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Mudanças nas Redes: PT Reduz Postagens Sobre Master e PL Intensifica Atividades

Política

Mudanças nas Redes: PT Reduz Postagens Sobre Master e PL Intensifica Atividades

Após operação da PF, PT reduz postagens sobre o caso Master, enquanto PL intensifica críticas.

18/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h24
Mudanças nas Redes: PT Reduz Postagens Sobre Master e PL Intensifica Atividades

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Um mês após a operação da Polícia Federal contra o senador Jaques Wagner (PT-BA), as redes sociais do PT e do PL apresentaram mudanças significativas no tom e na frequência das publicações sobre o caso do Banco Master. Enquanto os perfis do PT diminuíram drasticamente suas postagens sobre o assunto, o PL ampliou sua presença digital, direcionando o foco para Jaques Wagner.

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Um levantamento comparativo das publicações realizadas no Instagram e no X (antigo Twitter) indicou que, nos 30 dias que antecederam a operação, 85,4% das postagens do PT sobre o Master foram feitas antes da ação da PF. Após a operação, apenas 14,4% das publicações permaneceram focadas no tema. Em contrapartida, o PL mais que dobrou suas postagens, com 55,8% do total de menções ao Master ocorrendo após a operação, enquanto 44,2% foram feitas anteriormente.

Os perfis analisados incluíram o PT nacional e suas bancadas na Câmara e no Senado, assim como os perfis do PL nacional e do “PLnoCongresso”. O levantamento considerou apenas as publicações no feed, que ficam disponíveis permanentemente.

A estratégia do PL após a operação foi a de redirecionar suas postagens para criticar a relação de Jaques Wagner com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Master. Antes, o foco era uma reunião que teria ocorrido entre Lula e Vorcaro, em 4 de dezembro, onde Lula teria ouvido sobre a situação operacional do banco.

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O PL também se posicionou em defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que foi alvo de reportagens que revelaram áudios de conversas em que ele solicitava doações para um filme sobre seu pai, Jair Bolsonaro. O partido se comprometeu a esclarecer que não houve uso de dinheiro ilegal para a produção.

Com a divulgação dos áudios, o PL passou a defender a instalação de uma CPI do Master, buscando mostrar seu compromisso com as investigações. Nos 30 dias que antecederam a operação contra Jaques, foram apenas 19 postagens do PL sobre o assunto. Depois da ação, o partido fez 24 postagens relacionadas ao tema.

O PT, antes da operação, utilizou a relação de Flávio com Vorcaro como um argumento central, realizando 167 publicações sobre o caso nas duas plataformas. O partido impulsionou o termo “BolsoMaster” e utilizou-o em discursos públicos, com líderes do partido como Pedro Uczai, Lindbergh Farias e Rogério Correia sendo figuras proeminentes nas postagens.

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A partir da operação, o PT fez 28 publicações sobre o Master, defendendo Jaques e pedindo a instalação de uma CPI. Recentemente, a sigla intensificou a crítica ao senador Flávio ao divulgar uma foto que o mostrava ao lado de um cúmplice de Vorcaro, chamando a atenção para a necessidade de compartilhar a imagem amplamente.

Flávio, por sua vez, afirmou que a foto era uma montagem. A imagem, verificada por diferentes ferramentas, foi publicada pelo ICL Notícias, que a analisou em parceria com o CLIP.

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Um mês após a operação da Polícia Federal contra o senador Jaques Wagner (PT-BA), as redes sociais do PT e do PL apresentaram mudanças significativas no tom e na frequência das publicações sobre o caso do Banco Master. Enquanto os perfis do PT diminuíram drasticamente suas postagens sobre o assunto, o PL ampliou sua presença digital, direcionando o foco para Jaques Wagner.

Um levantamento comparativo das publicações realizadas no Instagram e no X (antigo Twitter) indicou que, nos 30 dias que antecederam a operação, 85,4% das postagens do PT sobre o Master foram feitas antes da ação da PF. Após a operação, apenas 14,4% das publicações permaneceram focadas no tema. Em contrapartida, o PL mais que dobrou suas postagens, com 55,8% do total de menções ao Master ocorrendo após a operação, enquanto 44,2% foram feitas anteriormente.

Os perfis analisados incluíram o PT nacional e suas bancadas na Câmara e no Senado, assim como os perfis do PL nacional e do “PLnoCongresso”. O levantamento considerou apenas as publicações no feed, que ficam disponíveis permanentemente.

A estratégia do PL após a operação foi a de redirecionar suas postagens para criticar a relação de Jaques Wagner com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Master. Antes, o foco era uma reunião que teria ocorrido entre Lula e Vorcaro, em 4 de dezembro, onde Lula teria ouvido sobre a situação operacional do banco.

O PL também se posicionou em defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que foi alvo de reportagens que revelaram áudios de conversas em que ele solicitava doações para um filme sobre seu pai, Jair Bolsonaro. O partido se comprometeu a esclarecer que não houve uso de dinheiro ilegal para a produção.

Com a divulgação dos áudios, o PL passou a defender a instalação de uma CPI do Master, buscando mostrar seu compromisso com as investigações. Nos 30 dias que antecederam a operação contra Jaques, foram apenas 19 postagens do PL sobre o assunto. Depois da ação, o partido fez 24 postagens relacionadas ao tema.

O PT, antes da operação, utilizou a relação de Flávio com Vorcaro como um argumento central, realizando 167 publicações sobre o caso nas duas plataformas. O partido impulsionou o termo “BolsoMaster” e utilizou-o em discursos públicos, com líderes do partido como Pedro Uczai, Lindbergh Farias e Rogério Correia sendo figuras proeminentes nas postagens.

A partir da operação, o PT fez 28 publicações sobre o Master, defendendo Jaques e pedindo a instalação de uma CPI. Recentemente, a sigla intensificou a crítica ao senador Flávio ao divulgar uma foto que o mostrava ao lado de um cúmplice de Vorcaro, chamando a atenção para a necessidade de compartilhar a imagem amplamente.

Flávio, por sua vez, afirmou que a foto era uma montagem. A imagem, verificada por diferentes ferramentas, foi publicada pelo ICL Notícias, que a analisou em parceria com o CLIP.

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