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Bem-estar

Metade dos tutores evita discutir envelhecimento dos pets

Estudo revela que 50% dos tutores evitam discutir o envelhecimento de seus pets.

28/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h35
Metade dos tutores evita discutir envelhecimento dos pets

Animais adotados no início da pandemia chegam à meia-idade. Estudo com mais de mil tutores no Brasil aponta que barreira emocional leva muitos donos a adiar cuidados preventivos.

Pets adotados no início da pandemia estão atingindo a meia-idade, o que gera preocupação entre seus tutores. Uma pesquisa revelou que 50% dos donos de cães e gatos evitam discutir sobre o envelhecimento dos animais de estimação. Os dados foram coletados em um estudo realizado com mais de mil tutores no Brasil, mostrando que muitos adiam cuidados preventivos que poderiam tornar essa fase da vida dos pets mais saudável.

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A pesquisa, conduzida pela Royal Canin e pela Censuswide, identificou uma significativa barreira emocional que impede os tutores de enfrentarem essa realidade. Os dados revelam que 34,3% dos participantes só consideram o envelhecimento dos pets quando surgem problemas de saúde, enquanto 35,2% afirmam não adotar medidas preventivas.

“O envelhecimento de nossos pets começa antes do que muitos de nós imaginamos, frequentemente durante a metade da vida, quando gatos e cães ainda parecem perfeitamente saudáveis e cheios de energia”, afirma a médica veterinária Priscila Rizelo, Gerente de Comunicação e Assuntos Científicos da Royal Canin Brasil.

Os tutores demonstram preocupação em relação à saúde de seus animais. O câncer é o principal temor, com 42,5% dos tutores citando essa doença, seguido por problemas de mobilidade e articulações (28,9%) e doenças renais (11,3%). Apesar disso, 61,2% dos tutores realizam check-ups regulares com seus pets.

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O médico veterinário Renan Serbaro Vetillo destaca que a senilidade em pets é um tema tabu. Ele explica que cães são considerados senis a partir dos 7 anos, enquanto gatos geralmente entram nessa fase a partir dos 11 anos. A senilidade pode ser percebida através de mudanças físicas e comportamentais, e não apenas pela idade cronológica.

“Embora o envelhecimento seja um processo natural e inevitável, seus impactos podem ser minimizados com cuidados iniciados ainda na juventude do pet”, informa Renan.

Para promover um envelhecimento saudável, é recomendado que os tutores adotem hábitos como alimentação equilibrada, manutenção do peso ideal, prática regular de exercícios, enriquecimento ambiental e acompanhamento veterinário periódico. A medicina preventiva, que inclui fisioterapia e diagnósticos precoces, também é essencial para a saúde dos animais.

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Pets adotados no início da pandemia estão atingindo a meia-idade, o que gera preocupação entre seus tutores. Uma pesquisa revelou que 50% dos donos de cães e gatos evitam discutir sobre o envelhecimento dos animais de estimação. Os dados foram coletados em um estudo realizado com mais de mil tutores no Brasil, mostrando que muitos adiam cuidados preventivos que poderiam tornar essa fase da vida dos pets mais saudável.

A pesquisa, conduzida pela Royal Canin e pela Censuswide, identificou uma significativa barreira emocional que impede os tutores de enfrentarem essa realidade. Os dados revelam que 34,3% dos participantes só consideram o envelhecimento dos pets quando surgem problemas de saúde, enquanto 35,2% afirmam não adotar medidas preventivas.

“O envelhecimento de nossos pets começa antes do que muitos de nós imaginamos, frequentemente durante a metade da vida, quando gatos e cães ainda parecem perfeitamente saudáveis e cheios de energia”, afirma a médica veterinária Priscila Rizelo, Gerente de Comunicação e Assuntos Científicos da Royal Canin Brasil.

Os tutores demonstram preocupação em relação à saúde de seus animais. O câncer é o principal temor, com 42,5% dos tutores citando essa doença, seguido por problemas de mobilidade e articulações (28,9%) e doenças renais (11,3%). Apesar disso, 61,2% dos tutores realizam check-ups regulares com seus pets.

O médico veterinário Renan Serbaro Vetillo destaca que a senilidade em pets é um tema tabu. Ele explica que cães são considerados senis a partir dos 7 anos, enquanto gatos geralmente entram nessa fase a partir dos 11 anos. A senilidade pode ser percebida através de mudanças físicas e comportamentais, e não apenas pela idade cronológica.

“Embora o envelhecimento seja um processo natural e inevitável, seus impactos podem ser minimizados com cuidados iniciados ainda na juventude do pet”, informa Renan.

Para promover um envelhecimento saudável, é recomendado que os tutores adotem hábitos como alimentação equilibrada, manutenção do peso ideal, prática regular de exercícios, enriquecimento ambiental e acompanhamento veterinário periódico. A medicina preventiva, que inclui fisioterapia e diagnósticos precoces, também é essencial para a saúde dos animais.

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