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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Policial

Justiça mantém PM suspeito de matar esposa em Embu das Artes preso

Policial militar Vinícius Costa Silva passou por audiência de custódia e seguirá preso. A vítima, Larissa Cruz Morata, foi encontrada com um tiro na cabeça.

08/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h27
Justiça mantém PM suspeito de matar esposa em Embu das Artes preso

Vinícius Costa Silva foi detido no velório de Larissa Cruz Morata, 29, encontrada morta com um tiro na cabeça no banheiro da casa do casal. Eles tinham um filho de 2 anos. Em audiência de custódia, ele seguirá preso.

O policial militar Vinícius Costa Silva, suspeito de matar a esposa em Embu das Artes, na região metropolitana de São Paulo, passou por audiência de custódia na manhã desta segunda-feira (8) e continuará preso.

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Silva foi detido nesta segunda-feira (7) no velório da vítima, a radiologista Larissa Cruz Morata, de 29 anos. Ela foi encontrada morta no último domingo (6), com um tiro na cabeça, no banheiro da casa em que viviam. O casal tinha um filho de 2 anos.

O suspeito contou à polícia que encontrou Larissa caída no cômodo da casa e afirmou que ela teria cometido suicídio após ele anunciar que queria terminar o relacionamento.

Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a prisão de Silva foi decretada após as investigações apontarem indícios de crime devido à dinâmica dos fatos e elementos encontrados. O caso foi registrado como “morte suspeita”.

A família de Larissa não acredita na hipótese de suicídio. O pai da vítima, Edson Morata, deu declaração sobre o relacionamento e disse que a filha queria se separar. Ele descreveu a relação como complicada e afirmou que o filho era tudo para ela, apontando comportamento possessivo do companheiro.

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“Ela conversava muito com a minha mãe, ela ligou [minutos antes de morrer] falando que ia se separar. O moleque dela era tudo pra ela, ela era uma supermãe. Ele é que era possessivo”, disse Edson Morata.

O processo investigativo seguirá em andamento para apurar as circunstâncias da morte e as responsabilidades. A decisão pela prisão preventiva considerou elementos levantados nas diligências iniciais, segundo a SSP-SP, sem que a autoridade policial tenha, até o momento, concluído a investigação.

Vinícius está detido no Presídio Militar Romão Gomes (PMRG), na zona norte da capital paulista, onde permanecerá enquanto as medidas cautelares determinadas na audiência de custódia forem mantidas.

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O caso mobilizou familiares e movimentou agentes de segurança locais desde a manhã em que o corpo foi localizado, e as autoridades seguem trabalhando para esclarecer os fatos e consolidar o inquérito que investigará a morte de Larissa.

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Vinícius Costa Silva foi detido no velório de Larissa Cruz Morata, 29, encontrada morta com um tiro na cabeça no banheiro da casa do casal. Eles tinham um filho de 2 anos. Em audiência de custódia, ele seguirá preso.

O policial militar Vinícius Costa Silva, suspeito de matar a esposa em Embu das Artes, na região metropolitana de São Paulo, passou por audiência de custódia na manhã desta segunda-feira (8) e continuará preso.

Silva foi detido nesta segunda-feira (7) no velório da vítima, a radiologista Larissa Cruz Morata, de 29 anos. Ela foi encontrada morta no último domingo (6), com um tiro na cabeça, no banheiro da casa em que viviam. O casal tinha um filho de 2 anos.

O suspeito contou à polícia que encontrou Larissa caída no cômodo da casa e afirmou que ela teria cometido suicídio após ele anunciar que queria terminar o relacionamento.

Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a prisão de Silva foi decretada após as investigações apontarem indícios de crime devido à dinâmica dos fatos e elementos encontrados. O caso foi registrado como “morte suspeita”.

A família de Larissa não acredita na hipótese de suicídio. O pai da vítima, Edson Morata, deu declaração sobre o relacionamento e disse que a filha queria se separar. Ele descreveu a relação como complicada e afirmou que o filho era tudo para ela, apontando comportamento possessivo do companheiro.

“Ela conversava muito com a minha mãe, ela ligou [minutos antes de morrer] falando que ia se separar. O moleque dela era tudo pra ela, ela era uma supermãe. Ele é que era possessivo”, disse Edson Morata.

O processo investigativo seguirá em andamento para apurar as circunstâncias da morte e as responsabilidades. A decisão pela prisão preventiva considerou elementos levantados nas diligências iniciais, segundo a SSP-SP, sem que a autoridade policial tenha, até o momento, concluído a investigação.

Vinícius está detido no Presídio Militar Romão Gomes (PMRG), na zona norte da capital paulista, onde permanecerá enquanto as medidas cautelares determinadas na audiência de custódia forem mantidas.

O caso mobilizou familiares e movimentou agentes de segurança locais desde a manhã em que o corpo foi localizado, e as autoridades seguem trabalhando para esclarecer os fatos e consolidar o inquérito que investigará a morte de Larissa.

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