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Leapmotor elimina bateria 12 V com novo sistema CTC 3.0

Leapmotor apresentou o sistema Cell-to-Chassis 3.0, que pretende eliminar a bateria de 12 V nos carros a partir de 2027.

25/09/2026 · 10h12 · Atualizado às 16h57
Leapmotor elimina bateria 12 V com novo sistema CTC 3.0

Apresentado no Leapmotor Tech Day 2026 em Hangzhou, o CTC 3.0 integra alta e baixa tensão direto ao chassi. A tecnologia deve equipar modelos a partir de 2027 e reduzir chamadas por falhas na bateria auxiliar.

A Leapmotor revelou durante o Leapmotor Tech Day 2026, em Hangzhou (China), uma tecnologia que promete eliminar a bateria auxiliar de 12 V dos carros da marca. A medida chega em meio a estudos que apontam o componente como uma das principais causas de chamados de emergência na estrada.

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Desenvolvido para equipar os veículos de nova geração da marca a partir de 2027, o sistema chamado Cell-to-Chassis (CTC) 3.0 integra funções de alta e baixa tensão em um único conjunto mecânico acoplado diretamente ao chassi. Com isso, as mesmas células de tração deverão gerenciar o fornecimento elétrico de acessórios essenciais, como faróis, ar-condicionado, centrais multimídia e sistemas de segurança.

Segundo o relatório anual do clube automobilístico europeu ADAC, a bateria de 12 V aparece por trás de quase metade dos chamados de assistência na estrada. A Leapmotor citou esse cenário ao apresentar a nova arquitetura, que tem entre os objetivos reduzir a necessidade de trocas periódicas do componente e diminuir o descarte de resíduos nocivos associados às baterias de chumbo-ácido.

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Com a adoção do CTC 3.0, a marca pretende acabar com a necessidade de manutenção regular da bateria secundária, o que, na avaliação apresentada, deve melhorar a confiabilidade da frota e reduzir panes relacionadas ao sistema elétrico de baixa tensão. A eliminação do componente ataca diretamente um dos pontos recorrentes de falha, conforme indicado pelo relatório citado.

No Brasil, a Leapmotor opera sob o guarda-chuva do grupo Stellantis e já comercializa os utilitários C10 e B10. Ainda não há confirmação sobre a chegada dos primeiros modelos equipados com a nova arquitetura ao mercado nacional, nem sobre uma possível data para que os sistemas integrem os carros vendidos por aqui.

A novidade técnica abre caminho para uma mudança de larga escala na arquitetura elétrica dos veículos elétricos, ao propor o fim de uma solução presente há mais de 70 anos na indústria automotiva. A empresa apresentou o CTC 3.0 como parte de sua estratégia para as próximas gerações de veículos, com previsão de início de adoção em 2027.

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A Leapmotor revelou durante o Leapmotor Tech Day 2026, em Hangzhou (China), uma tecnologia que promete eliminar a bateria auxiliar de 12 V dos carros da marca. A medida chega em meio a estudos que apontam o componente como uma das principais causas de chamados de emergência na estrada.

Desenvolvido para equipar os veículos de nova geração da marca a partir de 2027, o sistema chamado Cell-to-Chassis (CTC) 3.0 integra funções de alta e baixa tensão em um único conjunto mecânico acoplado diretamente ao chassi. Com isso, as mesmas células de tração deverão gerenciar o fornecimento elétrico de acessórios essenciais, como faróis, ar-condicionado, centrais multimídia e sistemas de segurança.

Segundo o relatório anual do clube automobilístico europeu ADAC, a bateria de 12 V aparece por trás de quase metade dos chamados de assistência na estrada. A Leapmotor citou esse cenário ao apresentar a nova arquitetura, que tem entre os objetivos reduzir a necessidade de trocas periódicas do componente e diminuir o descarte de resíduos nocivos associados às baterias de chumbo-ácido.

Com a adoção do CTC 3.0, a marca pretende acabar com a necessidade de manutenção regular da bateria secundária, o que, na avaliação apresentada, deve melhorar a confiabilidade da frota e reduzir panes relacionadas ao sistema elétrico de baixa tensão. A eliminação do componente ataca diretamente um dos pontos recorrentes de falha, conforme indicado pelo relatório citado.

No Brasil, a Leapmotor opera sob o guarda-chuva do grupo Stellantis e já comercializa os utilitários C10 e B10. Ainda não há confirmação sobre a chegada dos primeiros modelos equipados com a nova arquitetura ao mercado nacional, nem sobre uma possível data para que os sistemas integrem os carros vendidos por aqui.

A novidade técnica abre caminho para uma mudança de larga escala na arquitetura elétrica dos veículos elétricos, ao propor o fim de uma solução presente há mais de 70 anos na indústria automotiva. A empresa apresentou o CTC 3.0 como parte de sua estratégia para as próximas gerações de veículos, com previsão de início de adoção em 2027.

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