fundo.

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“A sofisticação dos atos fraudatórios revela que a sua execução não seria possível sem o domínio do fato pelos envolvidos durante a operação que culminou com a pulverização do dinheiro público alocado”, destacou o juiz Wladimir Hungria, da Vara de Fazenda Pública, em sua decisão.

O juiz também mencionou indícios de gestão temerária no aporte realizado pelos gestores do Rioprevidência. Ele observou que a escolha de um aporte massivo em um único ativo pode indicar uma tentativa de manipulação do mercado, elevando artificialmente o valor das ações, além de expor o fundo a riscos significativos. Essa análise levanta questões sobre a responsabilidade dos gestores e a proteção dos recursos previdenciários.

A decisão do bloqueio das contas é um passo importante nas investigações em curso e reflete a preocupação das autoridades com a integridade dos fundos públicos e a necessidade de garantir uma gestão responsável e transparente dos recursos previdenciários no estado do Rio de Janeiro.

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A Justiça do Rio bloqueou até R$135 milhões em contas do Banco Master, outras entidades e pessoas físicas. A decisão (23) atendeu pedido do estado e Rioprevidência em investigação que aponta indícios de irregularidades.

A Justiça do Rio de Janeiro determinou o bloqueio das contas do Banco Master, da Trustee Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários LTDA., da Axor Asset LTDA., de Alexandre Marchesani Canata e de Felipe Mota Separovic Rodrigues. O bloqueio ocorrerá até o valor de R$ 135 milhões.

A decisão foi proferida na quinta-feira (23) e decorre de um pedido apresentado pelo estado e pelo Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro, conhecido como Rioprevidência.

O bloqueio está relacionado a uma série de investigações que envolvem o Banco Master, onde foram identificados indícios de gestão temerária e ações fraudulentas. Entre os dias 4 de julho e 8 de agosto de 2025, o Rioprevidência realizou um aporte significativo de R$ 150 milhões no Fundo de Investimento “Texas i Fia”, que estava quase que totalmente exposto às ações da Ambipar Participações e Empreendimentos S.A.

Após cerca de um ano, as ações da Ambipar sofreram uma desvalorização acentuada, resultando em uma perda financeira para o Rioprevidência, com uma redução de quase R$ 15 milhões no saldo de seus investimentos. Essa situação levantou preocupações sobre a gestão dos recursos públicos e as decisões tomadas pelos gestores do fundo.

“A sofisticação dos atos fraudatórios revela que a sua execução não seria possível sem o domínio do fato pelos envolvidos durante a operação que culminou com a pulverização do dinheiro público alocado”, destacou o juiz Wladimir Hungria, da Vara de Fazenda Pública, em sua decisão.

O juiz também mencionou indícios de gestão temerária no aporte realizado pelos gestores do Rioprevidência. Ele observou que a escolha de um aporte massivo em um único ativo pode indicar uma tentativa de manipulação do mercado, elevando artificialmente o valor das ações, além de expor o fundo a riscos significativos. Essa análise levanta questões sobre a responsabilidade dos gestores e a proteção dos recursos previdenciários.

A decisão do bloqueio das contas é um passo importante nas investigações em curso e reflete a preocupação das autoridades com a integridade dos fundos públicos e a necessidade de garantir uma gestão responsável e transparente dos recursos previdenciários no estado do Rio de Janeiro.

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