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Policial

Laudo aponta ecstasy e anfetamina no corpo de capitã da PM

Laudo toxicológico revela presença de ecstasy e anfetamina em capitã da PM morta em BH.

31/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h01
Laudo aponta ecstasy e anfetamina no corpo de capitã da PM

Exame toxicológico do IML detectou metilenodioxianfetamina (MDA) e indícios de anfetaminas na urina da capitã Michele Leão Azevedo, 41. Ela foi levada ao Hospital Odilon Behrens pelo marido já sem vida.

O exame toxicológico realizado pelo Laboratório de Toxicologia do Instituto Médico Legal (IML) revelou a presença de substâncias relacionadas ao ecstasy e à anfetamina no organismo da capitã da Polícia Militar, Michele Leão Azevedo, de 41 anos. Michele foi levada ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte, pelo próprio marido, o 3º sargento da corporação, Eduardo Abner Pereira de Oliveira, de 37 anos, na última segunda-feira (20), já sem vida.

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O laudo, que foi realizado três dias após a morte da capitã, analisou uma amostra de urina e detectou a presença de metilenodioxianfetamina (MDA), metilenodioximetanfetamina (MDMA), o principal componente do ecstasy, e anfetamina. O ecstasy é uma droga sintética ilícita com efeitos estimulantes e alucinógenos, que provoca sensações de euforia e aumento da empatia, além de alterações na percepção. A anfetamina, por sua vez, é um estimulante do sistema nervoso central que pode aumentar o estado de alerta e acelerar a atividade cerebral.

Conforme informações, o resultado do exame, embora significativo, não é suficiente para determinar a causa da morte da policial, e a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) continua investigando o caso. Michele foi levada ao hospital por volta das 21h, e a equipe médica suspeitou da versão apresentada de acidente ao constatar que o óbito teria ocorrido entre quatro e seis horas antes da chegada ao hospital.

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Imagens de câmeras de segurança mostram o sargento carregando a esposa, já sem vida, até o veículo. Além disso, o corpo da capitã apresentava múltiplas lesões, incluindo traumatismo craniano e ferimentos compatíveis com chicoteamento, o que levantou indícios de crime.

A versão apresentada pelo sargento indica que Michele teria caído de uma escada por volta do meio-dia, enquanto alegou que os hematomas seriam resultado de práticas sexuais consensuais de dominação ocorridas na noite anterior. Eduardo afirmou ainda que não levou a esposa ao médico antes porque ela estaria constrangida devido ao uso de drogas.

A situação do sargento se complicou quando ele foi flagrado por um tenente descartando comprimidos de ecstasy na lixeira do hospital, resultando em sua prisão por posse e tráfico de drogas. A defesa do policial informou que está acompanhando a apuração do caso e ressaltou a importância de aguardar a conclusão das investigações antes de qualquer julgamento.

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Exame toxicológico do IML detectou metilenodioxianfetamina (MDA) e indícios de anfetaminas na urina da capitã Michele Leão Azevedo, 41. Ela foi levada ao Hospital Odilon Behrens pelo marido já sem vida.

O exame toxicológico realizado pelo Laboratório de Toxicologia do Instituto Médico Legal (IML) revelou a presença de substâncias relacionadas ao ecstasy e à anfetamina no organismo da capitã da Polícia Militar, Michele Leão Azevedo, de 41 anos. Michele foi levada ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte, pelo próprio marido, o 3º sargento da corporação, Eduardo Abner Pereira de Oliveira, de 37 anos, na última segunda-feira (20), já sem vida.

O laudo, que foi realizado três dias após a morte da capitã, analisou uma amostra de urina e detectou a presença de metilenodioxianfetamina (MDA), metilenodioximetanfetamina (MDMA), o principal componente do ecstasy, e anfetamina. O ecstasy é uma droga sintética ilícita com efeitos estimulantes e alucinógenos, que provoca sensações de euforia e aumento da empatia, além de alterações na percepção. A anfetamina, por sua vez, é um estimulante do sistema nervoso central que pode aumentar o estado de alerta e acelerar a atividade cerebral.

Conforme informações, o resultado do exame, embora significativo, não é suficiente para determinar a causa da morte da policial, e a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) continua investigando o caso. Michele foi levada ao hospital por volta das 21h, e a equipe médica suspeitou da versão apresentada de acidente ao constatar que o óbito teria ocorrido entre quatro e seis horas antes da chegada ao hospital.

Imagens de câmeras de segurança mostram o sargento carregando a esposa, já sem vida, até o veículo. Além disso, o corpo da capitã apresentava múltiplas lesões, incluindo traumatismo craniano e ferimentos compatíveis com chicoteamento, o que levantou indícios de crime.

A versão apresentada pelo sargento indica que Michele teria caído de uma escada por volta do meio-dia, enquanto alegou que os hematomas seriam resultado de práticas sexuais consensuais de dominação ocorridas na noite anterior. Eduardo afirmou ainda que não levou a esposa ao médico antes porque ela estaria constrangida devido ao uso de drogas.

A situação do sargento se complicou quando ele foi flagrado por um tenente descartando comprimidos de ecstasy na lixeira do hospital, resultando em sua prisão por posse e tráfico de drogas. A defesa do policial informou que está acompanhando a apuração do caso e ressaltou a importância de aguardar a conclusão das investigações antes de qualquer julgamento.

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