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Aracaju, Terça-feira, 25 de agosto de 2026
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Mercado Municipal Antônio Franco completa 100 anos e segue como espaço de convivência em Aracaju

Aracaju

Mercado Municipal Antônio Franco completa 100 anos e segue como espaço de convivência em Aracaju

O Mercado Municipal Antônio Franco, situado no centro de Aracaju, celebra 100 anos neste domingo, 8 de fevereiro, mantendo a tradição de reunir moradores e visitantes em torno da gastronomia, do artesanato e da música. Primeira parada para quem volta à cidade Natural da capital sergipana, a comissária de voo Gisele Mota Almeida Gomes mora […]

08/02/2026 · 09h27
Mercado Municipal Antônio Franco completa 100 anos e segue como espaço de convivência em Aracaju

O Mercado Municipal Antônio Franco, situado no centro de Aracaju, celebra 100 anos neste domingo, 8 de fevereiro, mantendo a tradição de reunir moradores e visitantes em torno da gastronomia, do artesanato e da música.

Primeira parada para quem volta à cidade

Natural da capital sergipana, a comissária de voo Gisele Mota Almeida Gomes mora na Irlanda, mas, sempre que retorna, inclui o mercado em seu roteiro. “Gosto de sentar, comer tapioca e observar gente do mundo inteiro”, contou, destacando o atendimento cordial como principal diferencial do espaço.

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Convívio entre gerações

O aposentado Gilberto dos Santos frequenta o local desde a juventude e hoje compartilha o hábito com a esposa, Renata, e a filha, Tereza Izabel. “Aqui a gente vê todas as classes, todo mundo junto”, disse enquanto saboreava uma mariscada.

Recepção calorosa para turistas

Para o agente comunitário de saúde Paulino Ferreira da Silva, de Queimadas (BA), a acolhida superou expectativas. “Em uma hora parece que conhecemos as pessoas há anos”, afirmou, já planejando nova visita.

Música que percorre os corredores

Conhecido como Cabeça de Galo, o artista de rua Vanilson Barros Andrade anima o mercado desde 1992. Com zabumba, pandeiro e microfone, ele exalta o local como “centro da cultura sergipana”, onde se encontram castanhas, licor, sarapatel e moqueca.

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Economia movimentada

O complexo abriga 186 permissionários que atuam em armarinhos, confecções, sebos, ferragens, barbearias, lanchonetes, sorveterias, mercearias, restaurantes, vinhos e frios. O artesanato ocupa 63 pontos; há ainda 19 barbearias e 14 restaurantes.

Histórias entre linhas e agulhas

A artesã Joelilde Santos de Moura, 66 anos, trabalha no mercado desde o início da década de 1980. Mesmo com problemas de saúde, continua produzindo bordados que conquistam turistas. “O mercado é nossa vaquinha de leite, nosso sustento diário”, resumiu.

Entre bancas carregadas de rendas, peças em palha, madeira e cerâmica, o Mercado Antônio Franco mantém vivo o hábito do encontro, marcado pelo café cedo, pelos almoços sem pressa e pelas conversas que surgem naturalmente de mesa em mesa.

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O Mercado Municipal Antônio Franco, situado no centro de Aracaju, celebra 100 anos neste domingo, 8 de fevereiro, mantendo a tradição de reunir moradores e visitantes em torno da gastronomia, do artesanato e da música.

Primeira parada para quem volta à cidade

Natural da capital sergipana, a comissária de voo Gisele Mota Almeida Gomes mora na Irlanda, mas, sempre que retorna, inclui o mercado em seu roteiro. “Gosto de sentar, comer tapioca e observar gente do mundo inteiro”, contou, destacando o atendimento cordial como principal diferencial do espaço.

Convívio entre gerações

O aposentado Gilberto dos Santos frequenta o local desde a juventude e hoje compartilha o hábito com a esposa, Renata, e a filha, Tereza Izabel. “Aqui a gente vê todas as classes, todo mundo junto”, disse enquanto saboreava uma mariscada.

Recepção calorosa para turistas

Para o agente comunitário de saúde Paulino Ferreira da Silva, de Queimadas (BA), a acolhida superou expectativas. “Em uma hora parece que conhecemos as pessoas há anos”, afirmou, já planejando nova visita.

Música que percorre os corredores

Conhecido como Cabeça de Galo, o artista de rua Vanilson Barros Andrade anima o mercado desde 1992. Com zabumba, pandeiro e microfone, ele exalta o local como “centro da cultura sergipana”, onde se encontram castanhas, licor, sarapatel e moqueca.

Economia movimentada

O complexo abriga 186 permissionários que atuam em armarinhos, confecções, sebos, ferragens, barbearias, lanchonetes, sorveterias, mercearias, restaurantes, vinhos e frios. O artesanato ocupa 63 pontos; há ainda 19 barbearias e 14 restaurantes.

Histórias entre linhas e agulhas

A artesã Joelilde Santos de Moura, 66 anos, trabalha no mercado desde o início da década de 1980. Mesmo com problemas de saúde, continua produzindo bordados que conquistam turistas. “O mercado é nossa vaquinha de leite, nosso sustento diário”, resumiu.

Entre bancas carregadas de rendas, peças em palha, madeira e cerâmica, o Mercado Antônio Franco mantém vivo o hábito do encontro, marcado pelo café cedo, pelos almoços sem pressa e pelas conversas que surgem naturalmente de mesa em mesa.

 

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