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Morre ex-comandante do GTA de Sergipe baleado durante operação policial no Rio de Janeiro

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Morre ex-comandante do GTA de Sergipe baleado durante operação policial no Rio de Janeiro

Morreu neste domingo, 17, o ex-comandante do Grupamento Tático Aéreo de Sergipe (GTA/SE), Felipe Marques Monteiro, de 46 anos. O policial lutava pela vida após ter sido baleado na cabeça durante uma operação policial realizada em março de 2025, na comunidade Vila Aliança, localizada em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A informação do falecimento foi confirmada oficialmente pela Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP-SE) e por familiares nas redes sociais.

18/05/2026 · 09h38
Morre ex-comandante do GTA de Sergipe baleado durante operação policial no Rio de Janeiro

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Felipe Marques Monteiro estava internado desde março de 2025 após helicóptero ser alvejado por criminosos; oficial comandou o agrupamento sergipano entre 2009 e 2014.

Morreu neste domingo, 17, o ex-comandante do Grupamento Tático Aéreo de Sergipe (GTA/SE), Felipe Marques Monteiro, de 46 anos. O policial lutava pela vida após ter sido baleado na cabeça durante uma operação policial realizada em março de 2025, na comunidade Vila Aliança, localizada em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A informação do falecimento foi confirmada oficialmente pela Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP-SE) e por familiares nas redes sociais.

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Felipe Marques Monteiro teve uma passagem marcante pela segurança pública de Sergipe entre os anos de 2009 e 2014. Durante esse período, ele comandou a aeronave Falcão 01 e contribuiu diretamente para o desenvolvimento e a consolidação das operações aéreas no estado, participando de missões estratégicas e de apoio aéreo integrado.

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O atentado que vitimou o policial ocorreu no dia 20 de março de 2025. Na ocasião, Felipe atuava como copiloto e sobrevoava a comunidade a bordo de um helicóptero do Serviço Aeropolicial da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil do Rio de Janeiro. A aeronave foi alvejada por criminosos e um disparo de fuzil atingiu a região da testa do oficial, perfurando o crânio.

Desde o ataque, o comandante passava por um longo e complexo tratamento de saúde. Ele ficou internado por nove meses no Hospital São Lucas, período em que permaneceu mais de sete meses sob cuidados intensivos e foi submetido a diversas neurocirurgias. Após receber alta em dezembro de 2025, ele foi transferido para um centro de reabilitação.

Nas últimas semanas, o quadro de saúde de Felipe agravou-se devido a uma infecção surgida após complicações de uma cirurgia para implante de prótese craniana, realizada no dia 20 de abril. No início de maio, o policial precisou passar por novos procedimentos cirúrgicos para a retirada de hematomas, contenção de sangramentos na cabeça e inserção de um dreno, mas não resistiu às complicações.

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Felipe Marques Monteiro estava internado desde março de 2025 após helicóptero ser alvejado por criminosos; oficial comandou o agrupamento sergipano entre 2009 e 2014.

Morreu neste domingo, 17, o ex-comandante do Grupamento Tático Aéreo de Sergipe (GTA/SE), Felipe Marques Monteiro, de 46 anos. O policial lutava pela vida após ter sido baleado na cabeça durante uma operação policial realizada em março de 2025, na comunidade Vila Aliança, localizada em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A informação do falecimento foi confirmada oficialmente pela Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP-SE) e por familiares nas redes sociais.

Felipe Marques Monteiro teve uma passagem marcante pela segurança pública de Sergipe entre os anos de 2009 e 2014. Durante esse período, ele comandou a aeronave Falcão 01 e contribuiu diretamente para o desenvolvimento e a consolidação das operações aéreas no estado, participando de missões estratégicas e de apoio aéreo integrado.

O atentado que vitimou o policial ocorreu no dia 20 de março de 2025. Na ocasião, Felipe atuava como copiloto e sobrevoava a comunidade a bordo de um helicóptero do Serviço Aeropolicial da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil do Rio de Janeiro. A aeronave foi alvejada por criminosos e um disparo de fuzil atingiu a região da testa do oficial, perfurando o crânio.

Desde o ataque, o comandante passava por um longo e complexo tratamento de saúde. Ele ficou internado por nove meses no Hospital São Lucas, período em que permaneceu mais de sete meses sob cuidados intensivos e foi submetido a diversas neurocirurgias. Após receber alta em dezembro de 2025, ele foi transferido para um centro de reabilitação.

Nas últimas semanas, o quadro de saúde de Felipe agravou-se devido a uma infecção surgida após complicações de uma cirurgia para implante de prótese craniana, realizada no dia 20 de abril. No início de maio, o policial precisou passar por novos procedimentos cirúrgicos para a retirada de hematomas, contenção de sangramentos na cabeça e inserção de um dreno, mas não resistiu às complicações.

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