Eleitores de Macedônia, Martinópolis e Narandiba votaram ontem, junto ao segundo turno presidencial, para eleger prefeitos em eleições suplementares. As disputas ocorreram após cassações de mandatos pela Justiça Eleitoral.
Os eleitores das cidades paulistas de Macedônia, Martinópolis e Narandiba foram às urnas ontem (25) não apenas para a votação do segundo turno para presidente da República, mas também para escolher novos prefeitos em eleições suplementares. A disputa ocorreu em razão de cassações de mandatos decididas pela Justiça Eleitoral.
De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), as eleições suplementares foram realizadas junto com o segundo turno presidencial. As cidades tiveram pleitos separados para o cargo de prefeito, com resultados locais divulgados após a apuração.
Resultados por município
Macedônia
- Edvaldo Fechio (PSD): 1.835 votos — 57,54% dos válidos
- Adilson Luiz Helena (União) — Federação União Progressista (PP/União): 1.354 votos — 42,46% dos válidos
- Brancos e nulos: 164
Martinópolis
- Humberto Emmanuel Schmidt Oliveira (União): 8.247 votos — 59,09% dos válidos
- Marcos Xavier De Almeida Passos Junior (PSDB): 4.166 votos — 29,85% dos válidos
- Gabriel Valões Santos (MDB): 1.544 votos — 11,06% dos válidos
Narandiba
- Claudio Jose Damacena (União): 2.135 votos — 56,9%
- Pedro de Barros (PRD): 1.617 votos — 43,10%
Em Macedônia, o candidato Edvaldo Fechio (PSD) foi declarado vencedor ao obter 1.835 votos, representando 57,54% dos votos válidos. Em Martinópolis, Humberto Emmanuel Schmidt Oliveira (União) liderou com 8.247 votos, o que corresponde a 59,09% dos válidos, seguido por Marcos Xavier De Almeida Passos Junior (PSDB) e Gabriel Valões Santos (MDB).
No caso de Narandiba, embora o candidato Claudio Jose Damacena (União) tenha recebido 2.135 votos (56,9%), a candidatura está anulada sub judice. De acordo com o TRE, enquanto permanecer essa situação de votos anulados sub judice, Damacena não pode ser proclamado eleito. Nessa situação, devem ser convocadas novas eleições.
As eleições suplementares nas três cidades seguiram o calendário eleitoral ao serem realizadas na mesma data do segundo turno presidencial. A necessidade de pleitos suplementares decorreu das decisões que cassaram mandatos de prefeitos eleitos em 2024, conforme determinação da Justiça Eleitoral, o que levou à realização de novas votações para definir os chefes do Executivo municipal.
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