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Aracaju, Quarta-feira, 12 de agosto de 2026
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Mojtaba Khamenei consolida comando da Guarda Revolucionária no Irã

Internacional

Mojtaba Khamenei consolida comando da Guarda Revolucionária no Irã

Mudanças na Guarda Revolucionária do Irã indicam nova era na estrutura de poder do país.

12/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h55
Mojtaba Khamenei consolida comando da Guarda Revolucionária no Irã

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Mojtaba Khamenei emitiu decreto que oficializa líderes interinos da Guarda Revolucionária como titulares. Especialistas afirmam que a medida reforça unidade de comando e marca a 'República Islâmica 3.0'.

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Um decreto assinado por Mojtaba Khamenei, que oficializou a nomeação de interinos da Guarda Revolucionária como titulares, representa uma mudança significativa na estrutura de poder do Irã. Para um especialista em Ciências Militares, o ato simboliza o que é chamado de “nascimento da República Islâmica 3.0”.

O decreto, assinado na segunda-feira (10) e oficializado posteriormente, consolidou uma nova configuração de comando dentro do país. Segundo o especialista, as mudanças indicam uma unidade de comando clara e um novo sentido estratégico para o regime iraniano.

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Entre as principais alterações, Mohammad Bagher Zolghadr foi destituído do cargo de secretário do Conselho de Segurança Nacional e substituído por Mohsen Rezaei. Além disso, figuras descritas como “velhíssimos falcões da política islâmica”, que tinham sido afastadas pelo antigo aiatolá Ali Khamenei, retornam ao centro do poder com Mojtaba.

O analista destacou que o novo chefe de Estado-Maior, oriundo da Guarda Revolucionária, possui um mandato claro para unificar a cadeia de comando. Embora não se configure como um regime militar no sentido clássico, onde as forças armadas exercem o poder, representa um governo “altamente militarizado”, onde uma força armada governa em nome de um líder supremo invisível, conforme descrito pelo especialista.

O especialista também ressaltou que Mojtaba não deve adotar uma postura passiva de dissuasão em relação aos Estados Unidos. Ao contrário, ele acredita em uma dissuasão mais ofensiva e em uma capacidade nesse sentido, refletindo diretamente nas nomeações realizadas.

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Além disso, observou que o único clérigo a ganhar força nesse novo arranjo é Hossein Taeb, uma figura veterana da Guarda Revolucionária, agora no comando da milícia Basij, apoiada pela Guarda. Para o especialista, o Irã atual se aproxima mais da definição de uma ditadura militar do que de um governo teocrático, embora a imagem do “imã escondido” ainda seja um símbolo central do regime.

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Um decreto assinado por Mojtaba Khamenei, que oficializou a nomeação de interinos da Guarda Revolucionária como titulares, representa uma mudança significativa na estrutura de poder do Irã. Para um especialista em Ciências Militares, o ato simboliza o que é chamado de “nascimento da República Islâmica 3.0”.

O decreto, assinado na segunda-feira (10) e oficializado posteriormente, consolidou uma nova configuração de comando dentro do país. Segundo o especialista, as mudanças indicam uma unidade de comando clara e um novo sentido estratégico para o regime iraniano.

Entre as principais alterações, Mohammad Bagher Zolghadr foi destituído do cargo de secretário do Conselho de Segurança Nacional e substituído por Mohsen Rezaei. Além disso, figuras descritas como “velhíssimos falcões da política islâmica”, que tinham sido afastadas pelo antigo aiatolá Ali Khamenei, retornam ao centro do poder com Mojtaba.

O analista destacou que o novo chefe de Estado-Maior, oriundo da Guarda Revolucionária, possui um mandato claro para unificar a cadeia de comando. Embora não se configure como um regime militar no sentido clássico, onde as forças armadas exercem o poder, representa um governo “altamente militarizado”, onde uma força armada governa em nome de um líder supremo invisível, conforme descrito pelo especialista.

O especialista também ressaltou que Mojtaba não deve adotar uma postura passiva de dissuasão em relação aos Estados Unidos. Ao contrário, ele acredita em uma dissuasão mais ofensiva e em uma capacidade nesse sentido, refletindo diretamente nas nomeações realizadas.

Além disso, observou que o único clérigo a ganhar força nesse novo arranjo é Hossein Taeb, uma figura veterana da Guarda Revolucionária, agora no comando da milícia Basij, apoiada pela Guarda. Para o especialista, o Irã atual se aproxima mais da definição de uma ditadura militar do que de um governo teocrático, embora a imagem do “imã escondido” ainda seja um símbolo central do regime.

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