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Leda Nagle defende declaração de Romeu Zema sobre trabalho infantil e diz “Sem drama”

Leda Nagle manifestou apoio à declaração do ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência pelo Partido Novo, Romeu Zema, sobre a...

05/05/2026 · 17h24 · Atualizado às 13h08
Leda Nagle defende declaração de Romeu Zema sobre trabalho infantil e diz “Sem drama”

Leda Nagle manifestou apoio à declaração do ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência pelo Partido Novo, Romeu Zema, sobre a flexibilização da legislação que trata do trabalho infantil no Brasil. A jornalista publicou o posicionamento em seu perfil no X no domingo (3/5), afirmando que fala por experiência própria.

No post, Leda relatou ter trabalhado desde os 9 e 10 anos no comércio da família, o Armazém Mineiro. Segundo a jornalista, ela frequentava pela manhã o Instituto Santos Anjos, fazia os deveres escolares no balcão do estabelecimento e, depois, auxiliava os pais no atendimento aos clientes, pesando arroz e feijão vendidos a granel e realizando pequenas entregas.

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“Tenho belas lembranças desta época. Éramos fortes, unidos e felizes. Sem drama”, escreveu Leda, observação que gerou repercussão e recebeu diversos comentários negativos nas redes sociais.

A publicação da jornalista ocorreu como resposta a um vídeo em que Zema, em um podcast gravado no Dia do Trabalhador (1º/5), defendeu mudanças na legislação que proíbe o trabalho infantil no Brasil. No trecho citado, o político comparou a situação com países como os Estados Unidos, mencionando: “Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal, recebe lá não sei quantos centavos por cada jornal entregue, no tempo que tem. Aqui é proibido, né? Você está escravizando criança. Então é lamentável. Mas tenho certeza de que nós vamos mudar”.

Atualmente, a legislação brasileira impede o trabalho de menores de 16 anos, com exceção do emprego na condição de aprendiz a partir dos 14 anos. A proibição está prevista na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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O ordenamento jurídico brasileiro prevê pena de reclusão de 2 a 8 anos para casos que envolvam trabalho forçado, em condições insalubres ou perigosas, conforme dispõem as leis vigentes.

A discussão sobre a proposta de flexibilização e as reações nas redes sociais seguem em curso, com posições divergentes entre apoiadores e críticos das declarações do pré-candidato e da jornalista.

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Leda Nagle manifestou apoio à declaração do ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência pelo Partido Novo, Romeu Zema, sobre a flexibilização da legislação que trata do trabalho infantil no Brasil. A jornalista publicou o posicionamento em seu perfil no X no domingo (3/5), afirmando que fala por experiência própria.

No post, Leda relatou ter trabalhado desde os 9 e 10 anos no comércio da família, o Armazém Mineiro. Segundo a jornalista, ela frequentava pela manhã o Instituto Santos Anjos, fazia os deveres escolares no balcão do estabelecimento e, depois, auxiliava os pais no atendimento aos clientes, pesando arroz e feijão vendidos a granel e realizando pequenas entregas.

“Tenho belas lembranças desta época. Éramos fortes, unidos e felizes. Sem drama”, escreveu Leda, observação que gerou repercussão e recebeu diversos comentários negativos nas redes sociais.

A publicação da jornalista ocorreu como resposta a um vídeo em que Zema, em um podcast gravado no Dia do Trabalhador (1º/5), defendeu mudanças na legislação que proíbe o trabalho infantil no Brasil. No trecho citado, o político comparou a situação com países como os Estados Unidos, mencionando: “Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal, recebe lá não sei quantos centavos por cada jornal entregue, no tempo que tem. Aqui é proibido, né? Você está escravizando criança. Então é lamentável. Mas tenho certeza de que nós vamos mudar”.

Atualmente, a legislação brasileira impede o trabalho de menores de 16 anos, com exceção do emprego na condição de aprendiz a partir dos 14 anos. A proibição está prevista na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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O ordenamento jurídico brasileiro prevê pena de reclusão de 2 a 8 anos para casos que envolvam trabalho forçado, em condições insalubres ou perigosas, conforme dispõem as leis vigentes.

A discussão sobre a proposta de flexibilização e as reações nas redes sociais seguem em curso, com posições divergentes entre apoiadores e críticos das declarações do pré-candidato e da jornalista.





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