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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Economia

Mulheres representam 26,6% dos investidores na B3; paridade só em 2093

As mulheres representam 26,6% dos investidores na B3, e paridade levará 67 anos.

26/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h17
Mulheres representam 26,6% dos investidores na B3; paridade só em 2093

As mulheres correspondem a 26,6% das pessoas físicas que investem na B3, a bolsa de valores brasileira. Isso significa que, para cada quatro investidores, aproximadamente três são homens e um é mulher. Nos últimos dez anos, a participação feminina no mercado de investimentos avançou apenas 3,5 pontos percentuais, passando de 23,1% para 26,6%. Se essa tendência de crescimento se mantiver, a paridade entre homens e mulheres na Bolsa será alcançada somente em cerca de 67 anos, por volta de 2093.

Os dados da B3, referentes a junho de 2026, mostram que a quantidade de mulheres que investem na Bolsa saltou de 130,3 mil em 2016 para 1,73 milhão em 2026. Apesar desse crescimento significativo em números absolutos, a presença feminina no mercado de ações aumentou de forma tímida em termos proporcionais.

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O total de investidores na Bolsa atingiu um recorde de 6,5 milhões em junho de 2026, mas essa expansão não alterou a predominância masculina. Em 2016, havia 434,1 mil homens investidores (76,9%), número que cresceu para 4,78 milhões em 2026 (73,4%). Assim, a diferença entre o número de investidores homens e mulheres diminuiu apenas 3,5 pontos percentuais ao longo da última década.

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A participação feminina no mercado de renda variável alcançou seu menor índice em 2018, com 22,06% dos investidores. No entanto, a partir de 2023, essa participação começou a crescer novamente, chegando a 26,6% em junho de 2026. Somente nos últimos 12 meses, a presença feminina avançou 0,7 ponto percentual, resultando em 115.841 novas investidoras na B3.

Além disso, a menor presença feminina na Bolsa reflete-se também na questão do patrimônio acumulado. Segundo dados da B3, as mulheres possuem até 400% menos patrimônio investido do que os homens. Esse cenário está ligado a fatores como desigualdade de renda, menor acúmulo de patrimônio e diferenças no acesso à educação financeira, que impactam na participação feminina no mercado de renda variável.

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As mulheres correspondem a 26,6% das pessoas físicas que investem na B3, a bolsa de valores brasileira. Isso significa que, para cada quatro investidores, aproximadamente três são homens e um é mulher. Nos últimos dez anos, a participação feminina no mercado de investimentos avançou apenas 3,5 pontos percentuais, passando de 23,1% para 26,6%. Se essa tendência de crescimento se mantiver, a paridade entre homens e mulheres na Bolsa será alcançada somente em cerca de 67 anos, por volta de 2093.

Os dados da B3, referentes a junho de 2026, mostram que a quantidade de mulheres que investem na Bolsa saltou de 130,3 mil em 2016 para 1,73 milhão em 2026. Apesar desse crescimento significativo em números absolutos, a presença feminina no mercado de ações aumentou de forma tímida em termos proporcionais.

O total de investidores na Bolsa atingiu um recorde de 6,5 milhões em junho de 2026, mas essa expansão não alterou a predominância masculina. Em 2016, havia 434,1 mil homens investidores (76,9%), número que cresceu para 4,78 milhões em 2026 (73,4%). Assim, a diferença entre o número de investidores homens e mulheres diminuiu apenas 3,5 pontos percentuais ao longo da última década.

A participação feminina no mercado de renda variável alcançou seu menor índice em 2018, com 22,06% dos investidores. No entanto, a partir de 2023, essa participação começou a crescer novamente, chegando a 26,6% em junho de 2026. Somente nos últimos 12 meses, a presença feminina avançou 0,7 ponto percentual, resultando em 115.841 novas investidoras na B3.

Além disso, a menor presença feminina na Bolsa reflete-se também na questão do patrimônio acumulado. Segundo dados da B3, as mulheres possuem até 400% menos patrimônio investido do que os homens. Esse cenário está ligado a fatores como desigualdade de renda, menor acúmulo de patrimônio e diferenças no acesso à educação financeira, que impactam na participação feminina no mercado de renda variável.

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