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Policial

PF aponta que Jaques Wagner aplicou R$167,3 mil em CDB do Banco Master

Relatório da PF indica que Jaques Wagner teria investido no Banco Master.

31/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h02
PF aponta que Jaques Wagner aplicou R$167,3 mil em CDB do Banco Master

Relatório da PF ao STF aponta indícios de que o senador Jaques Wagner aparece em lista de clientes do Banco Master. Mensagens obtidas indicam aplicação de R$167.298 em CDB, atualizada para R$194.897,19.

A Polícia Federal (PF) afirmou, em relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que existem indícios de que o senador Jaques Wagner (PT-BA) teria realizado investimentos no Banco Master. O nome do congressista aparece em uma lista de clientes da instituição que teriam valores aplicados.

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Conforme mensagens obtidas pela PF, Jaques Wagner teria investido R$ 167.298,00 em um Certificado de Depósito Bancário (CDB) do banco. O valor atualizado desse investimento, de acordo com a PF, seria de R$ 194.897,19.

As informações foram incluídas em um documento encaminhado ao então superintendente-executivo de tesouraria do Banco Master, Alberto Felix, em agosto de 2025. O relatório da PF é parte de um conjunto de documentos que investiga as relações de Jaques Wagner com executivos do banco e possíveis favorecimentos pessoais do ex-líder do governo no Senado.

O ministro André Mendonça, relator do caso no STF, tornou público o material enviado pela PF na quinta-feira (30). Um dos relatórios menciona: “O anexo aparenta indicar valores investidos por diversos clientes no Banco Master, dentre eles consta que Jaques Wagner teria aplicado R$ 167.298,00 no CDB e o valor atualizado do investimento seria R$ 194.897,19”.

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No dia 18 de junho, Jaques Wagner foi alvo de uma operação de busca e apreensão durante a nona fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master. O parlamentar nega qualquer envolvimento com o caso.

De acordo com a investigação, Jaques Wagner mantinha uma relação de confiança com Augusto Ferreira Lima, ex-sócio da instituição financeira, conhecido como “Guga”. Esse vínculo também o aproximou de Daniel Vorcaro, ex-controlador do banco, criando canais para discutir pautas legislativas e operações de interesse do Banco Master.

Na manhã desta sexta-feira (31), Jaques Wagner reafirmou sua inocência e negou envolvimento no caso do Banco Master. Em entrevista à rádio Baiana FM, ele declarou: “Tenho certeza de que vou provar minha inocência. O inquérito, evidentemente, demora um tempo. Eu agora estou focado na eleição. Temos dois meses para a eleição”.

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Relatório da PF ao STF aponta indícios de que o senador Jaques Wagner aparece em lista de clientes do Banco Master. Mensagens obtidas indicam aplicação de R$167.298 em CDB, atualizada para R$194.897,19.

A Polícia Federal (PF) afirmou, em relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que existem indícios de que o senador Jaques Wagner (PT-BA) teria realizado investimentos no Banco Master. O nome do congressista aparece em uma lista de clientes da instituição que teriam valores aplicados.

Conforme mensagens obtidas pela PF, Jaques Wagner teria investido R$ 167.298,00 em um Certificado de Depósito Bancário (CDB) do banco. O valor atualizado desse investimento, de acordo com a PF, seria de R$ 194.897,19.

As informações foram incluídas em um documento encaminhado ao então superintendente-executivo de tesouraria do Banco Master, Alberto Felix, em agosto de 2025. O relatório da PF é parte de um conjunto de documentos que investiga as relações de Jaques Wagner com executivos do banco e possíveis favorecimentos pessoais do ex-líder do governo no Senado.

O ministro André Mendonça, relator do caso no STF, tornou público o material enviado pela PF na quinta-feira (30). Um dos relatórios menciona: “O anexo aparenta indicar valores investidos por diversos clientes no Banco Master, dentre eles consta que Jaques Wagner teria aplicado R$ 167.298,00 no CDB e o valor atualizado do investimento seria R$ 194.897,19”.

No dia 18 de junho, Jaques Wagner foi alvo de uma operação de busca e apreensão durante a nona fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master. O parlamentar nega qualquer envolvimento com o caso.

De acordo com a investigação, Jaques Wagner mantinha uma relação de confiança com Augusto Ferreira Lima, ex-sócio da instituição financeira, conhecido como “Guga”. Esse vínculo também o aproximou de Daniel Vorcaro, ex-controlador do banco, criando canais para discutir pautas legislativas e operações de interesse do Banco Master.

Na manhã desta sexta-feira (31), Jaques Wagner reafirmou sua inocência e negou envolvimento no caso do Banco Master. Em entrevista à rádio Baiana FM, ele declarou: “Tenho certeza de que vou provar minha inocência. O inquérito, evidentemente, demora um tempo. Eu agora estou focado na eleição. Temos dois meses para a eleição”.

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