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Policial

Migração em massa para Ceuta: 49 mil chegam em 24h e 34 morrem

A crise migratória em Ceuta gera preocupações na Europa, com autoridades pedindo controle.

31/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h03
Migração em massa para Ceuta: 49 mil chegam em 24h e 34 morrem

Confusão na fronteira com Marrocos levou cerca de 60 mil pessoas a entrar em Ceuta; ao menos 34 morreram nas travessias. Países da UE cobram que a Espanha adote medidas urgentes.

A confusão na fronteira entre Marrocos e Ceuta, território espanhol localizado no norte da África, gerou divisão entre os países da União Europeia. Autoridades de diversos Estados-membros pediram que a Espanha tome medidas para controlar a situação.

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No dia 31 de julho de 2026, o Ministério do Interior da Espanha informou que aproximadamente 49 mil migrantes cruzaram para Ceuta nas últimas 24 horas, tanto por mar quanto por terra, vindos de Marrocos. Infelizmente, pelo menos 34 pessoas perderam a vida durante essas travessias. Estima-se que cerca de 60 mil pessoas tenham atravessado a fronteira em dias recentes, o que representa mais da metade da população do enclave de Ceuta, segundo declarações do prefeito Juan Jesús Vivas.

A imigração continua sendo um tema polêmico na Europa, onde partidos de direita têm ganhado força. Muitas correntes políticas estão favorecendo a implementação de políticas mais rigorosas em relação ao controle migratório.

A França anunciou que aumentará as fiscalizações na sua fronteira com a Espanha. O ministro do Interior francês, Laurent Nuñez, comunicou que foram dadas instruções para intensificar as verificações na fronteira, embora não tenha detalhado como isso afetaria os procedimentos atuais.

Além disso, a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, manifestou que seu país está preparado para adotar “medidas extraordinárias para proteger as fronteiras e a segurança dos cidadãos”, o que inclui a possibilidade de suspensão do Espaço Schengen com a Espanha. O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, criticou a política de anistia da Espanha, alegando que ela teria incentivado o tráfico de pessoas, o que levou a Espanha a convocar o embaixador italiano para expressar seu descontentamento.

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O primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, também expressou preocupações sobre a situação em Ceuta, afirmando que sua administração havia se comunicado com o governo espanhol para compreender melhor as implicações e oferecer apoio. Ele descreveu a entrada massiva de migrantes como uma situação preocupante e destacou que as pessoas exigirão ações diante das cenas vistas.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a União Europeia está em contato com as autoridades marroquinas para buscar uma solução para a crise. Em suas declarações, ela classificou as imagens que chegaram de Ceuta como “inaceitáveis”. Partidos de direita em todo o continente responsabilizam a situação pelas políticas migratórias mais brandas da Espanha, incluindo a anistia concedida a centenas de milhares de imigrantes ilegais neste ano.

O governo socialista da Espanha, que se destaca em meio ao endurecimento das regras na Europa, defende que os imigrantes são benéficos para a economia em crescimento do país. Recentemente, Madrid ofereceu uma anistia em massa, levando muitos a solicitar residência legal.

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Os países da União Europeia geralmente não podem realizar controles nas fronteiras internas da zona Schengen, exceto em circunstâncias excepcionais. A França, no entanto, possui uma isenção renovada a cada seis meses desde 2015.

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Confusão na fronteira com Marrocos levou cerca de 60 mil pessoas a entrar em Ceuta; ao menos 34 morreram nas travessias. Países da UE cobram que a Espanha adote medidas urgentes.

A confusão na fronteira entre Marrocos e Ceuta, território espanhol localizado no norte da África, gerou divisão entre os países da União Europeia. Autoridades de diversos Estados-membros pediram que a Espanha tome medidas para controlar a situação.

No dia 31 de julho de 2026, o Ministério do Interior da Espanha informou que aproximadamente 49 mil migrantes cruzaram para Ceuta nas últimas 24 horas, tanto por mar quanto por terra, vindos de Marrocos. Infelizmente, pelo menos 34 pessoas perderam a vida durante essas travessias. Estima-se que cerca de 60 mil pessoas tenham atravessado a fronteira em dias recentes, o que representa mais da metade da população do enclave de Ceuta, segundo declarações do prefeito Juan Jesús Vivas.

A imigração continua sendo um tema polêmico na Europa, onde partidos de direita têm ganhado força. Muitas correntes políticas estão favorecendo a implementação de políticas mais rigorosas em relação ao controle migratório.

A França anunciou que aumentará as fiscalizações na sua fronteira com a Espanha. O ministro do Interior francês, Laurent Nuñez, comunicou que foram dadas instruções para intensificar as verificações na fronteira, embora não tenha detalhado como isso afetaria os procedimentos atuais.

Além disso, a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, manifestou que seu país está preparado para adotar “medidas extraordinárias para proteger as fronteiras e a segurança dos cidadãos”, o que inclui a possibilidade de suspensão do Espaço Schengen com a Espanha. O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, criticou a política de anistia da Espanha, alegando que ela teria incentivado o tráfico de pessoas, o que levou a Espanha a convocar o embaixador italiano para expressar seu descontentamento.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, também expressou preocupações sobre a situação em Ceuta, afirmando que sua administração havia se comunicado com o governo espanhol para compreender melhor as implicações e oferecer apoio. Ele descreveu a entrada massiva de migrantes como uma situação preocupante e destacou que as pessoas exigirão ações diante das cenas vistas.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a União Europeia está em contato com as autoridades marroquinas para buscar uma solução para a crise. Em suas declarações, ela classificou as imagens que chegaram de Ceuta como “inaceitáveis”. Partidos de direita em todo o continente responsabilizam a situação pelas políticas migratórias mais brandas da Espanha, incluindo a anistia concedida a centenas de milhares de imigrantes ilegais neste ano.

O governo socialista da Espanha, que se destaca em meio ao endurecimento das regras na Europa, defende que os imigrantes são benéficos para a economia em crescimento do país. Recentemente, Madrid ofereceu uma anistia em massa, levando muitos a solicitar residência legal.

Os países da União Europeia geralmente não podem realizar controles nas fronteiras internas da zona Schengen, exceto em circunstâncias excepcionais. A França, no entanto, possui uma isenção renovada a cada seis meses desde 2015.

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