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Marília Gabriela admite solidão após aposentadoria: ‘Eu construí isso’

Marília Gabriela desabafa sobre solidão e suas escolhas após aposentadoria.

04/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h59
Marília Gabriela admite solidão após aposentadoria: ‘Eu construí isso’

A apresentadora falou em entrevista reexibida no GNT sobre o vazio após mais de 50 anos na TV. Ela reconhece que a distância do convívio social é consequência de escolhas próprias: ‘meu celular não toca’.

A apresentadora e jornalista Marília Gabriela, que se aposentou da televisão há pouco mais de um ano, compartilhou suas reflexões sobre a vida pessoal em um recente desabafo. Apesar de valorizar o descanso após mais de 50 anos de dedicação à profissão, ela revelou a solidão que vem sentindo nesse novo capítulo de sua vida.

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Em uma entrevista reexibida no programa “Admiráveis Conselheiras”, no GNT, Marília expôs a realidade de estar afastada do convívio social, afirmando que essa situação é resultado de suas próprias escolhas. “Eu sou muito sozinha, meu celular não toca. Eu estou acostumada e eu sei que fui eu que construí isso. Eu construí isso. Eu não saio muito, quase nada. Porque eu descobri que eu fiz da minha vida profissional a minha vida social”, disse.

Aos 77 anos, Marília Gabriela, que anunciou sua aposentadoria em maio de 2025, expressou um sentimento de nostalgia ao recordar a distância de outras pessoas. “Quando eu me afastei desse meu social, quando eu deixei de trabalhar, e foi uma opção, eu comecei a perceber o que era realmente a solidão. Que não era só aquela noite em que eu tinha memórias do dia”, comentou.

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“Depois comecei a perceber: ‘Ah, então é isso que é ficar sozinha e ser sozinha, ter construído uma vida solitária’. Eu construí isso. Eu sou responsável por tudo o que aconteceu comigo. Eu sou, no geral. E, então, algumas vezes, umas três vezes, que eu me lembre, eu chorei”, finalizou a apresentadora.

Marília também justificou sua decisão de se afastar do trabalho, ressaltando o desejo de ter liberdade sem compromissos fixos. “Fazer nada é não ter horário, não ter a obrigação de estar em algum lugar às tantas horas, ou acordar a não sei que horas. Claro, o meu corpo já acostumou. Eu acordo cedo, eu faço exercícios, mas o resto do tempo é meu”, afirmou.

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A apresentadora falou em entrevista reexibida no GNT sobre o vazio após mais de 50 anos na TV. Ela reconhece que a distância do convívio social é consequência de escolhas próprias: ‘meu celular não toca’.

A apresentadora e jornalista Marília Gabriela, que se aposentou da televisão há pouco mais de um ano, compartilhou suas reflexões sobre a vida pessoal em um recente desabafo. Apesar de valorizar o descanso após mais de 50 anos de dedicação à profissão, ela revelou a solidão que vem sentindo nesse novo capítulo de sua vida.

Em uma entrevista reexibida no programa “Admiráveis Conselheiras”, no GNT, Marília expôs a realidade de estar afastada do convívio social, afirmando que essa situação é resultado de suas próprias escolhas. “Eu sou muito sozinha, meu celular não toca. Eu estou acostumada e eu sei que fui eu que construí isso. Eu construí isso. Eu não saio muito, quase nada. Porque eu descobri que eu fiz da minha vida profissional a minha vida social”, disse.

Aos 77 anos, Marília Gabriela, que anunciou sua aposentadoria em maio de 2025, expressou um sentimento de nostalgia ao recordar a distância de outras pessoas. “Quando eu me afastei desse meu social, quando eu deixei de trabalhar, e foi uma opção, eu comecei a perceber o que era realmente a solidão. Que não era só aquela noite em que eu tinha memórias do dia”, comentou.

“Depois comecei a perceber: ‘Ah, então é isso que é ficar sozinha e ser sozinha, ter construído uma vida solitária’. Eu construí isso. Eu sou responsável por tudo o que aconteceu comigo. Eu sou, no geral. E, então, algumas vezes, umas três vezes, que eu me lembre, eu chorei”, finalizou a apresentadora.

Marília também justificou sua decisão de se afastar do trabalho, ressaltando o desejo de ter liberdade sem compromissos fixos. “Fazer nada é não ter horário, não ter a obrigação de estar em algum lugar às tantas horas, ou acordar a não sei que horas. Claro, o meu corpo já acostumou. Eu acordo cedo, eu faço exercícios, mas o resto do tempo é meu”, afirmou.

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